1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

Black Starman Bowie – ou: porque perdemos a maior estrela do século

Eu demorei para escrever este texto por vários motivos e, dentre eles, alguns principais: o fato de estar, mais uma vez, postando simultaneamente em dois blogs – o que me levava a tratar sobre o mesmo tema com duas razões … Continuar a ler Black Starman Bowie – ou: porque perdemos a maior estrela do século

Vida Sem Terno – Arquivos – 28 de julho de 2012

Postagem do dia 27 de julho de 2012 A prefeitura dos bundões Como comentei no meu outro blog, a prefeitura da cidade de Porto Alegre resolveu dar, novamente, o ar da sua graça. Daí que o SMIC saiu de novo pras ruas para fechar alguns bares por aí. Um deles, o saudoso Bambus. Sabe qual o argumento usado pela SMIC para fechar o bar? Este: “Aglomeração de pessoas em frente ao estabelecimento, consumo de bebidas fora do local, frequentes brigas e algazarras dos frequentadores“ Todo mundo sabe que, para um bar ficar aberto, ele deve corresponder a uma série de exigências. Estas … Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 28 de julho de 2012

Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Nota: como eu tinha falado, seguem as postagens do Vida Sem Terno, transferidas para cá. Postagem do dia 27 de julho de 2012 Abertura do Blog Minha nova presepada. Dois blogs pra administrar agora. É isso! Montei uma puta explicação, perdi uns 40 minutos escrevendo, mas achei inútil tudo isso. As postagens falarão sozinhas e pronto, entenda quem quiser entender. Foda-se. O bom seria se o blog não durasse e, logo, tudo fosse sanado. Mas eu sei que não vai acontecer, então, aproveitem! Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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Ano novo, cara nova

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Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

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Depois

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Os 20 vídeos que mudaram a minha concepção de humanidade

schopenhauer

Schopenhauer, em uma entrevista a uma rádio acadêmica da universidade de Krasisbürg (no ano de 1992), questionado sobre o mundo virtual, emendou a seguinte frase: “A internet é a primeira coisa que o homem construiu que o homem não entende, o maior experimento anarquista que nós já vimos“.

Ok, Schopenhauer não disse isto, morreu uma caralhada de tempos antes de sequer surgir a internet. Eu vi isto em um episódio de Criminal Minds e, aparentemente, quem mandou esta frase foi Eric Schimdt, ex-CEO da Google Inc. E não importa muito quem disse esta afirmação, o que importa é o seu tom de realidade. Tão realidade que, se eu colocasse o mesmo primeiro parágrafo mentiroso que fiz num Facebook da vida, é bem provável que em pouco tempo esta frase seria repassada com um puta ar de verdade, levando vários inocentes a acreditar que, em algum momento da história, Schopenhauer tivesse dado uma de Nostradamus e feito uma afirmação real e futurista.

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10 personagens animados nada educativos

Mr Burns

Alguém já deve ter percebido isto, além de mim. Você já notou a quantidade de personagens que passaram por nossa infância (ou que ainda passam), mas que, analisando mais profundamente, são completamente errados? Uma série de desenhos animados que acompanharam a nossa formação de caráter e crescimento moral, por muitas vezes, não auxilia muito no nosso processo de aprendizado.

É incrível que, quando nós somos pequenos, nos proíbem de diversas coisas nas mais diferentes esferas. Nos proibem de ver determinados filmes, assistir determinados programas de televisão, jogar alguns jogos de video-game, mas deixam passar em branco outros muitos programas que, va lá, tirando o humor infantil, são tão ou mais “influências erradas” do que muitos dos objetos proibidos. E é por isto que eu resolvi listar, aqui, aqueles 10 personagens que todo mundo conhece, todo mundo via algum desenho quando novo, mas que ainda assim são completamente errados.

Sem mais delongas, segue a lista:

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15 coisas que Niemeyer vivenciou e nós não

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Daí que morreu o cara (1907 – 2012). Era meio óbvio, tirando as piadas de imortalidade, todo mundo sabia que ele já estava malzão e só esperando a hora derradeira mesmo. Como toda “celebridade” que bate as botas, rola aquela comoção meio que geral de todo mundo triste e comentando a situação; inclusive com muita gente falando coisas do tipo “tadinho, que mundo injusto! Logo agora pra ele morrer!“.

Porra, como assim???!!

O cara tinha 104 anos e estava prestes a fazer 105, viveu mais que 95% da população mundial viverá e permaneceu lúcido e criativo durante todo tempo. Não há muito o que se lamentar por Niemeyer porque, certamente, a vida dele foi (e será) mais foda do que grande parte da população mundial; aproveitou serenamente e, enfim, acabou. Ponto final. E é por isso que, pra fazer justiça, resolvi elencar 15 eventos que Niemeyer teve o oportunidade de presenciar em vida e nós não, dando base ao meu argumento e reforçando a ideia de que, mesmo com a “inesperada” morte, este cidadão teve uma das vidas mais recheadas do planeta, compartilhando momentos históricos únicos que nenhum de nós teve ou terá a oportunidade de ver; um grande museu vivo. Segue:

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As 10 melhores do Epic Battles of History

Este é um post que já estava pronto há tempos, mas “Os 7 dias de Luiz” acabou aparecendo primeiro. Pra dar um descanso pro Luiz, enquanto eu finalizo os textos que faltam, vai aqui uma lista de uma parada que eu gosto bastante. Para quem não conhece, este é um famoso canal de youtube, criado por Nice Peter e EpicLLOYD, que faz umas paródias muito bem boladas, aonde supostamente reúnem-se duas figuras históricas (fictícias ou não) para uma batalha de rap. Eu, pessoalmente, sugiro ver todas. Mas, como sou sou um cara bacana, separei as minhas dez preferidas na lista abaixo. Quem ainda quiser dar uma força pros caras, porque obviamente esta é a fonte de renda deles, pode comprar as músicas neste link. Sem mais delongas, segue a lista:

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Os 7 dias de Luiz – O segundo passo

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Luiz finalmente havia terminado sua lista. Depois de muitas horas concentrado em seu projeto, algumas pesquisas e várias decisões, estava completamente exausto. Sua noite tinha sido longa, muito intensa e incomum, ele não estava acostumado com tantas informações em um dia de semana qualquer. Estirou-se pela cama da maneira como estava e logo dormiu, sem nem perceber o sol já iluminando sua janela, muito menos o barulho do trânsito matinal, misturado com os insistentes passarinhos que se acumulavam em uma grande árvore em frente ao seu prédio. O celular foi o primeiro a acusar os sinais da “nova vida” de Luiz; foram poucas as horas de sono que conseguiu descansar em absoluta paz, antes de seu chefe começar a procura-lo insistentemente, lotando a caixa de mensagens do telefone rapidamente. Queria saber aonde andava o funcionário exemplar, pois já estava algumas horas atrasado e não dava sequer um sinal de vida. Precisavam dele na empresa para, como sempre, resolver os problemas (urgentes e) alheios. Luiz, por sua vez, pouco reparava no celular vibrando e piscando incessantemente na escrivaninha; dormia, após muitos anos, como realmente deveria. Sua primeira conquista a ser reparada, de fato, não passou nem perto da lista que tinha acabado de criar, mas sim em um descanso digno, leve, sem obrigações e horários. Sua primeira vitória, afinal.

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The Who on radio

Este é mais um daqueles tópicos de quando eu estou atrolhado de coisas e sem muito tempo para postar. Esta semana, a banda escolhida para ocupar meu radio é o The Who.

Grandes pioneiros, transformando os concertos de rock em verdadeiras peripécias cheias de efeitos e energia, assim como foram os responsáveis por introduzir no cenário mainstream o conceito de “ópera rock”, quando apresentaram ao mundo com o famoso e aclamado filme Tommy.

São considerados, por alguns, como os “pais do punk”, por apresentarem a base musical do que, no futuro, viria a ser o denominador comum do estilo; ao introduzir um som mais “pesado”, com uma potência musical maior, cheia de power chords e temas como a rebelião juvenil, definiram a história como bem queriam. Foram ainda responsáveis por dar o nome do conjunto Led Zeppelin, na medida que o baterista Keith Moon, com sua ironia inconfundível, comentou que a banda “voaria como um balão de chumbo“. Keith Moon é também responsável por algumas severas críticas a Ringo Star, entre outras personalidade.

Sem mais delongas, segue a lista:

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O meu final de Avenida Brasil

É novela, foda-se. Todo mundo viu a última semana, quem não viu está mentindo. Avenida Brasil teve seus méritos, sim, principalmente neste mundo obscuro e repetitivo de novelas iguais; trouxe alguns novos olhares para este tipo de programa que, até então, tinha um público alvo bem específico: vovós e donas de casa.

A inclusão de personagens dúbios, de histórias mais “densas” e a participação espetacular de alguns atores – como o José de Abreu, na foto aí de cima – trouxeram uma dinâmica meio “série americana” para a novela, que justamente, acabou agradando gregos e troianos, fez a galerinha acompanhar até o último segundo e, claro, refortaleceu um gênero que ano a ano perdia Ibope e estava estagnado na mesmice. Mas, Avenida Brasil também teve seus momentos de “novela velha” e, como padrão do gênero, não perdeu a oportunidade de ter um finalzinho água com açúcar para agradar as titias e todo mundo acabar feliz com a sua condição humana. Pecou aí, poderia justamente chutar o balde e extrapolar o limite do tédio, causar e ter um final épico; mas garantiu o seu porto seguro. Como já era um fenômeno, mesmo antes do final, não arriscou. Em time que está ganhando não se mexe, afinal.

E é por isso que eu resolvi fazer o meu final, como realmente deveria ter sido, muito mais sagaz e inovador. Segue:

Continuar a ler “O meu final de Avenida Brasil”

Os 5 melhores filmes handmade

Bom, galera, como vocês sabem, eu posto em outro blog (link aqui). Como eu estou sem tempo e vocês perceberam que eu não atualizo faz tempos, vou copiar o post que fiz lá esses tempos. Veja, na íntegra.

“Ok, eu confesso que eu não sei se é este o nome, mas tudo bem, vá lá. Na falta de uma nomenclatura correta, resolvi usar o termo “handmade” (ou algo como, “feito a mão”) para descrever estes filmes que entupiram as estreias nos últimos anos. Aqueles famosos filmes pseudo-documentários, ao qual supostamente são feitos para imitar uma gravação real, que explodiram como sucesso depois do fenômeno “A bruxa de Blair”.

Eu sou muito fã desse tipo de filme, dos mais ruins aos mais ousados, então, por isso, resolvi desenvolver a minha lista com os 5 melhores filmes do gênero. Segue:

Continuar a ler “Os 5 melhores filmes handmade”

Os 10 melhores episódios de South Park

Então, tive problemas com o outro post e não consegui termina-lo ainda. Para não deixar o blog terrivelmente vazio, resolvi deixar aqui um post meu do outro blog que eu participo. Segue, então, na íntegra:

“Ok, o South Park não é filme, nem cinema (embora já o tenham feito), mas merece sua menção. Dado o sucesso atual, parece que de uma hora pra outra South Park despontou como o melhor desenho da atualidade. Ficava ali entre um limbo, aonde todo mundo lembrava de Family Guy, Simpsons, mas deixava South Park passar em branco.

Do nada, a galera acordou pra vida e todo mundo passou a ver e gostar deles. O grande mérito da série está na evolução surpreendente. Diferente dos concorrentes, South Park amadureceu, ao longo dos anos, invocando mais sensibilidade e profundidade aos personagens, na medida que criava histórias cada vez mais mirabolantes e, mesmo assim, não precisava contar com um núcleo bem específico de personagens (carismáticos) principais, equilibrando bem todos os envolvidos na série.

Recentemente revi todas as temporadas – menos a primeira, que é muito ruim – e resolvi fazer este artigo. Como eles estão prestes a lançar a nova temporada e o canal VH1 vai passar um especial dos 15 melhores episódios escolhidos pelos próprios autores, resolvi fazer o meu top 10. Segue:

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100 artigos, ou 10 x 10

Sim, meus caros, demorei bastante mas retornei a postar. O centésimo post não é qualquer post, não poderia ser em vão. Justamente por isso, abdiquei um bom tempo para pensar em algo que, realmente, justificasse a colocação e ficasse com brilho aqui, como uma bela comemoração. Pensei, pensei, pensei, refleti e vi que o melhor a fazer era uma grande compilação.

Basicamente, como o blog é meu e, obviamente, fala de coisas que eu considero relevantes, resolvi neste centésimo post prestigiar diversas homenagens. Para não ficar desordenadamente babaca, ou complicado, resolvi dividir, então, essa bagaça toda em várias subcategorias. O nome do post, alias, já explica. Dividi tudo em 10 itens de 10 categorias, todos ícones que eu julgo importantes. Claro, com um bônus no final. Me comprometi a não explicar nenhuma das escolhas, justamente para deixar aos caros leitores a livre interpretação e opinião de cada um. Sem mais delongas, segue minha lista:

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20 pistolas e revólveres para colecionar

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Daí que eu participei de uma saudável discussão na internet sobre o fato de se ter (ou não) armas, suas implicações na sociedade atual e toda essa questão social que vem atrás do argumento “possuir uma arma“. Grandes merda, porque o meu post não é sobre isso. Fato é que, com a discussão, me lembrei de como o ser humano cria as mais diferentes maneiras de matar, usando dos mais requintados e bonitos artifícios. Não se trata só de criar um mecanismo para poder atirar, mas sim de toda beleza inerente do processo, a poesia da morte. Uma arma, antes de tudo, tem que ser bela.

E é justamente por causa disso que este post surgiu. Olhando um outro blog em questão, vendo esta belíssima Taurus, resolvi elencar as 20 pistolas e revólveres que me fariam ter uma coleção de armas. Não para justificar o argumento de “auto-defesa” ou algo do gênero, mas sim pela beleza do equipamento em si; vou evitar os comentários sobre cada arma, porque as fotos falarão sozinhas. Segue:

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Os 5 melhores seriados que eu acompanhei

Fala sério, seriado é cultura popular.

Com o advento de todo aparato, da tecnologia e dos investimentos pesados dos canais de TV, mais ou menos nas décadas de 70/80, a criação de bons seriados é uma constante quase irredutível. Toda hora aparece, por aí, alguma série boa e cheia de peculiaridades que prendem milhões de pessoas a frente da TV por uns bons anos.

Alguns, inclusive, gerando uma legião de fãs tão fiéis que fica difícil explicar quanto ao fim de alguma série e seus motivos; foi o caso de Law & Order, que mesmo com o fim faz uns 2 anos, até hoje pululam abaixo-assinados pedindo a volta da série. Ou o tão aclamado Arquivo-X, gerando uma movimentação tão grande no seu Season Finale, que se tornou um verdadeiro épico. Tamanha era a relação do seriado com o público que, culturalmente, a presença dele continua importante até hoje, permeando o imaginário popular sobre o que se define com o tema terror/ficção científica. Afinal, o que vem a cabeça quando escuta isso?

Algumas séries são tão marcantes, tão significativas, que fica injusto eu entrar aqui no meu blog e perceber que até hoje em não tinha feito uma breve lista sobre isso. Então, chegou a hora. As 5 melhores séries que eu já vi, cada qual ganhando uma breve explicação. Segue:

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5 shows de rock que você deve assistir

Fiz um post foda no meu outro blog (entrem!). Tão foda que é justiça reproduzi-lo, aqui, na integra. Segue:

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Gosto de filmes e gosto de música. Alguns shows são tão marcantes que extrapolam a barreira artística ao qual se enquadram, “saem” do universo musical e valem ser assistidos, também pela música, mas além de tudo pelas imagens criadas, por toda iconografia em volta do espetáculo em questão. Por isso, claro, além de obras musicais, poderiam muito bem ser enquadrados em qualquer categoria de filme, sendo verdadeiras obras de arte tanto em sons, quanto em imagens.

Resolvi, então, fazer um breve levantamento dos 5 shows de rock que eu considero os maiores exemplos disso:

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5 obras infantis muito macabras

Você já reparou nisso? Eu já. Existe um monte de obras infantis que, mesmo com o argumento óbvio de ser uma obra “para crianças“, possuí um grau de estranheza tão grande que, notavelmente, poderiam encabeçar qualquer lista para adultos. Algumas nem são classificadas como “infantil“, mas são normalmente associadas a elementos lúdicos e a, supostamente, alegria e felicidade.

No entanto, analisando mais a fundo, vemos que os criadores exageraram nas droguinhas e criaram um universo totalmente soturno. Seja pela soma dos elementos, pela execução, pelo tema, o que for, você olha aquela obra e fica pensando “só eu acho isso bizarro demais?“. Pois não, eu também acho. E garanto que muito mais gente concorda.

Resolvi, então, fazer uma lista com as 5 obras infantis que eu considero muito macabras. Antes de começar, acho justo deixar claro que não acho nenhuma das obras essencialmente ruins. Muito pelo contrário, sou fã de todas. Mas, isso não anula o que eu penso sobre elas e como, por vezes, elas são excêntricas em demasia. Siga:

Continuar a ler “5 obras infantis muito macabras”

O pior aniversário do mundo

Salve, salve, amigos do blog.

Com esta entrada estilo Pedro Bial, informo que eu estou de volta e com tempo para postar novamente. Então, o recesso da semana passada está oficialmente encerrado! Graças aos meus milhões de fãs que resistiram bravamente em uma semana sem nenhuma novidades e muito tédio, a equipe ListadeLucas esta de volta com novas postagens e muitos assuntos!

Continuar a ler “O pior aniversário do mundo”

As 5 piores continuações que eu já vi

Troll 2 2

Como disse que não teria tempo para postar esta semana, vou adaptar um artigo feito por mim, do outro blog que eu participo (cliquem e vejam)! Segue:

Seguindo o post sobre as continuações sem nenhuma lógica aparente, só para gerar uma renda extra para meia dúzia de exploradores, resolvi postar, então, as 5 continuações mais horríveis que eu já tive o desprazer de ver.

Vale lembrar que eu desconsiderei continuações puramente nonsense, como o caso dos Jasons da vida, porque perder o tempo comentando sobre elas seria demais.

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Não postarei esta semana

Esta semana estou numa correria braba e acho que não conseguirei postar. Volto aos trabalhos muito provavelmente na sexta ou sábado, apenas.

Neste meio tempo, aproveitem para pegar o arquivo e conferir o que já foi feito! Para dar um norte para vocês, cito aqui a lista dos meus 5 posts preferidos:

Continuar a ler “Não postarei esta semana”

Simon´s Cat

Seguindo o post dos gatos, alguém já viu este canal do Youtube? Este canal é baseado em um famoso vídeo:

Pois é. Alguém teve a grande ideia, pegou o vídeo aí de cima e criou uma série de curtas – muito bons – sobre gatos. Em especial, o gato de Simon.

São curtas pequenos, cerca de dois minutos, esboçando situações do cotidiano da vida de quem tem e/ou convive com gatos. Vale a pena ver porque, embora o desenho simples, a execução é muito bem feita! O artista soube captar a essência da coisa, fez um projeto muito legal e que ficou muito bom! Segue:

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5 programas de terror esquecidos

A TV se renova todo dia. Se tem uma mídia dinâmica, é ela. Mesmo com suas limitações de interação, seus problemas de encarar vários públicos diferentes em um mesmo horário e espaço, o conservadorismo que ataca os grandes grupos de canais, não importa o que seja, a cada dia há algo de novo e diferente na TV.

Não a toa, até hoje, ainda serve como referência para para qualquer conteúdo. Se “passou na TV“, é porque tem credibilidade. E, por isso, mesmo com a queda de audiência dos canais nos últimos anos, dando espaço a entrada da internet e a filmes em DVD, ainda assim, a TV convencional é respeitada.

Uma das coisas que ganhou mais espaço recentemente foram os programas sobrenaturais, principalmente na grade de canais científicos, como Discovery e National. O tema, explorado a exaustão, não é de hoje. E por isso, alguns – ótimos – programas foram esquecidos com o tempo, fadados a ficarem na memória. Como sempre gostei e acompanhei o assunto, venho aqui fazer justiça com eles, elencando os 5 programas de terror que eu mais gostei e ninguém lembra:

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As 10 coisas da internet realmente relevantes

A internet é um mar de merda e eu imagino que todo mundo que já tenha tido o menor contato com ela sabe disso. Segundo o que dizem, 70% da internet é pornografia. Dos outros 30%, uns 25% deve ser bobagem absoluta; aí, os 5% que resta, se você souber filtrar bem, uns 2% deve ser algo útil e/ou interessante. Se você inserir nesta conta a Deep Web, que dizem ser muito maior que a internet normal, coisa de uns 500% maior, o cálculo sobre o que é útil fica mais diluído ainda. Digamos que o que presta da internet deve estar na casa dos 0,005%. Lindo, não?

Uma vez eu vi uma frase por aí, algo dizendo mais ou menos assim: “a internet é o primeiro experimento puramente anarquista do mundo“…bom, então a gente pode perceber as principais necessidades do homem através dela; estamos mal na fita. Digamos que, julgando por esta análise, os interesses do homem são bem sórdidos. Ainda mais considerando a Deep Web.

Mas, dentro desta grande bacia de merda, há sempre aquele pessoal que sabe fazer da internet algo útil e interessante, usando esta incrível ferramenta para algo diferente do que ver fotos de acidentes ou gringas nuas. Sempre tem o carinha esforçado para ser reconhecidamente inovador e agregar alguma coisa de útil a nós. Por isso, resolvi fazer uma lista das 10 coisas da internet realmente relevantes. Seja site, seja um artista, humorista, qualquer coisa. Segue:

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Heleno de Freitas on cinema

Fala, povo malvado.

Como estou em São Paulo e não tenho tempo de postar, vou pegar um artigo meu do outro blog ao qual eu participo, sobre o lançamento do filme de um dos maiores jogadores de todos os tempos e que eu considero muito importante a história do futebol mundial. Ta aí a prévia sobre Heleno de Freitas, o craque galã!

Está próximo, Heleno de Freitas

Posted on março 3, 2012

O livro de Marcos Eduardo Neves, da editora Ediouro, dizia já no título, para todo mundo entender: nunca houve um homem como Heleno.

Mas quem foi o cidadão? Heleno de Freitas, ou Gilda, o craque galã, o artista da bola, jogador famoso da época mais gloriosa do Botafogo. Um dos melhores atacantes da década de 40, considerado um dos melhores jogadores até hoje. Heleno de Freitas foi considerado o primeiro “bad boy” do futebol nacional, o “pai” de todos Edmundos e Adrianos da vida.

Conhecido pela habilidade única, mas também pelo comportamento explosivo. Habilidade, esta, que nos trouxe histórias épicas no futebol, como o conto ao qual Heleno driblou todo time, mas não fez o gol porque achou a jogada feia demais. O comportamento explosivo, que também trouxe histórias do mesmo nível, como a briga após uma partida entre Botafogo x Fluminense, que Heleno deu uma surra em um torcedor adversário por fazer um comentário desnecessário.

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As cenas musicais de David Lynch

Este artigo foi publicado por mim no blog proximasessao, uns tempos atrás.

Como fiz recentemente um post sobre Salvador Dalí, resolvi re-postar este artigo aqui no meu outro blog, porque David Lynch é outro artista que eu acho muito bom em toda sua carreira, sem cometer nenhuma falha ao longo de todos os projetos que se propõe a fazer. Então, segue o post retirado de lá, com as devidas adaptações para cá; só acrescentei mais um item que me lembrei estes tempos:

“Resolvi fazer uma coletânea de uma das cenas mais características do tal “universo lynchiano”, presente em quase todos os projetos do diretor. A cena consiste em um personagem específico tocando alguma música para um tipo de platéia (visível ou não). Notem que o personagem cantor sempre parece deslocado do resto, quase como um ser superior.

Continuar a ler “As cenas musicais de David Lynch”

As 15 melhores obras de Salvador Dalí

Gosto muito da obra de Salvador Dalí. Acho-o mega foda, um daqueles poucos artistas que considero toda a carreira impecável.

Gosto do fato dele misturar universos oníricos, mundos surreais e situações não convencionais, com uma técnica muito apurada, muita precisão no pincel e realismo nas texturas. Consegue fazer algumas pinturas efetivamente parecerem “saltar” da tela, com um efeito de profundidade e noção de espaço muito bacanas, além de criar uma perspectiva muito interessante.

Ainda criou um universo de fãs, que fez uma porrada de objetos baseados em sua obra, como estes produtos – alguns de colecionador – todos feitos sobre pequenas situações frequentes em suas pinturas, como os relógios derretidos, a grande boca ou o olho estilizado:

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Social Vibe

Me inscrevi nesse negócio.

Tá lá embaixo, bem no final do blog. A cada clique que vocês derem naquele link colorido ali, a entidade “ganha” uma porcentagem. Conforme a entidade atingir determinada porcentagem, a meta é computada em dinheiro, que eles podem usar para fazer as ações deles. Escolhi o WWF, porque gosto das propagandas, das camisetas e porque o panda é simpático. Como não conhecia as outras entidades, isso pesou na minha escolha, também.

Continuar a ler “Social Vibe”

Os 10 melhores vilões que eu já vi

Ia fazer uma outra lista, mas devido à mão de obra vou ter que dedicar mais tempo nela e postarei logo na sequência.

Vinha pleiteando a lista dos vilões faz um tempo, então acho que chegou o momento dela. Vou fazer algumas considerações que acho relevantes, como por exemplo, o fato de me fixar em VILÕES. Alex deLarge do Laranja Mecânica, ou Hannibal Lecter do Silêncio dos Inocentes, por exemplo, não entram, visto que eles representam muito mais um anti-herói do que propriamente um vilão. Reuni personagens de filmes, séries e livros, os dez mais que eu considero no geral. Provavelmente, em um futuro, farei uma “parte 2” ou qualquer coisa do tipo, porque foi um trabalhão considerar APENAS 10 personagens dentre tantas obras no mundo tudo. Há muito cara mau muito bem-feito nas artes, que também merecia ser listado aqui.

Sem  mais delongas, que seja feita a lista:

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Os 5 cases de sucesso da Internet livre

Eu não estou nem aí para os copyrights e quero que o SOPA, o PIPA e o ACTA se fodam. Quero que seus idealizadores tenham mortes dolorosas, que quem apoia isso passe fome e os lobistas por trás dessa indústria sofram torturas infindáveis e dolorosas.

Eu ainda posso reclamar com propriedade sobre esses caras, porque eu compro um monte de cds, dvds, livros e softwares originais. Logo, eu não reclamo sem “conhecer” o outro lado, sou consumidor também e gasto muito com essa indústria cultural toda. Não venho dar uma de moralista de cuecas aqui, crucificando geral, se o meu único intuito fosse promover a discórdia, se eu só usasse produtos piratas e NUNCA tivesse o mínimo interesse em comprar nada original. Compro sim, gasto pra caralho e me sinto no direito de cagar esses trouxas a pau quando eu quiser, porque se a indústria deles efetivamente vem “secando” por causa da pirataria (o que é mentira), eu sou um dos poucos que ainda os “sustenta”.

Além disso, já li Lawrence Lessig, fiz uma porrada de cadeiras de marketing e pesquisa na faculdade, já trabalhei no setor comercial, então me sinto no direito de falar mal de quem eu quiser sobre esse assunto, ainda mais sobre esse discurso moralista hipócrita de “preservar” o criador da obra, como se isso fosse o argumento real pro trás dessas leis ridículas e hipócritas.

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Sem lamparinas, nós não teríamos luz!

Porque os trabalhos braçais são desconsiderados, na medida que os trabalhos intelectuais são endeusados?

Juro que eu não entendo. Isto é uma discussão muito complexa, gerando uma porrada de debates das mais diferentes formas, inclusive na arte. Quem aqui já assistiu Clube da Luta sabe do que eu me refiro, pois o filme trata sobre a relação social dos indivíduos que “vivem” pelo trabalho (workaholics) e das formas que eles podem se “libertar” disso, vendo a própria vida através de um conceito estranho sobre auto-destruição hedonista.

Na minha faculdade, uma vez a professora abordou o tema, traçando uma óptica dualista, quase como uma gangorra entre trabalho intelectual x trabalho braçal. No argumento dela, o trabalho intelectual era mais considerado (e consequentemente mais remunerado) porque advinha de uma série de conhecimentos específicos do profissional, que dedicava sua vida e seus estudos a estabelecer um grau de intelecto exclusivo para determinado tema. Em contrapartida, o trabalho braçal não precisava de nada, apenas de mero esforço físico, de modo que qualquer um pudesse fazer. Não deixa de ser verdade, mas ainda assim é uma análise tosca e rasa.

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Coisas dos anos 90 que você teve ou fez pt.3

Voltando com tudo, porque toda trilogia faz sucesso (e eu farei uma lista sobre elas, um dia). Welcome back, 90’s:

Jogar revistas e livros interativos

Ta aí uma coisa que todo mundo fez, vai dizer que não, aí eu vou explicar e vai dizer “ahhhh, é veeerdade! Como eu poderia me esquecer disso???!!!!“.

Como já disse antes, nos anos 90, mesmo com a maior acessibilidade a produtos importados, ainda se tratava de uma época de limitações tecnológicas, comparadas aos tempos atuais. Então como o nerd iria saciar sua vontade por RPGs e jogos de Aventura quando ele não conseguia reunir aquele galerê de peso em volta de uma partida de D&D? Video-game ainda era arcaico para ele satisfazer suas necessidades de enredos mirabolantes e histórias imensas. A solução foi muito simples: livros interativos.

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Coisas dos anos 90 que você teve ou fez

i-love-the-90s

Voltando, ainda em ritmo de férias/festa. Vou postar menos nesses meses de verão. Mas, o que não falta é assunto. E um dos meus preferidos, sobre os anos 90.

É enorme a proporção de merdas e coisas incrivelmente toscas que os anos 90 criaram, mas todo mundo tinha e/ou fazia. Não faltaram clipes na TV com neguinho de cabelo asa-delta e calça colorida, propagandas da Coca-Cola e filmes do Spielberg para divulgar modinhas que hoje, qualquer um que viveu na época, olha e diz: puta merda, eu fazia isso! Que vergonha!

Lembrei disso graças ao tópico anterior, citando os VHS, porque foi gigante o número de filmes bizarros lançados para esta mídia e que, infelizmente, ficaram na memória. Mas, além do próprio VHS, surgiram uma gama de coisas que, ao olhar atual, soam apenas como uma leve lembrança cômica.

Resolvi fazer uma lista, então, de coisas dos anos 90 que todo mundo teve/fez:

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As melhores animações da Silly Symphonies

Voltei de viagem e pronto para postar.

Ontem, retornei do Rio de Janeiro para casa. Como é de costume, o avião atrasou porque os valorosos e competentes governantes do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre ainda não colocaram o dissipador de neblina no maldito aeroporto. É só uma nuvenzinha aparecer e o Salgado Filho fecha por “não ter condições meteorológicas”. Não bastasse quase uma hora de atraso nesse arreganho, ainda demorou mais uma hora para despacharem as malas na esteira. Eu me pergunto como pretendem receber a Copa do Mundo com esse “bundalelê” todo. Certeza absoluta que será emocionante já no desembarque, uma Copa inesquecível.

Mas, voltando ao que é bom, dentre todos esses atrasos, me peguei pensando na coleção de VHS dos meus padrinhos que moram no Rio. Eu acho que eles são as últimas pessoas do mundo que ainda utilizam VHS. Dentre toda a coleção de filmes e documentários, há um vasto número de desenhos clássicos, como a Silly Symphonies.

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As melhores releituras de Alice

Sou grande fã das duas obras de Lewis Caroll, Alice no País das Maravilhas e Alice através do Espelho.

Li uma porrada de vezes o livro e acho o poema do Jaguadarte (Jabberwoccky) uma das coisas mais geniais já escritas. Lewis Caroll foi o super-gênio da escrita onírica, criando com uma perspicácia ímpar o universo dos sonhos e, além de tudo, soube interpretar muito bem as condições de época – Inglaterra Vitoriana – e da idade de sua personagem fictícia, Alice.

Caguei e andei praquele papo sobre ele ser apaixonado pela filha do amigo, Alice Liddell, também de 9 anos, porque isso é intriga de barraqueiro que quer aparecer diminuindo o talento dos outros; o legítimo argumentum ad hominem de gente fraca. Fato é que o cara construiu uma obra genial e inigualável.

Uma das melhores coisas sobre as obras de Alice é justamente o fato de ser sobre um mundo onírico, dando a possibilidade de algumas interpretações livres e, consequentemente, releituras deveras interessantes. Confesso que achei escrota aquela adaptação do Tim Burton, porque ele conseguiu fazer tudo justamente ao contrário e tentar dar uma “nova cara” ao que justamente era essencial. Um dos melhores fatores de Alice (original) é que foge a regra de maniqueísmos toscos, não existe bem e mal, nem heróis e vilões…é todo mundo louco e sem raciocínio lógico, como o Chapeleiro! Tim Burton conseguiu criar uma relação épica besta, “malvadizou” a rainha e fez do Chapeleiro um mártir idiota de uma causa mais idiota ainda, que nunca existiu. Outro fato bacana sobre o livro é como Caroll constrói bem a “personalidade” de uma menina de 9 anos. Tim Burton cagou bonito transformando o conto para uma adulta. Isso por si só já teria jogado a obra no lixo, mas ele ainda fez questão de meter um monte de CGs e pronto, piorou ainda mais a coisa.

Mas voltando ao que interessa, resolvi fazer uma lista de releituras que eu gosto de Alice, seja aonde rolou.

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