fui sequestrado por alienígenas

fui sequestrado por alienígenas ditadores e, enquanto vivo neste ambiente inóspito, distante e hostil, sou obrigado à sobrevivência de modos não convencionais; por isso, trabalho cerca de 86 horas por dia, com minutos de intervalo entre uma jornada e outra. … Continuar a ler fui sequestrado por alienígenas

1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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Ano novo, cara nova

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Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

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Depois

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São Manoel e meu clone – a tulpa

Vocês já leram sobre isso? É um daqueles conceitos sobrenaturais completamente bizarros, que possuí toda uma história estranha por trás e uma justificativa ainda mais estranha.

Pois é, para quem não sabe, Tulpa é um termo extraído do budismo tibetano. O termo faz referência a um ser – objeto ou criatura – criado unica e exclusivamente pela força de vontade de outro indivíduo. Basicamente, a teoria diz que, caso a pessoa racionalize vorazmente determinada coisa, ela tem o poder de cria-la de fato; não exatamente sobre a forma esperada, mas cria algo conhecido como Tulpa. Um exemplo clássico usado recentemente para explicar a Tulpa é o caso de pessoas que viram espíritos; diz-se que, em determinadas situações a pessoa está tão assustada, com tanto medo de efetivamente ver um espírito que, inconscientemente, ela acaba racionalizando a criatura e, assim, criando uma Tulpa e confundido-a com um espírito. O budismo tibetano vai além: diz que a maioria das Tulpas não tem vontade própria, depende da existência do seu criador; só em casos extremos que, dada a “força de vontade” da Tulpa, ela poderá viver depois da morte do criador, sendo assim um ser a parte.

É um conceito utilizado, também, para explicar como determinadas crianças conseguem “ver” coisas que supostamente adultos não podem enxergar. Obviamente, com uma mente mais livre e aberta a criatividade, a força de vontade das crianças em “criar” um objeto é maior e mais fácil. Por isso, sabemos de inúmeras crianças que “materializam” amigos imaginários, espíritos e outras criaturas, muitas vezes extrapolando o limite do irreal e efetivamente acreditando que, de fato, tais seres existem. Bizarro, não? Enfim, dei esta breve explicação justamente para contar um causo antigo que me ocorreu no tão famoso colégio São Manoel, que eu sempre comento por aqui.

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São Manoel e a história das balas invisíveis

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Pois é, galera. Se lembram que eu comentei que iria fazer um tópico especial sobre o São Manoel e as minhas histórias mirabolantes? Acontece que eu percebi que eu era uma criança tão horrível, um aluno tão tosco, que apenas UM post, com uma lista só, era um mero desrespeito às minhas memórias. Resolvi, então, individualizar os contos, como fiz com o “causo” da boneca. São tantas coisas que isso vai render bastante.

Sabem o “alinhamento pessoal” usado para definir personagens em Dungeons & Dragons? Se não sabem, leiam aqui neste link (é interessante esta parada, inclusive para brincar de fazer listas). Resumidamente, se trata de uma série de características ao qual um indivíduo se encaixa em um determinado grupo. Me lembrando do meu passado, eu percebi que fui um aluno completamente insano no colégio. Eu era um chaotic evil tranquilamente, pronto para ver o circo pegar fogo e o caos reinar dentro das dependências acadêmicas. E esta história é bem por aí.

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São Manoel e a história da boneca

Isso é um causo que eu ouvi há muitos anos e resolvi relatar aqui. Como meu fim de semana não foi lá muito emocionante e eu acabei meu Domingo na companhia da porcaria do Fantástico e aquela matéria mais porcaria ainda sobre exorcismo, resolvi contar logo esta história no blog.

Como todos (não) devem saber, sempre fui aficionado por material de terror, sobrenatural, oculto e afins. Não por acreditar (ou desacreditar) em tudo, mas por uma curiosidade bizarra mesmo. Uma das coisas que mais fascina o mundo do oculto é o “universo” das bonecas e bonecos. Talvez por ser um dos brinquedos mais antigos do mundo, envolvidos em alguns rituais mágicos nos tempos antigos, além de brinquedo, o objeto se “culturalizou” com uma imagem meio assustadora. É tão verdade este fato que há uma legião de obras de terror voltadas para isso, como:

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