As 5 melhores aberturas de séries

As séries estão cada vez mais tomando o mercado como ‘companheiras inseparáveis’ do cinema. programas e, com estrutura e produção dos verdadeiros clássicos de hollywood, estas acabam por sua vez a se transformar num verdadeiro mercado de obras de arte … Continuar a ler As 5 melhores aberturas de séries

1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

7 vídeos do Hermes & Renato que todo brasileiro deve verdes

eu já prestei homenagens ao Hermes & Renato quando Fausto Fanti se matou e, realmente não ligo que num momento mudaram o nome para ‘Banana Mecânica’, então aqui vai um compilado de vídeos que eu acho indispensáveis à trajetória do … Continuar a ler 7 vídeos do Hermes & Renato que todo brasileiro deve verdes

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

Junior Kimbrough on Radio

Chegou a vez de um pouco de Blues, aqui, na rádio mais querida do Brasil! Desta vez quem toca a festa é um cara que eu gosto muito e não é tão conhecido no solo tupiniquim, fazendo uma incursão muito boa entre o antigo Blues do campo e o Blues mais moderno, já com a guitarra elétrica e outros instrumentos das bandas das cidades, quase que numa sintonia perfeita entre os problemas traduzidos nas canções antigas com os problemas traduzidos nas metrópoles. Estou falando dele aí com nome no título, que provavelmente ninguém deve conhecer, mas que manda muito bem … Continuar a ler Junior Kimbrough on Radio

Kombi, Kombi, Kombi

Existem coisas no imaginário popular tupiniquim que geram eternas disputas de amor e ódio. Dividimos aquele sentimento de que, ao mesmo tempo, devemos defender e criticar determinados objetos. Tal qual, como se tivéssemos um poder especial além das outras nações, algumas habilidades únicas desenvolvidas pela terra mãe Brasil, … Continuar a ler Kombi, Kombi, Kombi

O fairplay hooligan russo

Ali por 1910, Chico Guanabara, famoso torcedor do Fluminense, era o terror de quem pisava em Laranjeiras. Quem falasse mal do Fluminense, lá estava Chico Guanabara para puxar sua navalha e brigar (fonte). Em 1918, um Grenal no antigo estádio gremista, a Baixada que hoje é uma avenida, o jogo terminou em confusão com mais de 100 feridos; dentre eles o atacante colorado Ribas, esfaqueado por um gremista (fonte). O primeiro clássico entre Flamengo e Vasco, na década de 20, terminou em baixaria; briga, violência, enfim, a porrada comeu solta (fonte). Em 1942, os torcedores do Palmeiras se armaram para a guerra; tudo isto para não entregar seu estádio para … Continuar a ler O fairplay hooligan russo

Lapadas do Povo – Casa do Cachorro

Fala, galerinha. Tudo certo com vocês? Aqui está tudo na paz. Por motivos de força maior (trabalho e curso), eu acabei tendo que adiantar este post e optei por deixar o outro que estou finalizando para o final desta semana, já que ele é mais comprido e trabalhoso de escrever, tendo que conferir alguns detalhes e informações antes de publicar. No entanto, esta troca de artigos veio a calhar porque deu espaço a este post logo agora, citando um bar que eu já queria citar faz algum tempo mas nunca tinha me atinado em escrever. E este bar não poderia ser outro: … Continuar a ler Lapadas do Povo – Casa do Cachorro

Bersuit Vergarabat on radio

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Eu disse, eu cumpro. Ta aí outra banda FODA diretamente da Argentina, pouco conhecida aqui. Embora já tenham tocado no território tupiniquim algumas vezes, ainda assim, são pouquíssimas as pessoas que lembram de Bersuit ou sequer sabem de sua existência. Mas, se a gente ignora, na Argentina eles são muito famosos, tem uma porrada de fãs e clipes e, inclusive, já tocaram com o Maradona no palco fazendo uma dancinha bizarra e vestido de tia grávida. Eu sei que eu descobri por acaso, procurando um vídeo no Youtube do Ronaldo, aí achei um que tinha músicas do Bersuit de fundo. Gostei do som e fui atrás.

Eu não sei o porquê do nome da banda, alguns dizem que é um termo, outros que é um mantra, enfim, cada um pensa o que quer. Mas isto pouco importa, afinal, o que é mesmo relevante é o fato de que estes caras tocam muito. Uma mistura de pop, rock, cumbia, tango, sei lá, um pouco de tudo no mesmo som, criam um efeito impressionante e uma variedade incrível de canções diferentes e muito boas. Como de costume, sem muitas delongas, seguem algumas músicas dos caras pra vocês escutarem:

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Invisible on radio

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O nome pode causar certo choque de informação, mas vocês já ouviram Invisible? Não, não é uma banda inglesa ou americana, nada do tipo, mas uma banda argentina! Isto mesmo, Invisible é meio que um rock psicodélico, com inserções de jazz e tango, criando uma banda conceitual muito boa e que, infelizmente, é subestimada no Brasil.

Criada em solo hermano ali por 70 e poucos, Invisible contou com músicos muito bons, como Hector Lorenzo, Carlos Alberto Rufino, Tomás Gubitsch e liderada pelo aclamado musico Luis Spinetta, que é um ícone em solo argentino e pelo mundo mas, inacreditavelmente, não faz muito sucesso no Brasil. Talvez por causa das nossas disputas regionais, vai saber, fato é que poucos brasileiros conhecem o trabalho de Spinetta, que é sublime.

A banda tem 3 álbuns, apenas, e nem durou muito tempo. No entanto, é incrível a qualidade e variabilidade de cada um dos álbuns, assim como as próprias músicas em si, cada uma totalmente criativa e inovadora, funcionando quase como se os álbuns fossem recheados de singles fantásticos. Sem muitas delongas, seguem, abaixo, algumas das minhas músicas preferidas:

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Os 10 vídeos que justificam a revolução

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Daí que eu resolvi voltar para o tema dos protestos no Brasil. Foda-se que já está saturado, foda-se que eu já falei demais, vocês vão ter que ler, ver e ouvir mais um pouco. Mas, juro, desta vez será algo menos denso, sem textões monstros e mais fácil de digerir. Resolvi fazer um levantamento dos 10 melhores vídeos que rolaram, por aí, desde que o Brasil entrou em polvorosa. De qualquer canto do país, de qualquer lugar desta terra maravilhosa – e agora revoltada – catei os vídeos que melhor representaram tudo que aconteceu, na visão do próprio povão que estava lá, no olho do furacão. Sejam estes vídeos invasões, videos “engraçados”, ou o que for, este é o resumo absoluto dos protestos de 2013. Sem mais delongas, segue:

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E agora, José? Até que as diferenças nos separem

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Começou assim, tudo com um momento belo e histórico. O Brasil parou, o mundo viu e as coisas mudaram. Nem tanto quanto a gente esperava, nem tão pouco quanto alguns imaginavam. Mas a coisa continuou, como uma bola de neve, foi crescendo assustadoramente. Um “monstro” que a manifestação das passagens criou e não sabia mais domar. A coisa saiu do controle e o caminho era óbvio: diferenças. Diferenças internas, diferenças externas, violência, discussões, brigas e brigas. O que fazer, afinal? A esquerda – grande maioria no movimento – historicamente ligada ao povo, às causas sociais, às minorias excluídas, tenta, se esforça, mas não parece saber lidar com a situação; é engolida pela mensagem do senso comum e acaba forçando um discurso quase exclusivista e metalinguístico: o movimento que fala para o movimento. Com o aumento da heterogeneidade, a esquerda se perde. Excluiu-se no seu mundo e não sabe o que fazer. E agora, após o turbilhão da efemeridade, como agir, afinal?

A luta das passagens já existe faz anos. Os Blocos não se organizaram anteontem. Estão na briga faz muito tempo, como no caso de Porto Alegre, batendo na tecla dos aumentos e da máfia monopolista das empresa de ônibus, no mínimo, há uns 3 anos. Era sempre a mesma coisa: ninguém ligava; o grosso da massa cagava bonito. Você ia no Centro Histórico da cidade, estavam lá, aqueles mesmos 50, 60 malucos, todos bradando sobre os abusos do sistema público de ônibus, mas ninguém além deles mesmos dava muita bola para aquilo. O pessoal passava, pegava um flyer do movimento, trocava umas palavras com os caras, mas ficava nisto; não parecia ser uma causa próspera, mas a galera não se importava. Continuavam defendendo os seus e os meus direitos, benefícios para o povo. Muitos do que estavam lá vieram oriundos de outras causas sociais; vindos dos coletivos urbanos, DCEs, partidos de esquerda, um grupo de pessoas bem homogêneo, embora não se ache isso. Cumpria o papel pejorativamente conhecido como “esquerda acadêmica“: aquele grupo de indivíduos que estuda, vem de famílias com condições minimante estruturadas, faz faculdades em campos geralmente ligados à área de ciências humanas e participa ativamente da vida política de sua cidade, ora militando em DCEs, ora militando em partidos. Adotam uma vida de contestação participativa desde de cedo. Sua homogeneidade se dá, justamente, pela defesa de uma sociedade com ideais mais voltados ao socialismo. Estudam teóricos da área, leem muito e sabem argumentar sobre; a causa social é consequência de suas escolhas políticas, vendo o povo como um todo, igual nas suas diferenças, entendendo que o socialismo é o caminho da justiça moral e igualitária de uma nação.

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Como a gente vai tomar esta cidade na porrada – vamos jantar a cabeça do prefeito!

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Pra quem acompanha o blog, já deve ter percebido que eu escrevi dois textos intitulados de ” Do macaco ao burro” comentando algumas questões sociais, principalmente, ligadas ao processo de perpetuação do establishment. Estava acabando o terceiro, com o nome de “como a exclusividade dos mecanismos de força favorece o establishment“, mas aí o Brasil resolveu entrar em revolução e me pegou de supetão. Então, antes de terminar o texto, resolvi deixar uma breve resenha sobre os eventos que ocorreram em Porto Alegre e no resto do nosso país, ontem; talvez seja menos formal que os outros textos que eu escrevi, mas é impossível tudo isso passar em branco. Segue:

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Do macaco ao burro: como construímos uma sociedade de escravos sem escravidão

Eu tive um pouco de receio em fazer este texto, principalmente pela coleta de informações necessárias (um vasto material), mas vamos lá. Tempos atrás eu li dois artigos com temas muito parecidos, ambos muito interessantes, que eu inclusive já postei … Continuar a ler Do macaco ao burro: como construímos uma sociedade de escravos sem escravidão

15 músicas sem música!

Bom, galerinha, daí que eu estou aqui correndo pra terminar um post monstro que eu estou fazendo e, enquanto não consigo publica-lo, resolvi postar uma parada que eu estava ouvindo esta semana e gostei muito. Estava catando músicas de artistas famosos, mas só com o vocal cantado, faixa isolada e ainda sem o instrumental completo no fundo. Eis que eu me deparo com um puta material gigante de várias bandas e gostaria de compartilhar alguns que eu achei interessante; em algum ou outro momento ainda aparece um fragmento do instrumental, alguma linha de baixo, bateria, mas no geral, apenas o … Continuar a ler 15 músicas sem música!

A beleza destruidora dos tornados

E mais uma vez os americanos são assolados pela força destruidora da “temporada dos tornados”, este período do ano em que ocorre uma explosão de fenômenos do tipo e tomam conta da região conhecida como “alameda dos tornados”, responsável por aproximadamente 70% das ocorrências do fenômeno em todo o planeta. Você tem ideia do que representa esta proporção?

Especula-se que ocorram cerca de mil tornados por ano na Terra e já foram registrados fenômenos do tipo em todas as regiões do planeta, com exceção da Antártida. Ou seja, destes mil tornados DO MUNDO TODO, cerca de 700 por ano passam por esta região destacada em vermelho, aqui:

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O brilhante serviço da GVT

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Eu estava fazendo outro post, mas tive que colocar este artigo antes, por motivos maiores. A minha situação com a GVT passou do ponto da raiva e entrou numa espiral tão deprimente, que virou comédia. Eu sinceramente nem espero mais nada desta empresa patética; eu já nem estou postando isto com indignação, ou querendo algum tipo de compensação. Serve mais como um alerta para outros futuros interessados em contratar os serviços deles: NÃO USEM A GVT. NÃO CHEGUE PERTO DESTA EMPRESA. NÃO LIGUE PARA ELES, NÃO TENTE FAZER NEGÓCIO COM ELES. EVITE QUALQUER PROXIMIDADE COM A GVT.

Eu nem vou entrar nos méritos de que, por mais de uma vez, os caras me engambelaram na cara dura, mentiram que iriam mandar técnicos e nunca mandaram, falaram que iriam verificar problemas de sinal e nunca verificaram, porque acho que isto é o padrão de atendimento da empresa, tal como o serviço prestado, uma grande bosta. Eu também não tenho mais paciência para entrar em contato com eles e deixar CPF, nome e outros dados, porque já perdi a conta de quantas vezes fiz isto para nada. A GVT é uma comédia total, para ser cliente tem que ter paciência, levar o lixo de serviço prestado com bom humor e muitas risadas.

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O meu segundo projeto da UDK II

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Dando uma upada marota e rápida. Segue, mais um vídeo do projeto que eu estou fazendo e já havia comentado aqui. Como podemos ver agora, a coisa tomou uma forma mais séria, está mais “visível” o resultado do game e os avanços que aos poucos eu consigo fazer no programa.

Ainda falta muita coisa, eu sei, mas os scripts e a parte de programação (o mais difícil) já está basicamente construído, tudo “desenhado” e encaminhado. Agora é só modelar, criar e tá feito tudo. Vou atualizando vocês, conforme for adiantando!

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As 7 melhores da break/popping dance

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Fala sério, o que estes caras fazem não é humano. Quem já viu algum destes vídeos por aí? Existe uma galera que apenas dança, mas existe a galera que leva a dança para um próximo nível de dificuldade. Não se trata apenas de mexer o corpo e criar uns passinhos, mas de fazer disto uma arte que mistura o grotesco com o impossível, inventando um estilo próprio de dança aonde se cria o efeito mais bizarro de todos, de parecer – no sentido literal da palavra – um grande robô.

Estes cara são mestres e é por isto que resolvi citar os meus sete preferidos:

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O meu segundo projeto da UDK

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Pois é, galera, quem leu este post aqui, se lembra que eu já brinquei de mexer no UDK, um software multifuncional para produção de games com qualidade atual. Mas acontece que eu acabei empacando no projeto.

Basicamente, empaquei pelo motivo óbvio: enquanto uma empresa de games de fato conta com uma equipe superior a 100 pessoas, eu tinha que fazer tudo sozinho. E o meu projeto envolvia muitas questões de modelagem 3D, que consome mais tempo ainda. Pra vocês terem ideia, eu demorei cerca de 3 dias para conseguir modelar um amplificador (que é um objeto simples); agora, imagina modelar os personagens? Eu iria ficar meses fazendo coisas básicas e meu projeto demoraria anos. E é por isto que eu acabei colocando este primeiro game, do post ali de cima, na geladeira. Quando eu for rico eu contrato uma galera e continuo minha proposta.

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10 frases do Raimundos que educaram uma geração

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Eu já havia feito um tempão atrás um post sobre Raimundos. O meu projeto paralelo, conhecido como Lapadas do Povo, é uma clara homenagem aos Raimundos. Então, seria meio que repetição – mais do mesmo – ficar falando sobre o quão eu acho Raimundos uma banda foda. Mas, para provar isto mais uma vez, eu resolvi fazer um pequeno artigo com as 10 frases do Raimundos que nos educaram e, claramente, reforçam a minha argumentação. Sem mais delongas, segue:

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A bruxa má do Leste morreu!

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Eu jurava que a Margareth Thatcher já tinha morrido há anos, então, confesso que foi uma bizarra surpresa saber que ela morreu de verdade ontem. Parece algo positivo, sei lá, no meu cérebro ela acabou morrendo duas vezes. Uma em sua irrelevância para o mundo e outra em corpo-presente.

Como sempre, rolou aquela choradeira e os mesmos dizeres bem elaborados da mídia mainstream de tentar dar forças de criatura divina a quem não é. A nossa querida revista semanal de comédia, conhecida como Veja, saiu em defesa da senhora, tal qual grande parte do jornalismo brasileiro, tentando encontrar as mais nobres justificativas para imortalizar a bruxa-múmia. Eu, assim como boa parte do mundo, não tenho nada a agradecer a esta que se vai.

Particularmente eu não sei porra nenhuma de economia e não vou ficar dando uma de vlogueiro descolado, tentando falar de assuntos que eu não sei. Fato é que, sobre futebol eu entendo. E Thatcher foi a grande orquestradora, a mãezona do futebol-empresa teatralizado, aquela merda que virou o campeonato inglês, sem torcida alguma e só com uns ricões e turistas e um campeonato plastificado e escroto; parece uma partida de PES da vida real. Ela que, em meados de 80, resolveu combater o problema (que existia de fato) do Hooliganismo com a medida mais imbecil do universo: elitizar o futebol, teatralizar a torcida e acabar com a festa. Modelo, este, que os babacas dos brasileiros bateram palma e adotaram atualmente, como mostra o vídeo abaixo:

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Os 15 álbuns de metal que você deve ouvir

Estes dias eu descobri que o álbum Arise, do Sepultura, estava fazendo 25 anos. Isto mesmo, um quarto de século, a minha idade, um baita tempão, fruto do final dos anos 80 como uma nova escola de (thrash) metal que, inclusive, estourou no Brasil e foi o responsável por alçar um monte de bandas boas, como o próprio Sepultura, ou Korzus, ou Dorsal Atlântica, entre outras.

Me peguei pensando quais seria os 15 álbuns de metal que eu deveria recomendar para uma pessoa, caso ela me perguntasse algum dia sobre o estilo. E resolvi fazer esta lista, sem me preocupar muito com gêneros e tentando colocar de tudo um pouco. Sem mais delongas, segue.

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Meu caro amigo

Daí que faz uns 3 anos e pouco, um grande amigo meu se mudou para Sydney, na Austrália. Como mais um dos milhões de brasileirinhos abalados pela desigualdade latente do nosso grande país tropical, meu amigo foi tentar a sorte do outro lado do mundo, para ver se ficava milionário e retornava para cá podendo curtir a vida tal qual Thor Batista faz. Não aconteceu assim, ok, e ele ainda não está milionário, mas ele resolveu retornar, depois de muito tempo. Eu me peguei pensando, afinal, “porra, faz mais de 3 anos, quase uma Copa do Mundo, este tempo vale … Continuar a ler Meu caro amigo

Dogtown revival: a volta do mini-cruiser

E na moda do vintage de restituir o passado com uma roupagem atualizada, chegou este interessante item ao qual eu estou seriamente interessado em comprar um:

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Sim, o mini-cruiser, uma réplica fiel dos primeiros skates a revolucionarem o mercado do esporte, lá pela década de 70, e que ficaram imortalizados pelos tão cultuados Z-Boys.

Para quem não conhece, os Z-Boys foram um famoso grupo de skatistas da área de Santa Monica e Venice (California), patrocinada pela loja underground de material de surf, conhecida como Jeff Ho Surfboards and Zephyr Productions. Começou inicialmente como um grupo de surfistas, mas com a ascensão do mercado de skate na época e um grande período de seca e poucas ondas na California, acabou migrando naturalmente para o skate. Impulsionados – e patrocinados – pelo próprio dono da loja, Skip Engblom, os Z-Boys causaram muito furor na época, principalmente por serem os responsáveis pela criação do que é conhecido como “skate atual”, com a implementação de manobras oriundas do surf, deixando de lado as manobras acrobáticas oriundas da patinação artística.

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As 15 melhores obras de Rembrandt

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Fazia tempo que eu não mandava um post destes, então gostaria de reativar a ideia. Para quem é mais velhinho no blog, já deve ter visto o post sobre Van Gogh, ou o post sobre Dalí. Desta vez, vou seguir numa linha mais clássica, postando um cara que uns tempos atrás eu sequer tinha conhecimento da obra; fui mesmo achar fantástico depois que eu fui pra Europa e tive a oportunidade de ver de perto. Um trabalho fenomenal.

Rembrandt era um sujeito com um estilo muito convicto, fazia uma mistura de tons de cores muito vívidos e fortes contrastes, dando forma às suas pinturas devido ao intenso jogo de luz e sombras, que criavam um efeito de profundidade muito marcante à obra, além do grande impacto visual criado pela diferença de luminosidade dos ambientes retratados. Diz-se que Rembrandt muito aprendeu com as técnicas de Caravaggio e Da Vinci, conhecidas como chiaroscuro. Para isto, Rembrandt pintava em camadas, partindo dos planos mais fundos da peça e terminando nos planos mais próximos, com quantidades de tinta tão grandes que acabaram dando um efeito de táctil aos seus quadros, que ficam parecendo ter um relevo proposital.

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A morte do Chorão me chocou

Mais do que eu imaginava.

Charlie Brown Jr. - Transpiração Contínua Prolongada (Capa Oficial do Album) CoverBrasil

Eu nunca fui grande fã dos caras e, de fato, desde o Bocas Ordinárias, eu não tinha ouvido mais porra nenhuma que a banda tinha feito. Achava os 3 primeiros cd’s muito bons, mas se você calcular, de uma banda que fez 9 álbuns, é relativamente pouco. Achava o Champignon um músico excepcional, gostava de umas paradas que o Marcão fazia em jam sessions que eu vi por aí, gostava muito da bateria do Pelado e, se você catar na internet, provavelmente vai ver que eu já escrevi que “o Chorão era o músico mais fraquinho da banda“; este foi um dos motivos que eu parei de acompanhar Charlie Brown, alias, depois que todo mundo começou a picar a mula e permanecer só ele. Mas, a morte dele me chocou igual.

Eu nem achava o cara um exemplo de nada, muitas das brigas que ele teve por aí eu achava birrinhas infantis. Tinha um comportamento que todo mundo alega ser sincero, mas que, pelo que eu via, não me agradava na totalidade. Era um cara polêmico por demais; desnecessariamente, as vezes. Mas a morte dele é um choque, não tanto enquanto artista (ao menos para mim), mas muito mais por todo simbolismo que se vem com o ato em si. Sei lá, estas bandas aí, principalmente Charlie Brown Jr., Raimundos e Planet Hemp, encabeçaram o resumo nacional de uma geração, os anos 90, aonde eu cresci. Poderia citar, também, Sepultura, Korzus, e até Replicantes; de outra época, sim, começando nos anos 80, mas que ainda corriam durante minha infância e, inclusive, participaram de muitos festivais famosos dos anos 90. Ainda de outros estilos, Racionais, RZO, ou das internacionais, como RATM ou Pearl Jam. Um somatório de personalidades que se distinguiam em estilos, mas não para a gente. Tudo tocava na rádio, ou o irmão mais velho escutava, alguém ouvia e repassava. Quem cresceu nos anos 90, ao menos de alguma forma, teve contato com toda esta galera.

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Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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