fui sequestrado por alienígenas

fui sequestrado por alienígenas ditadores e, enquanto vivo neste ambiente inóspito, distante e hostil, sou obrigado à sobrevivência de modos não convencionais; por isso, trabalho cerca de 86 horas por dia, com minutos de intervalo entre uma jornada e outra. … Continuar a ler fui sequestrado por alienígenas

1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

A bruxa má do Leste morreu!

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Eu jurava que a Margareth Thatcher já tinha morrido há anos, então, confesso que foi uma bizarra surpresa saber que ela morreu de verdade ontem. Parece algo positivo, sei lá, no meu cérebro ela acabou morrendo duas vezes. Uma em sua irrelevância para o mundo e outra em corpo-presente.

Como sempre, rolou aquela choradeira e os mesmos dizeres bem elaborados da mídia mainstream de tentar dar forças de criatura divina a quem não é. A nossa querida revista semanal de comédia, conhecida como Veja, saiu em defesa da senhora, tal qual grande parte do jornalismo brasileiro, tentando encontrar as mais nobres justificativas para imortalizar a bruxa-múmia. Eu, assim como boa parte do mundo, não tenho nada a agradecer a esta que se vai.

Particularmente eu não sei porra nenhuma de economia e não vou ficar dando uma de vlogueiro descolado, tentando falar de assuntos que eu não sei. Fato é que, sobre futebol eu entendo. E Thatcher foi a grande orquestradora, a mãezona do futebol-empresa teatralizado, aquela merda que virou o campeonato inglês, sem torcida alguma e só com uns ricões e turistas e um campeonato plastificado e escroto; parece uma partida de PES da vida real. Ela que, em meados de 80, resolveu combater o problema (que existia de fato) do Hooliganismo com a medida mais imbecil do universo: elitizar o futebol, teatralizar a torcida e acabar com a festa. Modelo, este, que os babacas dos brasileiros bateram palma e adotaram atualmente, como mostra o vídeo abaixo:

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Vida Sem Terno – Arquivos – 31 de outubro de 2012

Postagem do dia 31 de outubro de 2012 O Grêmio e a inauguração da Arena   Quem viu esta? Além de MENTIR DESCARADAMENTE, na medida em que ambos os envolvidos no processo – Odone e Antonini – AFIRMARAM algumas semanas antes que os sócios do clube não pagariam entrada, ou pagariam um valor irrisório, que já estava tudo acertado no contrato com os patrocinadores, estes dois rapazes resolveram ir além: passaram por cima do estatuto do clube. Sim, agora eles vão cobrar entrada para a inauguração, contradizendo o que eles mesmos tinham dito, mas não só isto, descumprem o próprio … Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 31 de outubro de 2012

Vida Sem Terno – Arquivos – 22 de agosto de 2012

Postagem do dia 22 de agosto de 2012 Ao grande atendimento da EA Enfim, tive uma situação recente bem escrota com esses trouxas. Comprei o Battlefield 3 na pré-venda, paguei uma boa grana, estava todo emocionado. Aí instalei aquela naba, beleza, começou funcionando legal. Acontece que, ao chegar em uma das fases da missão Singleplayer, o jogo simplesmente da bug e NÃO DÁ MAIS PRA JOGAR. Ponto. Já fiz download das atualizações, acompanhei todos os fóruns oficiais a respeito do assunto e estou quase há OITO MESES sem resposta. Aí você imagina, teoricamente a maior empresa do ramo, lança o … Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 22 de agosto de 2012

Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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Ano novo, cara nova

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Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

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Depois

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10 memes que eu não vi moral

Como evidenciei no post do dia 17 de fevereiro, a internet é um antro de malucos e maluquices. E é por isso que, neste mundo bizarro de descontrole total, há uma série de coisas que, não adianta você fazer forças, você nunca compreenderá. É o caso de determinados memes que surgem por aí.

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Para quem (ainda) não sabe, meme é um termo utilizado desde 1976, para catalogar uma informação que se passa de uma maneira quase simbiótica de uma pessoa (ou mente) para outra pessoa (ou mente). No mundo da internet, meme virou todo e qualquer tipo de porcaria que se “viraliza” de maneira rápida e sem muito critério. Basicamente, tudo aquilo que nós mostramos a alguém, que vai mostrar pra outra pessoa, que vai assim até todo mundo conhecer, como o caso famoso de Dramatic Chipmunk, ou o Keyboard Cat.

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10 personagens animados nada educativos

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Alguém já deve ter percebido isto, além de mim. Você já notou a quantidade de personagens que passaram por nossa infância (ou que ainda passam), mas que, analisando mais profundamente, são completamente errados? Uma série de desenhos animados que acompanharam a nossa formação de caráter e crescimento moral, por muitas vezes, não auxilia muito no nosso processo de aprendizado.

É incrível que, quando nós somos pequenos, nos proíbem de diversas coisas nas mais diferentes esferas. Nos proibem de ver determinados filmes, assistir determinados programas de televisão, jogar alguns jogos de video-game, mas deixam passar em branco outros muitos programas que, va lá, tirando o humor infantil, são tão ou mais “influências erradas” do que muitos dos objetos proibidos. E é por isto que eu resolvi listar, aqui, aqueles 10 personagens que todo mundo conhece, todo mundo via algum desenho quando novo, mas que ainda assim são completamente errados.

Sem mais delongas, segue a lista:

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Poucos posts e minha aventura no UDK

Daí que vocês perceberam, como a faixa indica, que acontece uma revolução silenciosa no solo brasileiro. Quem pode perceber nas ruas, o clima é de incerteza e caos; muitos protestos tomam conta das capitais. A galera está revoltada mesmo, como há muito tempo não se via, tudo por um único motivo: eu não tenho postado com tanta frequência.

Nas últimas semanas eu tinha 3 postagens para fazer, mas não consegui publicar nenhuma. Acabei publicando, apenas, uma postagem sobre o Black Friday, que nem fazia parte destas 3 postagens. O Luiz tá lá, esperando também para ser postado, mas nada. Tudo isto porque eu resolvi me embrenhar em uma nova aventura chamada UDK.

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100 artigos, ou 10 x 10

Sim, meus caros, demorei bastante mas retornei a postar. O centésimo post não é qualquer post, não poderia ser em vão. Justamente por isso, abdiquei um bom tempo para pensar em algo que, realmente, justificasse a colocação e ficasse com brilho aqui, como uma bela comemoração. Pensei, pensei, pensei, refleti e vi que o melhor a fazer era uma grande compilação.

Basicamente, como o blog é meu e, obviamente, fala de coisas que eu considero relevantes, resolvi neste centésimo post prestigiar diversas homenagens. Para não ficar desordenadamente babaca, ou complicado, resolvi dividir, então, essa bagaça toda em várias subcategorias. O nome do post, alias, já explica. Dividi tudo em 10 itens de 10 categorias, todos ícones que eu julgo importantes. Claro, com um bônus no final. Me comprometi a não explicar nenhuma das escolhas, justamente para deixar aos caros leitores a livre interpretação e opinião de cada um. Sem mais delongas, segue minha lista:

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Não postarei esta semana

Esta semana estou numa correria braba e acho que não conseguirei postar. Volto aos trabalhos muito provavelmente na sexta ou sábado, apenas.

Neste meio tempo, aproveitem para pegar o arquivo e conferir o que já foi feito! Para dar um norte para vocês, cito aqui a lista dos meus 5 posts preferidos:

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As 10 coisas da internet realmente relevantes

A internet é um mar de merda e eu imagino que todo mundo que já tenha tido o menor contato com ela sabe disso. Segundo o que dizem, 70% da internet é pornografia. Dos outros 30%, uns 25% deve ser bobagem absoluta; aí, os 5% que resta, se você souber filtrar bem, uns 2% deve ser algo útil e/ou interessante. Se você inserir nesta conta a Deep Web, que dizem ser muito maior que a internet normal, coisa de uns 500% maior, o cálculo sobre o que é útil fica mais diluído ainda. Digamos que o que presta da internet deve estar na casa dos 0,005%. Lindo, não?

Uma vez eu vi uma frase por aí, algo dizendo mais ou menos assim: “a internet é o primeiro experimento puramente anarquista do mundo“…bom, então a gente pode perceber as principais necessidades do homem através dela; estamos mal na fita. Digamos que, julgando por esta análise, os interesses do homem são bem sórdidos. Ainda mais considerando a Deep Web.

Mas, dentro desta grande bacia de merda, há sempre aquele pessoal que sabe fazer da internet algo útil e interessante, usando esta incrível ferramenta para algo diferente do que ver fotos de acidentes ou gringas nuas. Sempre tem o carinha esforçado para ser reconhecidamente inovador e agregar alguma coisa de útil a nós. Por isso, resolvi fazer uma lista das 10 coisas da internet realmente relevantes. Seja site, seja um artista, humorista, qualquer coisa. Segue:

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As 10 melhores trilhas sonoras de games

Fala, manolos da madrugada.

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Como era de se saber, após tantos tópicos de música e alguns de games, não deve ser novidade para ninguém que eu gosto de ambos os temas. Foi por isso que, desta vez, resolvi unir meus dois gostos.

Como presto atenção nas trilhas dos jogos – e gosto mesmo disso – resolvi fazer um levantamento das minhas 10 trilhas sonoras preferidas. Repare que se referem aos jogos, não a música em si, mas sim ao conjunto da obra; outro detalhe foi priorizar criações próprias, eliminando assim o tão aclamado Rock’n’Roll Racing. Notem, também, que a maioria dos jogos é antigo; isso porque, antigamente, a trilha era um trabalho muito mais minucioso, mesmo contando apenas com os MIDIS, o pessoal se dedicava mesmo. Hoje colocam uma música genérica, um efeito qualquer e pronto, tá feito o áudio.

Sem mais delongas, segue a lista:

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Os 5 blocos de Carnaval que eu fui

Como não era novidade e o post anterior já dizia, fui passar o Carnaval – a grande celebração à carne – no Rio de Janeiro.

É claro que eu passei mal, bruxaria pura, e fiquei todos os dias do carnem levare vergonhosamente doente, me sentindo mal pra caralho, sem poder encher a cara e/ou comer que nem um bicho faminto; qualquer petisco ou cervejinha e parecia que tinham me acertado um murro no estômago. Como não restou a mim fazer um belo levantamento das melhores bebidas da grande festa – como as caipirinhas de barraca – e tampouco dos melhores rangos gordos, restou apenas a doce missão de fazer uma lista sobre os blocos de rua que ocorreram na Cidade Maravilhosa.

Como ocorreram muitos simultaneamente, alguns inclusive quando eu nem estava lá, obviamente eu tive que selecionar os que eu queria presenciar, justamente para poder criar uma dinâmica e estar no momento certo na hora certa, pra não cagar no patê. Casualmente, acabei indo a 5 blocos mesmo. Isto me poupou tempo de escolher “os melhores” que eu fui, porque obviamente, fui só nos melhores. Sim, eu tenho bom gosto e isso me poupa horas e paciência. Ao invés de visitar 25 blocos pra escolher 5, cravei no ponto certo e fiz uma boa escolha, sem me arrepender do cronograma.

Então, sigam-me os bons e vejam:

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Social Vibe

Me inscrevi nesse negócio.

Tá lá embaixo, bem no final do blog. A cada clique que vocês derem naquele link colorido ali, a entidade “ganha” uma porcentagem. Conforme a entidade atingir determinada porcentagem, a meta é computada em dinheiro, que eles podem usar para fazer as ações deles. Escolhi o WWF, porque gosto das propagandas, das camisetas e porque o panda é simpático. Como não conhecia as outras entidades, isso pesou na minha escolha, também.

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Os 5 cases de sucesso da Internet livre

Eu não estou nem aí para os copyrights e quero que o SOPA, o PIPA e o ACTA se fodam. Quero que seus idealizadores tenham mortes dolorosas, que quem apoia isso passe fome e os lobistas por trás dessa indústria sofram torturas infindáveis e dolorosas.

Eu ainda posso reclamar com propriedade sobre esses caras, porque eu compro um monte de cds, dvds, livros e softwares originais. Logo, eu não reclamo sem “conhecer” o outro lado, sou consumidor também e gasto muito com essa indústria cultural toda. Não venho dar uma de moralista de cuecas aqui, crucificando geral, se o meu único intuito fosse promover a discórdia, se eu só usasse produtos piratas e NUNCA tivesse o mínimo interesse em comprar nada original. Compro sim, gasto pra caralho e me sinto no direito de cagar esses trouxas a pau quando eu quiser, porque se a indústria deles efetivamente vem “secando” por causa da pirataria (o que é mentira), eu sou um dos poucos que ainda os “sustenta”.

Além disso, já li Lawrence Lessig, fiz uma porrada de cadeiras de marketing e pesquisa na faculdade, já trabalhei no setor comercial, então me sinto no direito de falar mal de quem eu quiser sobre esse assunto, ainda mais sobre esse discurso moralista hipócrita de “preservar” o criador da obra, como se isso fosse o argumento real pro trás dessas leis ridículas e hipócritas.

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Grandes feitos desprezados pt.1

O ser humano é injusto. Ele tem um singelo hábito de premiar outros seres humanos por supostos “grandes” feitos, como descobrir avanços consideráveis na saúde, avanços revolucionários em tecnologia, avanços chocríveis em matemática teórica, avanços no caralho a quatro. Premiam até idiotas por situações puramente ligadas a volume de idiotice, como é o caso do Guinness Records, que sempre premia “o maior…” de tudo.

No entanto, este mesmo ser humano que passa a vida criando maneiras de premiar, esquece que há uma legião de desocupados na internet que cria os maiores e mais bizarros métodos de se destacar em qualquer que seja a situação, mas acaba fadado ao limbo de “nenhum prêmio”, porque não há categoria que os dignifique a genialidade de seus feitos. São estes pequenos heróis urbanos que serão listados aqui, pessoas como eu, ou você, que fazem da vida um lugar mais desafiador:

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Criações legais com inspiração em Mario

Sim, Mario, o jogo aquele. Não a piada besta.

Mario é um famoso personagem de video-game, criado pelo mítico japa Shigeru Miyamoto, mascote da companhia Nintendo. Segundo a Wikipedia: Mario é retratado como um encanador baixo, que vive no Reino dos Cogumelos (Mushroom Kingdom). Ele tem a missão de resgatar a Princesa Peach capturada pelo seu inimigo Bowser em seus diversos planos e salvar o Reino dos Cogumelos. Mario também tem outros inimigos e rivais, como Donkey Kong (em poucos jogos) e Wario

O personagem surgiu em meados dos anos 80, com o lançamento do primeiro game, aonde Mario tinha que resgatar a princesa Peach do malvado (na época) Donkey Kong. Um fato curioso é que o chapéu adicionado na cabeça dele, que depois viraria um símbolo, só foi colocado ali porque os programadores não tinha recursos para fazer o cabelo esvoaçar quando ele pulava. Desde o seu surgimento até hoje, Mario já estrelou mais de 80 jogos, dentre vários estilos, como de plataforma, corrida, luta, RPG, aventura, etc.

Mario, ao longo dos anos, cresceu muito além do viciante joguinho de plataforma; se tornou uma das figuras mais facilmente reconhecidas no mundo. Mesmo quem não joga video-game sabe quem é ele ou já viu por aí. Se o Papa é Pop, Mario é mais ainda. É tão Pop que ultrapassou a barreira dos gamers e virou um ícone universal, reconhecido por gente que não sabe nem ligar um aparelho eletrônico; alias, se você tacar “mario” no Google, é difícil achar outro que não seja ele. Obviamente, como bom ícone Pop, Mario expandiu as esferas de mídia e passou a ser idolatrado por uma trupe de pessoas que, mais e mais, fazem maluquices para provar a sua condição de “fã”. Resolvi fazer uma lista de coisas bizarras que eu já vi o pessoal fazendo sobre Mario, seja o próprio personagem ou referências aos jogos do mesmo.

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As melhores releituras de Alice

Sou grande fã das duas obras de Lewis Caroll, Alice no País das Maravilhas e Alice através do Espelho.

Li uma porrada de vezes o livro e acho o poema do Jaguadarte (Jabberwoccky) uma das coisas mais geniais já escritas. Lewis Caroll foi o super-gênio da escrita onírica, criando com uma perspicácia ímpar o universo dos sonhos e, além de tudo, soube interpretar muito bem as condições de época – Inglaterra Vitoriana – e da idade de sua personagem fictícia, Alice.

Caguei e andei praquele papo sobre ele ser apaixonado pela filha do amigo, Alice Liddell, também de 9 anos, porque isso é intriga de barraqueiro que quer aparecer diminuindo o talento dos outros; o legítimo argumentum ad hominem de gente fraca. Fato é que o cara construiu uma obra genial e inigualável.

Uma das melhores coisas sobre as obras de Alice é justamente o fato de ser sobre um mundo onírico, dando a possibilidade de algumas interpretações livres e, consequentemente, releituras deveras interessantes. Confesso que achei escrota aquela adaptação do Tim Burton, porque ele conseguiu fazer tudo justamente ao contrário e tentar dar uma “nova cara” ao que justamente era essencial. Um dos melhores fatores de Alice (original) é que foge a regra de maniqueísmos toscos, não existe bem e mal, nem heróis e vilões…é todo mundo louco e sem raciocínio lógico, como o Chapeleiro! Tim Burton conseguiu criar uma relação épica besta, “malvadizou” a rainha e fez do Chapeleiro um mártir idiota de uma causa mais idiota ainda, que nunca existiu. Outro fato bacana sobre o livro é como Caroll constrói bem a “personalidade” de uma menina de 9 anos. Tim Burton cagou bonito transformando o conto para uma adulta. Isso por si só já teria jogado a obra no lixo, mas ele ainda fez questão de meter um monte de CGs e pronto, piorou ainda mais a coisa.

Mas voltando ao que interessa, resolvi fazer uma lista de releituras que eu gosto de Alice, seja aonde rolou.

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5 games subestimados para SNES

Daí que estes dias eu abro um blog e vejo que uma empresa japa vai lançar um console portátil que roda as antigas fitas do melhor vídeo-game já feito na história da humanidade, o SNES (AKA Super Nintendo). Fui atrás e vi que a empresa é esta. E o brinquedinho é este aí da foto, o tal de SupaBoy, que é um mix de Game-Boy com Super Nintendo.

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Nem precisou ser lançado, mas tá na cara que é o melhor presente do universo. Este “retrô” une a versatilidade que se espera de um portátil, roda jogos de SNES e ainda tem aquele clássico design. Se isto não basta para fazer deste um produto foda, então meu amigo, que o mundo acabe de uma vez.

Desmembrando o site eu me lembrei de como o SNES foi o vídeo-game com maior número de jogos clássicos do planeta. O bicho produziu tantos clássicos que dá pra fazer tranquilamente um Top 100 de clássicos e ainda faltar espaço. E é por isso que, na mesma proporção, muitos jogos que deveriam receber um certo “lugar ao sol” acabaram escondidos, graças a outros games mais aclamados por crítica e jogadores.

Resolvi, então, reunir uma lista com os cinco jogos de SNES que, embora muito bons, nunca receberam a estimação que mereciam. Segue:

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