1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

THE BEST OF OLIMPÍADAS NO RIO DE JANEIRO

as Olimpíadas vieram com tudo e formaram algumas das expressões mais maneiras do universo; o esporte é, definitivamente, um catalizador destes momentos, sobretudo o esporte de elite: permite que expressemos algumas coisas surreais sobre como o corpo e o homem … Continuar a ler THE BEST OF OLIMPÍADAS NO RIO DE JANEIRO

pare o que você está fazendo e vá escutar o novo álbum de Kanye West…

….ou: minhas cinco músicas preferidas nele. um pouco da história sobre, pra quem não sabe, mas que ajuda a decifrar em pormenores o porquê eu estar imperativamente MANDANDO em vocês e no que vocês devem ouvir: Kanye West está ‘fazendo … Continuar a ler pare o que você está fazendo e vá escutar o novo álbum de Kanye West…

Black Starman Bowie – ou: porque perdemos a maior estrela do século

Eu demorei para escrever este texto por vários motivos e, dentre eles, alguns principais: o fato de estar, mais uma vez, postando simultaneamente em dois blogs – o que me levava a tratar sobre o mesmo tema com duas razões … Continuar a ler Black Starman Bowie – ou: porque perdemos a maior estrela do século

Junior Kimbrough on Radio

Chegou a vez de um pouco de Blues, aqui, na rádio mais querida do Brasil! Desta vez quem toca a festa é um cara que eu gosto muito e não é tão conhecido no solo tupiniquim, fazendo uma incursão muito boa entre o antigo Blues do campo e o Blues mais moderno, já com a guitarra elétrica e outros instrumentos das bandas das cidades, quase que numa sintonia perfeita entre os problemas traduzidos nas canções antigas com os problemas traduzidos nas metrópoles. Estou falando dele aí com nome no título, que provavelmente ninguém deve conhecer, mas que manda muito bem … Continuar a ler Junior Kimbrough on Radio

Lapadas do Povo – Casa do Cachorro

Fala, galerinha. Tudo certo com vocês? Aqui está tudo na paz. Por motivos de força maior (trabalho e curso), eu acabei tendo que adiantar este post e optei por deixar o outro que estou finalizando para o final desta semana, já que ele é mais comprido e trabalhoso de escrever, tendo que conferir alguns detalhes e informações antes de publicar. No entanto, esta troca de artigos veio a calhar porque deu espaço a este post logo agora, citando um bar que eu já queria citar faz algum tempo mas nunca tinha me atinado em escrever. E este bar não poderia ser outro: … Continuar a ler Lapadas do Povo – Casa do Cachorro

Bersuit Vergarabat on radio

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Eu disse, eu cumpro. Ta aí outra banda FODA diretamente da Argentina, pouco conhecida aqui. Embora já tenham tocado no território tupiniquim algumas vezes, ainda assim, são pouquíssimas as pessoas que lembram de Bersuit ou sequer sabem de sua existência. Mas, se a gente ignora, na Argentina eles são muito famosos, tem uma porrada de fãs e clipes e, inclusive, já tocaram com o Maradona no palco fazendo uma dancinha bizarra e vestido de tia grávida. Eu sei que eu descobri por acaso, procurando um vídeo no Youtube do Ronaldo, aí achei um que tinha músicas do Bersuit de fundo. Gostei do som e fui atrás.

Eu não sei o porquê do nome da banda, alguns dizem que é um termo, outros que é um mantra, enfim, cada um pensa o que quer. Mas isto pouco importa, afinal, o que é mesmo relevante é o fato de que estes caras tocam muito. Uma mistura de pop, rock, cumbia, tango, sei lá, um pouco de tudo no mesmo som, criam um efeito impressionante e uma variedade incrível de canções diferentes e muito boas. Como de costume, sem muitas delongas, seguem algumas músicas dos caras pra vocês escutarem:

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Invisible on radio

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O nome pode causar certo choque de informação, mas vocês já ouviram Invisible? Não, não é uma banda inglesa ou americana, nada do tipo, mas uma banda argentina! Isto mesmo, Invisible é meio que um rock psicodélico, com inserções de jazz e tango, criando uma banda conceitual muito boa e que, infelizmente, é subestimada no Brasil.

Criada em solo hermano ali por 70 e poucos, Invisible contou com músicos muito bons, como Hector Lorenzo, Carlos Alberto Rufino, Tomás Gubitsch e liderada pelo aclamado musico Luis Spinetta, que é um ícone em solo argentino e pelo mundo mas, inacreditavelmente, não faz muito sucesso no Brasil. Talvez por causa das nossas disputas regionais, vai saber, fato é que poucos brasileiros conhecem o trabalho de Spinetta, que é sublime.

A banda tem 3 álbuns, apenas, e nem durou muito tempo. No entanto, é incrível a qualidade e variabilidade de cada um dos álbuns, assim como as próprias músicas em si, cada uma totalmente criativa e inovadora, funcionando quase como se os álbuns fossem recheados de singles fantásticos. Sem muitas delongas, seguem, abaixo, algumas das minhas músicas preferidas:

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15 sambas de enredo que você deve ouvir

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E eis que voltamos das cinzas, após muitos problemas para postar e, não só eles, por questões pessoais alheias ao blog. Esta semana que se passou foi corrida pra caralho e, como vocês respararam, não deu pra postar absolutamente nada. Eu estou preparando um novo artigo e, enquanto não termino, gostaria de colocar um assunto “polêmico” aqui. Polêmico porque, no geral, a galera tem um preconceito tremendo com o que é conhecido como samba enredo, associando sempre a coisas ridículas do naipe da propaganda do Bis Yogo:

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15 momentos marcantes da música brasileira

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Sim, o post de número 200 haveria de ser especial. E por isto mesmo me consumiu um tempo um pouco maior que o convencional. Tá certo que eu estou fazendo curso, trabalhando, mas era pra ter postado antes, não fosse o fato de demorar pra caralho editar todo este artigo e upar todos os trechos das músicas. Mas, vá lá, valeu a pena.

Eu já vinha discutindo fazer ele faz tempo, mas sabia que demoraria. Então resolvi protelar. Mas, agora, está aí. Ele é simples, mas exigiu muito trabalho braçal, justamente porque consumiu horas entre editar e upar músicas. É uma coisa que eu reparo há faz anos e gostaria de compartilhar. Afinal, creio que não seja só eu que pense isso.

Você nunca parou pra pensar que, em determinadas músicas, há “aquele” momento marcante? As vezes uns poucos segundos, as vezes uns vários segundos mas, enfim, aquela hora que parece que o artista converteu o resultado da obra em um espectro divino e captou que “PUM! Estes poucos segundos vão fazer toda a diferença no mundo!“…e, voilá, um detalhe minucioso converte uma pequena canção em um pedaço quase angelical, atemporal e foda demais para ser esquecido. E é nesta óptica que eu resolvi reunir os 15 momentos da música brasileira que, ao meu ver, expressam isto melhor do que minhas palavras. Não que não existam outros exemplos, claro, mas estes são marcantes demais para passar em branco. Sem mais delongas, segue o post:

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As 10 melhores montagens do funk carioca

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Se você acompanha o blog faz tempo, já deve ter reparado num antigo post que eu fiz, comentando sobre o funk carioca dos anos 90. E hoje, novamente, volto ao tema.

Desta vez não são os grandes nomes como Claudinho e Buchecha ou Marcinho, entre tantos outros; hoje, resolvi fazer uma pequena lista sobre as minhas 10 montagens favoritas. Para quem não sabe, a época das montagens estourou com os bailes de corredor e as equipes de som, como Pipo’s, Cashbox, A Gota, entre tantas outras que sampleavam nas casas noturnas cariocas e faziam o pancadão dos bailes. As monstagens constituiam na ideia de pegar um trecho de audio – podendo ser uma fala, uma música, um discurso, um efeito, o que fosse – e transforma-lo em uma forma de música, junto com as batidas de Voltmix. Isto criou uma série de músicas bizarramente criativas e inovadoras, relembrando uma mistura de Miami Bass americano com uma pitada de criatividade tupiniquim, criando um dos estilos mais marcantes do funk carioca. Sem mais delongas, segue minha lista:

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E agora, José? Até que as diferenças nos separem

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Começou assim, tudo com um momento belo e histórico. O Brasil parou, o mundo viu e as coisas mudaram. Nem tanto quanto a gente esperava, nem tão pouco quanto alguns imaginavam. Mas a coisa continuou, como uma bola de neve, foi crescendo assustadoramente. Um “monstro” que a manifestação das passagens criou e não sabia mais domar. A coisa saiu do controle e o caminho era óbvio: diferenças. Diferenças internas, diferenças externas, violência, discussões, brigas e brigas. O que fazer, afinal? A esquerda – grande maioria no movimento – historicamente ligada ao povo, às causas sociais, às minorias excluídas, tenta, se esforça, mas não parece saber lidar com a situação; é engolida pela mensagem do senso comum e acaba forçando um discurso quase exclusivista e metalinguístico: o movimento que fala para o movimento. Com o aumento da heterogeneidade, a esquerda se perde. Excluiu-se no seu mundo e não sabe o que fazer. E agora, após o turbilhão da efemeridade, como agir, afinal?

A luta das passagens já existe faz anos. Os Blocos não se organizaram anteontem. Estão na briga faz muito tempo, como no caso de Porto Alegre, batendo na tecla dos aumentos e da máfia monopolista das empresa de ônibus, no mínimo, há uns 3 anos. Era sempre a mesma coisa: ninguém ligava; o grosso da massa cagava bonito. Você ia no Centro Histórico da cidade, estavam lá, aqueles mesmos 50, 60 malucos, todos bradando sobre os abusos do sistema público de ônibus, mas ninguém além deles mesmos dava muita bola para aquilo. O pessoal passava, pegava um flyer do movimento, trocava umas palavras com os caras, mas ficava nisto; não parecia ser uma causa próspera, mas a galera não se importava. Continuavam defendendo os seus e os meus direitos, benefícios para o povo. Muitos do que estavam lá vieram oriundos de outras causas sociais; vindos dos coletivos urbanos, DCEs, partidos de esquerda, um grupo de pessoas bem homogêneo, embora não se ache isso. Cumpria o papel pejorativamente conhecido como “esquerda acadêmica“: aquele grupo de indivíduos que estuda, vem de famílias com condições minimante estruturadas, faz faculdades em campos geralmente ligados à área de ciências humanas e participa ativamente da vida política de sua cidade, ora militando em DCEs, ora militando em partidos. Adotam uma vida de contestação participativa desde de cedo. Sua homogeneidade se dá, justamente, pela defesa de uma sociedade com ideais mais voltados ao socialismo. Estudam teóricos da área, leem muito e sabem argumentar sobre; a causa social é consequência de suas escolhas políticas, vendo o povo como um todo, igual nas suas diferenças, entendendo que o socialismo é o caminho da justiça moral e igualitária de uma nação.

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Do macaco ao burro: como construímos uma sociedade de escravos sem escravidão

Eu tive um pouco de receio em fazer este texto, principalmente pela coleta de informações necessárias (um vasto material), mas vamos lá. Tempos atrás eu li dois artigos com temas muito parecidos, ambos muito interessantes, que eu inclusive já postei … Continuar a ler Do macaco ao burro: como construímos uma sociedade de escravos sem escravidão

15 músicas sem música!

Bom, galerinha, daí que eu estou aqui correndo pra terminar um post monstro que eu estou fazendo e, enquanto não consigo publica-lo, resolvi postar uma parada que eu estava ouvindo esta semana e gostei muito. Estava catando músicas de artistas famosos, mas só com o vocal cantado, faixa isolada e ainda sem o instrumental completo no fundo. Eis que eu me deparo com um puta material gigante de várias bandas e gostaria de compartilhar alguns que eu achei interessante; em algum ou outro momento ainda aparece um fragmento do instrumental, alguma linha de baixo, bateria, mas no geral, apenas o … Continuar a ler 15 músicas sem música!

10 frases do Raimundos que educaram uma geração

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Eu já havia feito um tempão atrás um post sobre Raimundos. O meu projeto paralelo, conhecido como Lapadas do Povo, é uma clara homenagem aos Raimundos. Então, seria meio que repetição – mais do mesmo – ficar falando sobre o quão eu acho Raimundos uma banda foda. Mas, para provar isto mais uma vez, eu resolvi fazer um pequeno artigo com as 10 frases do Raimundos que nos educaram e, claramente, reforçam a minha argumentação. Sem mais delongas, segue:

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A bruxa má do Leste morreu!

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Eu jurava que a Margareth Thatcher já tinha morrido há anos, então, confesso que foi uma bizarra surpresa saber que ela morreu de verdade ontem. Parece algo positivo, sei lá, no meu cérebro ela acabou morrendo duas vezes. Uma em sua irrelevância para o mundo e outra em corpo-presente.

Como sempre, rolou aquela choradeira e os mesmos dizeres bem elaborados da mídia mainstream de tentar dar forças de criatura divina a quem não é. A nossa querida revista semanal de comédia, conhecida como Veja, saiu em defesa da senhora, tal qual grande parte do jornalismo brasileiro, tentando encontrar as mais nobres justificativas para imortalizar a bruxa-múmia. Eu, assim como boa parte do mundo, não tenho nada a agradecer a esta que se vai.

Particularmente eu não sei porra nenhuma de economia e não vou ficar dando uma de vlogueiro descolado, tentando falar de assuntos que eu não sei. Fato é que, sobre futebol eu entendo. E Thatcher foi a grande orquestradora, a mãezona do futebol-empresa teatralizado, aquela merda que virou o campeonato inglês, sem torcida alguma e só com uns ricões e turistas e um campeonato plastificado e escroto; parece uma partida de PES da vida real. Ela que, em meados de 80, resolveu combater o problema (que existia de fato) do Hooliganismo com a medida mais imbecil do universo: elitizar o futebol, teatralizar a torcida e acabar com a festa. Modelo, este, que os babacas dos brasileiros bateram palma e adotaram atualmente, como mostra o vídeo abaixo:

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Os 15 álbuns de metal que você deve ouvir

Estes dias eu descobri que o álbum Arise, do Sepultura, estava fazendo 25 anos. Isto mesmo, um quarto de século, a minha idade, um baita tempão, fruto do final dos anos 80 como uma nova escola de (thrash) metal que, inclusive, estourou no Brasil e foi o responsável por alçar um monte de bandas boas, como o próprio Sepultura, ou Korzus, ou Dorsal Atlântica, entre outras.

Me peguei pensando quais seria os 15 álbuns de metal que eu deveria recomendar para uma pessoa, caso ela me perguntasse algum dia sobre o estilo. E resolvi fazer esta lista, sem me preocupar muito com gêneros e tentando colocar de tudo um pouco. Sem mais delongas, segue.

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Meu caro amigo

Daí que faz uns 3 anos e pouco, um grande amigo meu se mudou para Sydney, na Austrália. Como mais um dos milhões de brasileirinhos abalados pela desigualdade latente do nosso grande país tropical, meu amigo foi tentar a sorte do outro lado do mundo, para ver se ficava milionário e retornava para cá podendo curtir a vida tal qual Thor Batista faz. Não aconteceu assim, ok, e ele ainda não está milionário, mas ele resolveu retornar, depois de muito tempo. Eu me peguei pensando, afinal, “porra, faz mais de 3 anos, quase uma Copa do Mundo, este tempo vale … Continuar a ler Meu caro amigo

A morte do Chorão me chocou

Mais do que eu imaginava.

Charlie Brown Jr. - Transpiração Contínua Prolongada (Capa Oficial do Album) CoverBrasil

Eu nunca fui grande fã dos caras e, de fato, desde o Bocas Ordinárias, eu não tinha ouvido mais porra nenhuma que a banda tinha feito. Achava os 3 primeiros cd’s muito bons, mas se você calcular, de uma banda que fez 9 álbuns, é relativamente pouco. Achava o Champignon um músico excepcional, gostava de umas paradas que o Marcão fazia em jam sessions que eu vi por aí, gostava muito da bateria do Pelado e, se você catar na internet, provavelmente vai ver que eu já escrevi que “o Chorão era o músico mais fraquinho da banda“; este foi um dos motivos que eu parei de acompanhar Charlie Brown, alias, depois que todo mundo começou a picar a mula e permanecer só ele. Mas, a morte dele me chocou igual.

Eu nem achava o cara um exemplo de nada, muitas das brigas que ele teve por aí eu achava birrinhas infantis. Tinha um comportamento que todo mundo alega ser sincero, mas que, pelo que eu via, não me agradava na totalidade. Era um cara polêmico por demais; desnecessariamente, as vezes. Mas a morte dele é um choque, não tanto enquanto artista (ao menos para mim), mas muito mais por todo simbolismo que se vem com o ato em si. Sei lá, estas bandas aí, principalmente Charlie Brown Jr., Raimundos e Planet Hemp, encabeçaram o resumo nacional de uma geração, os anos 90, aonde eu cresci. Poderia citar, também, Sepultura, Korzus, e até Replicantes; de outra época, sim, começando nos anos 80, mas que ainda corriam durante minha infância e, inclusive, participaram de muitos festivais famosos dos anos 90. Ainda de outros estilos, Racionais, RZO, ou das internacionais, como RATM ou Pearl Jam. Um somatório de personalidades que se distinguiam em estilos, mas não para a gente. Tudo tocava na rádio, ou o irmão mais velho escutava, alguém ouvia e repassava. Quem cresceu nos anos 90, ao menos de alguma forma, teve contato com toda esta galera.

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Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Postagem do dia 27 de julho de 2012 Marketing Multinível Tem coisa mais escrota no universo que essa merda? Isso chega a ser mais enganador que as próprias Igrejas Evangélicas, que na teoria são o maior sinônimo do mal. A lógica disso é tosca, a resolução é horrível e o argumento pior ainda. “Chega de patrão, venha você mesmo ser dono da sua vida. Fique rico logo!“. Meia dúzia de pilantras e atores vivendo as custas de muitos coitados que, na sua inocência, acreditam na promessa de vida fácil e de capitalizar suas pequenas finanças de uma maneira rápida. É … Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Nota: como eu tinha falado, seguem as postagens do Vida Sem Terno, transferidas para cá. Postagem do dia 27 de julho de 2012 Abertura do Blog Minha nova presepada. Dois blogs pra administrar agora. É isso! Montei uma puta explicação, perdi uns 40 minutos escrevendo, mas achei inútil tudo isso. As postagens falarão sozinhas e pronto, entenda quem quiser entender. Foda-se. O bom seria se o blog não durasse e, logo, tudo fosse sanado. Mas eu sei que não vai acontecer, então, aproveitem! Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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Ano novo, cara nova

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Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

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Depois

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10 memes que eu não vi moral

Como evidenciei no post do dia 17 de fevereiro, a internet é um antro de malucos e maluquices. E é por isso que, neste mundo bizarro de descontrole total, há uma série de coisas que, não adianta você fazer forças, você nunca compreenderá. É o caso de determinados memes que surgem por aí.

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Para quem (ainda) não sabe, meme é um termo utilizado desde 1976, para catalogar uma informação que se passa de uma maneira quase simbiótica de uma pessoa (ou mente) para outra pessoa (ou mente). No mundo da internet, meme virou todo e qualquer tipo de porcaria que se “viraliza” de maneira rápida e sem muito critério. Basicamente, tudo aquilo que nós mostramos a alguém, que vai mostrar pra outra pessoa, que vai assim até todo mundo conhecer, como o caso famoso de Dramatic Chipmunk, ou o Keyboard Cat.

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Diário do Carnaval 2013 – O que aconteceu

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Como vocês já perceberam, eu voltei da minha maratona de Carnaval no Rio de Janeiro. Ficou na cara quando eu postei, logo abaixo, um novo artigo sobre os 20 vídeos que mudaram a minha concepção de vida. Eu iria fazer este artigo sobre a viagem antes, mas precisava de mais tempo, aí acabei deixando para posta-lo agora, com mais calma e informações extras.

Não quis manter o mesmo modelo do ano passado, comentando apenas sobre os blocos que eu mais gostei. Acho que, se fizesse isto, ficaria repetitivo demais e com poucas informações sobre outras coisas que eu acabei fazendo e se desvinculam do Carnaval em si. Desta forma, resolvi fazer quase um relatório de bolso – com muitas fotos – do que aconteceu enquanto eu estava lá.

Sem mais delongas, segue:

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Os 20 vídeos que mudaram a minha concepção de humanidade

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Schopenhauer, em uma entrevista a uma rádio acadêmica da universidade de Krasisbürg (no ano de 1992), questionado sobre o mundo virtual, emendou a seguinte frase: “A internet é a primeira coisa que o homem construiu que o homem não entende, o maior experimento anarquista que nós já vimos“.

Ok, Schopenhauer não disse isto, morreu uma caralhada de tempos antes de sequer surgir a internet. Eu vi isto em um episódio de Criminal Minds e, aparentemente, quem mandou esta frase foi Eric Schimdt, ex-CEO da Google Inc. E não importa muito quem disse esta afirmação, o que importa é o seu tom de realidade. Tão realidade que, se eu colocasse o mesmo primeiro parágrafo mentiroso que fiz num Facebook da vida, é bem provável que em pouco tempo esta frase seria repassada com um puta ar de verdade, levando vários inocentes a acreditar que, em algum momento da história, Schopenhauer tivesse dado uma de Nostradamus e feito uma afirmação real e futurista.

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É carnaval, minha gente

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Eu ia postar umas paradas mas foda-se, é carnaval, ninguém vai ler mesmo, então vou esperar. Como de costume em todo universo tupiniquim, chega este doce período de bebedeiras, festas, folia, samba, música, mais bebedeiras, ressaca, chapeuzinho da Antarctica, desfiles, Globeleza, batucada, cachaça, frituras, comer mal, dormir mal, andar, sambar e fazer o que bem entender. Como disse, nesta época ninguém está nem aí para blog nenhum, ninguém lê nada, os views caem abruptamente e eu fico aqui que nem um otário escrevendo pra ninguém.

Pra evitar o meu desgaste e também o de vocês – até porque eu também estou em ritmo de festa – não vou postar nada que efetivamente demande pensar. Vou fazer como eu fiz outro ano, respeitar a galera e postar 5 sambas-enredo que eu acho fantásticos. Sem mais delongas, segue:

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Revista J’adore

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Frequentemente eu abro mão dos longos textos que eu escrevo e taco aqui no blog algumas paradas que eu conheço por aí, gosto, curto e incentivo. Pouco tempo atrás, divulguei o canal do Zangado e do Molusco, assim como divulguei a feijoada da Tia Elza, AVGN, blog do Flávio Gomes e do Mundo Gump. Uma galera já foi divulgada por aqui e a maioria sequer sabe disso; eu diria que 99,9% nunca soube. Ali no cantinho direito, no final da página, vocês podem ver que eu também divulgo mais um outro monte de gente: Zé Poesia, Bater uma Bola, Porradobol. Muitas e muitas fontes para quem entra no meu blog, que pode passar por aqui e sair em busca de outros ares e mais conhecimento ainda, sem se prender apenas ao material que eu posto. Mas por que eu faço isso?

Continuar a ler “Revista J’adore”

Praia, praia, praia

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E depois do ano novo ficou ainda pior: postei menos. Pois é, porque eu estou na praia!

Durante esta(s) semana(s) muito longa(s) de poucos posts e muita enrolação, vocês continuam aí ansiosamente aguardando o meu retorno, alternando os olhos entre a TV ligada no BBB e o monitor ligado no Blog. Pois vai mais uns bons 3 dias aí sem nada de novo, até o final de semana acabar e eu finalmente retornar da praia. Enquanto isso, fica só a minha dica para quem é do Rio de Janeiro – ou estará lá, durante o mês de janeiro – e quer curtir um bom samba e uma feijoada esperta em um dos bairros mais tradicionais da cidade. Podem ouvir a dica aqui que é quente: baita evento recheado de boa música, uma convidada especial e ainda uma ótima comida, em um Hostel que é muito do caralho. Aproveitem este verão e confiram, em duas datas diferentes:

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Reveillon e a última lista de 2012

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Pois é, galera. Como eu já tinha dito anteriormente, tenho postado menos por causa do fim de ano e desta correria de festas de Natal e Ano Novo. Como não poderia deixar passar em branco, novamente, vou fazer uma lista de despedida do grande ano de 2012.

Vi uma galera por aí fazendo listas sobre “os melhores álbuns de 2012” e gostei da ideia. Nas listas que eu vi, o pessoal fazia sobre os 30 melhores álbuns de 2012, de qualquer gênero. Como eu caguei bonito para as novidades musicais deste ano – até porque só teve merda, assim como não tenho tempo para fazer uma lista com 30 itens em tão pouco tempo, resolvi adaptar.

E é por isto que, neste momento, disponibilizo a lista com as 15 músicas que eu mais ouvi em 2012. Sem mais delongas, aproveitem a virada, bebam, encham a cara e escutem minhas músicas:

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Então é Natal

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E eu não consegui postar tudo que eu queria. Faltou o post sobre o Luiz e sobre o futebol, mas é que eu tive uns trabalhos extras e tal, aí não deu tempo e eu fiquei envolvido na labuta e nos presentes do feriado. Danou-se tudo, vocês vão continuar ai esperando ansiosos.

Mas, para o Natal não passar em branco, gostaria de aproveitar esta gostosa data para postar uma história muito bizarra que eu presenciei uns anos atrás, quando eu passava férias no Rio de Janeiro. Sem mais delongas, segue:

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