As 5 melhores aberturas de séries

As séries estão cada vez mais tomando o mercado como ‘companheiras inseparáveis’ do cinema. programas e, com estrutura e produção dos verdadeiros clássicos de hollywood, estas acabam por sua vez a se transformar num verdadeiro mercado de obras de arte … Continuar a ler As 5 melhores aberturas de séries

1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

5 notícias provando que o Rio de Janeiro é um conto kafkiano & one bonus

o RJ é o paraíso kafkiano: é impossível distinguir a realidade e a ficção numa nação onde determinadas coisas acontecem, submetendo o real a uma ideia no qual o próprio indivíduo é anulado à surrealidade do ato; por isso, precisamos … Continuar a ler 5 notícias provando que o Rio de Janeiro é um conto kafkiano & one bonus

5 empresas que atuam no Brasil e tratam o cliente pior que merda: dicas de quem NÃO comprar

este é um tópico de alerta, pensando na quantidade de MERDAS que eu já enfrentei ao longo da vida com diferentes marcas e produtos, de maneira a informar outros usuários que, como eu, viciados em tecnologia e em produtos, as vezes, acabam … Continuar a ler 5 empresas que atuam no Brasil e tratam o cliente pior que merda: dicas de quem NÃO comprar

pare o que você está fazendo e vá escutar o novo álbum de Kanye West…

….ou: minhas cinco músicas preferidas nele. um pouco da história sobre, pra quem não sabe, mas que ajuda a decifrar em pormenores o porquê eu estar imperativamente MANDANDO em vocês e no que vocês devem ouvir: Kanye West está ‘fazendo … Continuar a ler pare o que você está fazendo e vá escutar o novo álbum de Kanye West…

5 brasileiros subestimados que você deveria conhecer AGORA MESMO

vamos lá. olhemos para o país e essa situação surreal; dentre uma guerra bizarra na polarização política e a loucura infame ao lidar com seus problemas internos, na criação de ídolos e figuras, identidades, notamos uma coisa muito importante: O … Continuar a ler 5 brasileiros subestimados que você deveria conhecer AGORA MESMO

5 lugares que eu conheci e recomendo

Antes de viajar esta última vez eu estava pensando nisto. Porra, eu conheço lugares pra caralho. Sou novo, eu sei, mas já viajei um bocado e isto obviamente me faz um especialista sobre viagens e me dá aval para comentar, aqui, sobre o que eu quiser. Claro, meus caros leitores, tirando a brincadeira, eu não sou nenhum tipo de especialista nem porra nenhuma, mas gosto de fazer turismo. E turismo é maneiro e bom, do bem e todo mundo deveria fazer. Eu não me iludo, não, nem caio nestes contos do vigário de “viajar barato” nem porra nenhuma; eu sei, mesmo o mochilão mais em conta possível, ainda assim, é caro pra caralho. Viajar é uma coisa cara, não deveria ser – todos deveriam ter a oportunidade de conhecer o mundo – mas é. Nossa sociedade oportunista é assim e todo mundo sabe que todo mundo gosta de viajar, então metem a mão mesmo e cobram fortunas em passagem, hospedagem, comida, pontos turísticos, tudo. Você vai ser explorado. Pode consultar antes, calcular, tentar fazer planos e encontrar alguns benefícios saindo da “rota do turismo mainstream” mas, ainda assim, você vai ter que desembolsar grana. E, geralmente, grana em dólar, o que faz tudo ficar x 2.5.

Digo isto porque em nenhum momento ao longo do meu post vou tentar te enganar ou dizer “viajar pra cá vale a pena porque é bem baratinho!“, porque não é. O intuito de fazer este artigo não é o de prestar dicas de economia e tampouco dar dicas considerando o preço. Além disto, este post não foi feito para discutir o local para viver como um morador daquela região; veja bem, afirmo isto porque há cidades ótimas para viajar, conhecer turisticamente mas, vá lá, são totalmente diferentes entre tursimo x viver lá. Então, aqui, não estarei considerando fatores biopsicossociais da região com o intuito de avaliar como um morador local, apenas com o meu olhar turístico de quem chega lá, passa uns dias, uma semana e depois volta, cheio da pompa, dando pitacos de tudo com cara de Anthony Bourdain. Mas, como eu adoro me contradizer, sim, eu falarei dos locais não só pelo turismo, mas sim por tudo que me der na telha. Fim.

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Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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Ano novo, cara nova

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Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

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Depois

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É carnaval, minha gente

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Eu ia postar umas paradas mas foda-se, é carnaval, ninguém vai ler mesmo, então vou esperar. Como de costume em todo universo tupiniquim, chega este doce período de bebedeiras, festas, folia, samba, música, mais bebedeiras, ressaca, chapeuzinho da Antarctica, desfiles, Globeleza, batucada, cachaça, frituras, comer mal, dormir mal, andar, sambar e fazer o que bem entender. Como disse, nesta época ninguém está nem aí para blog nenhum, ninguém lê nada, os views caem abruptamente e eu fico aqui que nem um otário escrevendo pra ninguém.

Pra evitar o meu desgaste e também o de vocês – até porque eu também estou em ritmo de festa – não vou postar nada que efetivamente demande pensar. Vou fazer como eu fiz outro ano, respeitar a galera e postar 5 sambas-enredo que eu acho fantásticos. Sem mais delongas, segue:

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Os 5 melhores filmes handmade

Bom, galera, como vocês sabem, eu posto em outro blog (link aqui). Como eu estou sem tempo e vocês perceberam que eu não atualizo faz tempos, vou copiar o post que fiz lá esses tempos. Veja, na íntegra.

“Ok, eu confesso que eu não sei se é este o nome, mas tudo bem, vá lá. Na falta de uma nomenclatura correta, resolvi usar o termo “handmade” (ou algo como, “feito a mão”) para descrever estes filmes que entupiram as estreias nos últimos anos. Aqueles famosos filmes pseudo-documentários, ao qual supostamente são feitos para imitar uma gravação real, que explodiram como sucesso depois do fenômeno “A bruxa de Blair”.

Eu sou muito fã desse tipo de filme, dos mais ruins aos mais ousados, então, por isso, resolvi desenvolver a minha lista com os 5 melhores filmes do gênero. Segue:

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As 5 redes sociais que eu uso

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Já usei muita rede social, muitos meios de comunicação virtuais e afins. Desde o tempo de mIRC, eu já vou nesta vibe louca de ficar falando e compartilhando informações com pessoas que eu mal conheço, por aí. Tivemos uma evolução considerável, passando pelo chat Terra, ICQ, os primeiros blogs, os fóruns específicos de informática, enfim chegando no que estamos hoje, cheios de diferentes meios para nos comunicarmos com gente que tenha os mesmos gostos que nós.

É por isso, então, meus caros amigos, que eu decidi fazer o levantamento das 5 redes sociais que, atualmente, eu venho usando. Lembrando, claro, que desconsiderei o WordPress por um motivo óbvio. Seria injusto considera-lo, aqui, porque é evidente que eu uso-o. Segue:

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5 shows de rock que você deve assistir

Fiz um post foda no meu outro blog (entrem!). Tão foda que é justiça reproduzi-lo, aqui, na integra. Segue:

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Gosto de filmes e gosto de música. Alguns shows são tão marcantes que extrapolam a barreira artística ao qual se enquadram, “saem” do universo musical e valem ser assistidos, também pela música, mas além de tudo pelas imagens criadas, por toda iconografia em volta do espetáculo em questão. Por isso, claro, além de obras musicais, poderiam muito bem ser enquadrados em qualquer categoria de filme, sendo verdadeiras obras de arte tanto em sons, quanto em imagens.

Resolvi, então, fazer um breve levantamento dos 5 shows de rock que eu considero os maiores exemplos disso:

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5 obras infantis muito macabras

Você já reparou nisso? Eu já. Existe um monte de obras infantis que, mesmo com o argumento óbvio de ser uma obra “para crianças“, possuí um grau de estranheza tão grande que, notavelmente, poderiam encabeçar qualquer lista para adultos. Algumas nem são classificadas como “infantil“, mas são normalmente associadas a elementos lúdicos e a, supostamente, alegria e felicidade.

No entanto, analisando mais a fundo, vemos que os criadores exageraram nas droguinhas e criaram um universo totalmente soturno. Seja pela soma dos elementos, pela execução, pelo tema, o que for, você olha aquela obra e fica pensando “só eu acho isso bizarro demais?“. Pois não, eu também acho. E garanto que muito mais gente concorda.

Resolvi, então, fazer uma lista com as 5 obras infantis que eu considero muito macabras. Antes de começar, acho justo deixar claro que não acho nenhuma das obras essencialmente ruins. Muito pelo contrário, sou fã de todas. Mas, isso não anula o que eu penso sobre elas e como, por vezes, elas são excêntricas em demasia. Siga:

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As 5 piores continuações que eu já vi

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Como disse que não teria tempo para postar esta semana, vou adaptar um artigo feito por mim, do outro blog que eu participo (cliquem e vejam)! Segue:

Seguindo o post sobre as continuações sem nenhuma lógica aparente, só para gerar uma renda extra para meia dúzia de exploradores, resolvi postar, então, as 5 continuações mais horríveis que eu já tive o desprazer de ver.

Vale lembrar que eu desconsiderei continuações puramente nonsense, como o caso dos Jasons da vida, porque perder o tempo comentando sobre elas seria demais.

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Não postarei esta semana

Esta semana estou numa correria braba e acho que não conseguirei postar. Volto aos trabalhos muito provavelmente na sexta ou sábado, apenas.

Neste meio tempo, aproveitem para pegar o arquivo e conferir o que já foi feito! Para dar um norte para vocês, cito aqui a lista dos meus 5 posts preferidos:

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5 programas de terror esquecidos

A TV se renova todo dia. Se tem uma mídia dinâmica, é ela. Mesmo com suas limitações de interação, seus problemas de encarar vários públicos diferentes em um mesmo horário e espaço, o conservadorismo que ataca os grandes grupos de canais, não importa o que seja, a cada dia há algo de novo e diferente na TV.

Não a toa, até hoje, ainda serve como referência para para qualquer conteúdo. Se “passou na TV“, é porque tem credibilidade. E, por isso, mesmo com a queda de audiência dos canais nos últimos anos, dando espaço a entrada da internet e a filmes em DVD, ainda assim, a TV convencional é respeitada.

Uma das coisas que ganhou mais espaço recentemente foram os programas sobrenaturais, principalmente na grade de canais científicos, como Discovery e National. O tema, explorado a exaustão, não é de hoje. E por isso, alguns – ótimos – programas foram esquecidos com o tempo, fadados a ficarem na memória. Como sempre gostei e acompanhei o assunto, venho aqui fazer justiça com eles, elencando os 5 programas de terror que eu mais gostei e ninguém lembra:

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Os 5 blocos de Carnaval que eu fui

Como não era novidade e o post anterior já dizia, fui passar o Carnaval – a grande celebração à carne – no Rio de Janeiro.

É claro que eu passei mal, bruxaria pura, e fiquei todos os dias do carnem levare vergonhosamente doente, me sentindo mal pra caralho, sem poder encher a cara e/ou comer que nem um bicho faminto; qualquer petisco ou cervejinha e parecia que tinham me acertado um murro no estômago. Como não restou a mim fazer um belo levantamento das melhores bebidas da grande festa – como as caipirinhas de barraca – e tampouco dos melhores rangos gordos, restou apenas a doce missão de fazer uma lista sobre os blocos de rua que ocorreram na Cidade Maravilhosa.

Como ocorreram muitos simultaneamente, alguns inclusive quando eu nem estava lá, obviamente eu tive que selecionar os que eu queria presenciar, justamente para poder criar uma dinâmica e estar no momento certo na hora certa, pra não cagar no patê. Casualmente, acabei indo a 5 blocos mesmo. Isto me poupou tempo de escolher “os melhores” que eu fui, porque obviamente, fui só nos melhores. Sim, eu tenho bom gosto e isso me poupa horas e paciência. Ao invés de visitar 25 blocos pra escolher 5, cravei no ponto certo e fiz uma boa escolha, sem me arrepender do cronograma.

Então, sigam-me os bons e vejam:

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As 5 melhores narrações do futebol

Sou fanático por futebol. Futebol move o mundo, e quem discorda disso é um mero espectador da vida, não entende merda nenhuma. Para exemplificar isso, vou contar um causo famoso. Bill Shankly (aí na foto), famoso técnico inglês, lá pelos anos 70 estava sendo entrevistado por um repórter, em um dia de clássico local; o repórter estava lá, todo entusiasmadão com a entrevista e fez uma pergunta mais ou menos do tipo: e aí, Shankly, este é um jogo muito importante, um jogo de vida ou morte?

Shankly, sagaz como sempre foi, deu uma resposta atravessada mas real, uma frase que ficou imortalizada para sempre e que praticamente resume a figura que este cidadão é, assim como este maravilhoso esporte também:

Algumas pessoas acreditam que o futebol é uma questão de vida ou morte. Eu fico muito desapontado com essa atitude. Futebol é muito, muito mais importante do que isso.

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Social Vibe

Me inscrevi nesse negócio.

Tá lá embaixo, bem no final do blog. A cada clique que vocês derem naquele link colorido ali, a entidade “ganha” uma porcentagem. Conforme a entidade atingir determinada porcentagem, a meta é computada em dinheiro, que eles podem usar para fazer as ações deles. Escolhi o WWF, porque gosto das propagandas, das camisetas e porque o panda é simpático. Como não conhecia as outras entidades, isso pesou na minha escolha, também.

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Os 5 cases de sucesso da Internet livre

Eu não estou nem aí para os copyrights e quero que o SOPA, o PIPA e o ACTA se fodam. Quero que seus idealizadores tenham mortes dolorosas, que quem apoia isso passe fome e os lobistas por trás dessa indústria sofram torturas infindáveis e dolorosas.

Eu ainda posso reclamar com propriedade sobre esses caras, porque eu compro um monte de cds, dvds, livros e softwares originais. Logo, eu não reclamo sem “conhecer” o outro lado, sou consumidor também e gasto muito com essa indústria cultural toda. Não venho dar uma de moralista de cuecas aqui, crucificando geral, se o meu único intuito fosse promover a discórdia, se eu só usasse produtos piratas e NUNCA tivesse o mínimo interesse em comprar nada original. Compro sim, gasto pra caralho e me sinto no direito de cagar esses trouxas a pau quando eu quiser, porque se a indústria deles efetivamente vem “secando” por causa da pirataria (o que é mentira), eu sou um dos poucos que ainda os “sustenta”.

Além disso, já li Lawrence Lessig, fiz uma porrada de cadeiras de marketing e pesquisa na faculdade, já trabalhei no setor comercial, então me sinto no direito de falar mal de quem eu quiser sobre esse assunto, ainda mais sobre esse discurso moralista hipócrita de “preservar” o criador da obra, como se isso fosse o argumento real pro trás dessas leis ridículas e hipócritas.

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As melhores releituras de Alice

Sou grande fã das duas obras de Lewis Caroll, Alice no País das Maravilhas e Alice através do Espelho.

Li uma porrada de vezes o livro e acho o poema do Jaguadarte (Jabberwoccky) uma das coisas mais geniais já escritas. Lewis Caroll foi o super-gênio da escrita onírica, criando com uma perspicácia ímpar o universo dos sonhos e, além de tudo, soube interpretar muito bem as condições de época – Inglaterra Vitoriana – e da idade de sua personagem fictícia, Alice.

Caguei e andei praquele papo sobre ele ser apaixonado pela filha do amigo, Alice Liddell, também de 9 anos, porque isso é intriga de barraqueiro que quer aparecer diminuindo o talento dos outros; o legítimo argumentum ad hominem de gente fraca. Fato é que o cara construiu uma obra genial e inigualável.

Uma das melhores coisas sobre as obras de Alice é justamente o fato de ser sobre um mundo onírico, dando a possibilidade de algumas interpretações livres e, consequentemente, releituras deveras interessantes. Confesso que achei escrota aquela adaptação do Tim Burton, porque ele conseguiu fazer tudo justamente ao contrário e tentar dar uma “nova cara” ao que justamente era essencial. Um dos melhores fatores de Alice (original) é que foge a regra de maniqueísmos toscos, não existe bem e mal, nem heróis e vilões…é todo mundo louco e sem raciocínio lógico, como o Chapeleiro! Tim Burton conseguiu criar uma relação épica besta, “malvadizou” a rainha e fez do Chapeleiro um mártir idiota de uma causa mais idiota ainda, que nunca existiu. Outro fato bacana sobre o livro é como Caroll constrói bem a “personalidade” de uma menina de 9 anos. Tim Burton cagou bonito transformando o conto para uma adulta. Isso por si só já teria jogado a obra no lixo, mas ele ainda fez questão de meter um monte de CGs e pronto, piorou ainda mais a coisa.

Mas voltando ao que interessa, resolvi fazer uma lista de releituras que eu gosto de Alice, seja aonde rolou.

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5 games subestimados para SNES

Daí que estes dias eu abro um blog e vejo que uma empresa japa vai lançar um console portátil que roda as antigas fitas do melhor vídeo-game já feito na história da humanidade, o SNES (AKA Super Nintendo). Fui atrás e vi que a empresa é esta. E o brinquedinho é este aí da foto, o tal de SupaBoy, que é um mix de Game-Boy com Super Nintendo.

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Nem precisou ser lançado, mas tá na cara que é o melhor presente do universo. Este “retrô” une a versatilidade que se espera de um portátil, roda jogos de SNES e ainda tem aquele clássico design. Se isto não basta para fazer deste um produto foda, então meu amigo, que o mundo acabe de uma vez.

Desmembrando o site eu me lembrei de como o SNES foi o vídeo-game com maior número de jogos clássicos do planeta. O bicho produziu tantos clássicos que dá pra fazer tranquilamente um Top 100 de clássicos e ainda faltar espaço. E é por isso que, na mesma proporção, muitos jogos que deveriam receber um certo “lugar ao sol” acabaram escondidos, graças a outros games mais aclamados por crítica e jogadores.

Resolvi, então, reunir uma lista com os cinco jogos de SNES que, embora muito bons, nunca receberam a estimação que mereciam. Segue:

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5 erros esdrúxulos de Português

Já fiz o primeiro post e constatei a necessidade de uma lista para iniciar o blog.

Percebendo a dificuldade de digitar em um notebook velho, resolvi iniciar com uma postagem sobre uma coisa que incomoda o mundo das pessoas normais. Veja bem, não sou nenhum PHD em português e nunca me esforcei muito no colégio. Mas, quando digo “pessoas normais”, me refiro na verdade ao básico dos básicos, aquilo que seria obrigação de qualquer um saber.

Segue, então, a lista:

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