fui sequestrado por alienígenas

fui sequestrado por alienígenas ditadores e, enquanto vivo neste ambiente inóspito, distante e hostil, sou obrigado à sobrevivência de modos não convencionais; por isso, trabalho cerca de 86 horas por dia, com minutos de intervalo entre uma jornada e outra. … Continuar a ler fui sequestrado por alienígenas

1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

Junior Kimbrough on Radio

Chegou a vez de um pouco de Blues, aqui, na rádio mais querida do Brasil! Desta vez quem toca a festa é um cara que eu gosto muito e não é tão conhecido no solo tupiniquim, fazendo uma incursão muito boa entre o antigo Blues do campo e o Blues mais moderno, já com a guitarra elétrica e outros instrumentos das bandas das cidades, quase que numa sintonia perfeita entre os problemas traduzidos nas canções antigas com os problemas traduzidos nas metrópoles. Estou falando dele aí com nome no título, que provavelmente ninguém deve conhecer, mas que manda muito bem … Continuar a ler Junior Kimbrough on Radio

Lapadas do Povo – Casa do Cachorro

Fala, galerinha. Tudo certo com vocês? Aqui está tudo na paz. Por motivos de força maior (trabalho e curso), eu acabei tendo que adiantar este post e optei por deixar o outro que estou finalizando para o final desta semana, já que ele é mais comprido e trabalhoso de escrever, tendo que conferir alguns detalhes e informações antes de publicar. No entanto, esta troca de artigos veio a calhar porque deu espaço a este post logo agora, citando um bar que eu já queria citar faz algum tempo mas nunca tinha me atinado em escrever. E este bar não poderia ser outro: … Continuar a ler Lapadas do Povo – Casa do Cachorro

Ganhei uma homenagem do Natalício!

Post curto, jogo rápido.

Quem tem boa memória, deve se lembrar que eu já tinha escrito no Lapadas do Povo uma postagem sobre o Boteco Natalício. Quem tem memória melhor ainda, também se lembra que eu editei o texto no dia 17/07/2012 com um único intuito de elogiar um detalhe da casa: o atendimento.

Eu não vou ficar aqui chovendo no molhado sobre quantas vezes que eu já fui no Natalício e quantas vezes fui bem atendido. Também não vou chover no molhado sobre o quão bom é o tratamento dos garçons na casa e o fato de eu, muitas vezes, preferir ir no Natalício a outros lugares justamente por este diferencial que o estabelecimento tem.

Mas enfim, como eu disse que não iria me alongar, vou só comentar um fato que prova mais do que nunca o comprometimento da casa em agradar aos clientes: o texto do A Lista de Lucas tá no novo cardápio do bar! E pra quem duvida, só olhar aqui:

Continuar a ler “Ganhei uma homenagem do Natalício!”

Lapadas do Povo – Speed

5

Vamos aos fatos: Porto Alegre é a capital mundial do Xis. E, dentro da capital mundial, há o rei dos reis, conhecido como Speed Lanches.

Para quem é de fora, ou é um turista na própria cidade, não deve estar acostumado com o conceito do Xis. O Xis é a evolução gaudéria-brasuca do famoso Cheeseburger, que é uma evolução natural do convencional Hamburger. Na transição do Hamburger para o Cheeseburger, basicamente, a evolução foi o acréscimo do queijo, dando o nome ao próprio alimento. Na evolução do Cheeseburger para o Xis – que nada mais é do que um termo abrasileirado da mesma palavra – houve o acréscimo de tudo. Tudo mesmo, sem restrições de sabores ou aspectos.

Um bom Xis que mereça destaque, realmente, deve conter o máximo de coisas no maior espaço possível: maionese, ervilha, batata, ovo, mais maionese, carne, alface, tomate, queijo, milho e mais um pouco de maionese, tudo no meio daquele pão prensado pra esquentar o saboroso sanduíche. Esta aí a fórmula do sucesso, eis o kit felicidade e a maior criação brasileira depois do avião, do samba e da feijoada…o nosso querido Xis!

Mas, se estamos falando da capital mundial do Xis, por que dentre tantos estabelecimentos especializados nisso há um que é considerado o rei dos reis?

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Speed”

100 fotos fantásticas da Europa

Se tem uma coisa que a tecnologia permitiu, foi o fato transformar todo mundo em um artista em potencial. Inclusive eu mesmo, o mais nobre dos amadores.

Daí que eu estava olhando aquele post maroto do Rembrandt e resolvi dar uma admirada nas minhas fotos da viagem à Europa. Modéstia a parte, eu sei tirar foto de ambientes bem pra caralho e, va lá, este post é para isto mesmo, promover o meu talento. Só tacar uns efeitinhos de Instagram, mexer nas cores e contrastes e pronto, agora eu sou um artista conceituado do mundo virtual. Na onda das fotos vintage, fiz um “pequeno” catálogo com as 100 melhores fotos da Europa que eu tirei. Para não deixar a galera perdida, vou postar o nome de cada localidade, facilitando a vida de vocês.

PS: eu não sei por qual motivo de bruxaria, mas as cores da fonte deste post ficaram erradas. Foda-se, não há santo que me consiga fazer consertar.

Continuar a ler “100 fotos fantásticas da Europa”

Lapadas do Povo – São Jorge II

1

Mais um local que eu conheci na série “consertando o carro e aprendendo“. O mecânico do post anterior havia me indicado uma geometria nesta mesma rua, a Geomaster, que além de barata prestava o serviço de maneira ímpar. Como ele mesmo informou, a Geomaster estava sempre entupida de gente até o talo, então era melhor eu passar lá pela manhã, quando ainda tinha menor fluxo de clientes. Para evitar demoras e ouvir a voz da experiência, resolvi fazer o que foi dito, passando no local o mais cedo que consegui acordar.

Daí que eu fui lá fazer aquela revisão marota no carro, ver se estava tudo sereníssimo, mas quando cheguei a oficina já estava insanamente abarrotada. No mínimo, uns 40 minutos pro pessoal conseguir me atender. Como era praticamente madrugada, umas 9 e pouco da manhã, resolvi dar uma volta no bairro e descolar aquele tira-gosto matinal para me empanturrar de gordura e muito sabor, enquanto esperava o carro ficar pronto e não tinha absolutamente porra nenhuma pra fazer. Eu já havia comentado, também no post anterior, como é foda achar as paradas no Quarto Distrito. Por ser uma zona industrial e que a prefeitura virou as costas e esqueceu, é tudo meio abandonado, largado, aquele cinza de marasmo que vai longe na vista e parece não acabar nunca. Foi minha sorte, pouco tempo antes, perceber ao longo da via e reparar na humilde casa amarela, vendo que, talvez, ali fosse o único ambiente convidativo num raio de muitos e muitos metros. Antes mesmo de largar o carro eu já tinha pensado, “é aqui que eu vou comer alguma coisa“.

Continuar a ler “Lapadas do Povo – São Jorge II”

Ano novo, cara nova II – A missão

images

Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

Continuar a ler “Ano novo, cara nova II – A missão”

Ano novo, cara nova

lindsey-lohan-drunkface

Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

chunk-showcase

Depois

04_free-WordPress-theme-Hatch-600x300

Continuar a ler “Ano novo, cara nova”

Diário do Carnaval 2013 – O que aconteceu

cartola

Como vocês já perceberam, eu voltei da minha maratona de Carnaval no Rio de Janeiro. Ficou na cara quando eu postei, logo abaixo, um novo artigo sobre os 20 vídeos que mudaram a minha concepção de vida. Eu iria fazer este artigo sobre a viagem antes, mas precisava de mais tempo, aí acabei deixando para posta-lo agora, com mais calma e informações extras.

Não quis manter o mesmo modelo do ano passado, comentando apenas sobre os blocos que eu mais gostei. Acho que, se fizesse isto, ficaria repetitivo demais e com poucas informações sobre outras coisas que eu acabei fazendo e se desvinculam do Carnaval em si. Desta forma, resolvi fazer quase um relatório de bolso – com muitas fotos – do que aconteceu enquanto eu estava lá.

Sem mais delongas, segue:

Continuar a ler “Diário do Carnaval 2013 – O que aconteceu”

Lendas Urbanas – A bola do Velho Barreiro

velho_barreiro

Daí que eu estava tomando minha cervejinha gelada, vendo o episódio final da segunda temporada de American Horror Story, relembrando de um causo antigo do futebol de várzea (mais especificamente na Copa Paquetá, entre Flamenguinho da Tuca x Botafogo da Restinga), quando me veio aquela luz mágica na cabeça. Um daqueles momentos únicos, um estalo de memória aonde você se lembra de algo marcante que passou por seu passado e estava adormecido, ali, esperando para acordar e encontrar o seu destino. No meu caso, foi esta fantástica promoção do Velho Barreiro:

velhobarreiro_promo

Continuar a ler “Lendas Urbanas – A bola do Velho Barreiro”

Praia, praia, praia

praia

E depois do ano novo ficou ainda pior: postei menos. Pois é, porque eu estou na praia!

Durante esta(s) semana(s) muito longa(s) de poucos posts e muita enrolação, vocês continuam aí ansiosamente aguardando o meu retorno, alternando os olhos entre a TV ligada no BBB e o monitor ligado no Blog. Pois vai mais uns bons 3 dias aí sem nada de novo, até o final de semana acabar e eu finalmente retornar da praia. Enquanto isso, fica só a minha dica para quem é do Rio de Janeiro – ou estará lá, durante o mês de janeiro – e quer curtir um bom samba e uma feijoada esperta em um dos bairros mais tradicionais da cidade. Podem ouvir a dica aqui que é quente: baita evento recheado de boa música, uma convidada especial e ainda uma ótima comida, em um Hostel que é muito do caralho. Aproveitem este verão e confiram, em duas datas diferentes:

Continuar a ler “Praia, praia, praia”

Lapadas do Povo – São Jorge

Este restaurante me surgiu de uma necessidade bem condizente com a cara do Lapadas do Povo: eu precisava almoçar perto do mecânico do meu carro, que fica ali pela Navegantes, no Quarto Distrito. Como é uma região industrial, no meio do nada, abandonada pelo resto da cidade, era difícil descolar um estabelecimento proporcionando um rango legal para quando surgia a necessidade e eu tinha que passar lá no horário do almoço. Tudo ali em volta parece meio MadMax, casas abandonadas, aqueles galpões gigantes que estocam coisas que ninguém sabe direito o que é, prédios arruinados com o mato tomando conta; quem já andou por ali sabe que aquela região é bem aquele tipo de bairro que a prefeitura faz questão de negar que exista em época de campanha eleitoral. Navegantes, o que? Não existe! Imaginação.

Para quem não conhece bem a capital gaúcha, o Quarto Distrito de Porto Alegre foi uma das regiões mais ricas da cidade, lá pelos anos 60 e 70. Composto pelos bairros Floresta, São Geraldo, Anchieta, São João, IAPI, Passo d’Areia, Humaitá e Farrapos, era uma região industrial, acesso de todos aqueles que vinham da Grande Porto Alegre para morar e trabalhar no chão de fábrica. Cresceu muito, foi economicamente importante e tinha um certo glamour, concentrando pequenos bairros de trabalhadores com renda média, como no casso do IAPI ou Passo d’Areia; aquelas regiões operárias aonde se construíam pequenos condomínios pra galera da mesma fábrica morar e socializar, de forma que ficasse todo mundo reunido próximo um do outo. Foi uma região responsável pelo crescimento da capital, economicamente, e aonde colocou Porto Alegre no mapa de grandes empresas e polos comerciais. Era o braço forte da cidade.

Continuar a ler “Lapadas do Povo – São Jorge”

As 10 melhores músicas do Delta Blues

Que o Blues é o melhor estilo do mundo, todo mundo sabe. Ou deveria saber.

O que muita gente não sabe, é que mesmo este estilo tão simplório e totalmente introspectivo, há várias pequenas sub-divisões para caracterizar a evolução de suas fases. Poderíamos falar da invasão à cidade grande, quando o Blues chegou em Chicago, da entrada da guitarra elétrica como um dos principais instrumentos, entre outros aspectos característicos que foram “divisores de água” no estilo. Mas hoje, estarei falando especificamente do Delta Blues.

Este nome é decorrente da sua origem, ao longo do delta do rio Mississippi, passando por um território de muitas cidades do sul americano, de forte presença da escravidão negra e muita pobreza social. Muita gente diverge das “diferenças” de fato dos estilos de Blues, de modo que, por ser uma música tão simples em seus elementos, é bem verdade que todos os estilos soam parecidos. Mas o Delta Blues tem suas peculiaridades.

Continuar a ler “As 10 melhores músicas do Delta Blues”

Lapadas do Povo – Bambus

Eu nem vou ficar comentando novamente o que esta política de cagalhões de Porto Alegre está fazendo com os bares realmente populares (no sentido literal da palavra, do povão) da cidade.

Fiz um post imenso sobre o Tutti Giorni, ao qual eu já disse tudo que se encaixa perfeitamente – e novamente – pro caso do Bambus. Segundo o que esta merda de órgão intitulado como SMIC disse em uma nota ao jornal, o fechamento aconteceu porque ocorria “aglomeração de pessoas em frente ao estabelecimento, consumo de bebidas fora do local, frequentes brigas e algazarras dos frequentadores” (fonte: Zero Hora). Ou seja, não existe um argumento legal para esta palhaçada; até porque, os alvarás necessários para manter o bar aberto, o dono tem. Trata-se, mais uma vez, de pura e exclusiva pressão política, angariada por um grupo de bunda-moles apantufados, que visa destruir massivamente qualquer lugar com um preço e dinâmica acessível da capital, sobre uma visão ridícula e retrógrada de “bem estar do povo” (que povo, afinal?) mas que, no fundo, todos sabemos ser apenas uma visão tosca e classista: gente rica reclamando de diversão do povão. Ponto. Nada mais que isso.

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Bambus”

100 artigos, ou 10 x 10

Sim, meus caros, demorei bastante mas retornei a postar. O centésimo post não é qualquer post, não poderia ser em vão. Justamente por isso, abdiquei um bom tempo para pensar em algo que, realmente, justificasse a colocação e ficasse com brilho aqui, como uma bela comemoração. Pensei, pensei, pensei, refleti e vi que o melhor a fazer era uma grande compilação.

Basicamente, como o blog é meu e, obviamente, fala de coisas que eu considero relevantes, resolvi neste centésimo post prestigiar diversas homenagens. Para não ficar desordenadamente babaca, ou complicado, resolvi dividir, então, essa bagaça toda em várias subcategorias. O nome do post, alias, já explica. Dividi tudo em 10 itens de 10 categorias, todos ícones que eu julgo importantes. Claro, com um bônus no final. Me comprometi a não explicar nenhuma das escolhas, justamente para deixar aos caros leitores a livre interpretação e opinião de cada um. Sem mais delongas, segue minha lista:

Continuar a ler “100 artigos, ou 10 x 10”

Dia Mundial do Rock

images

Vamos entrar nesta zoeira e festejar o dia do estilo mais controverso e criativo possível. Como de praxe, eu não poderia perder esta bela data, 13 de Julho, deixando passar em branco para este bando de toscos comemorar por aí sem o devido valor. Resolvi fazer, então, a minha singela homenagem para aqueles bravos guerreiros que contribuíram para que o mundo fosse um lugar mais feliz e do bem.

Vou reunir, aqui, as 25 melhores músicas de Rock que homenageiam o próprio Rock. Segue, minha lista:

Continuar a ler “Dia Mundial do Rock”

Lapadas do Povo – Tutti Giorni

Falar o que? Porto Alegre, ah, Porto Alegre.

Este post não começa com alegria. É com imenso desgosto que venho aqui falar as palavras que se seguem. Alguns já sabem do problema em questão – devem frequentar o bar, ou ler o jornal – mas para outros é pura novidade. Para um outro tipo de pessoa, os babacas de plantão, isso talvez nem seja um problema, mas motivo de felicidade. Afinal, o que mais tem no mundo é gente babaca, que gosta de ver a desgraça e bater palma que nem foca amestrada.

Quanto eu comecei a fazer o Lapadas do Povo, justamente a ideia era resgatar um grande aspecto por hora carente de críticas, meio esquecido neste mundo: o boteco, o famoso pé-sujo. Eu via um milhão de blogs diferentes destinados a comida, bebida, mas com um foco específico em restaurantes e estabelecimentos chiques. Era comfort food, fusion food, chefs estrelados, vinho, champagne, comida cara e ambientes categoricamente desenhados pelos melhores arquitetos e cozinheiros. Não conhecia um blog falando especificamente do bar do povão, aquele pé-sujo chinelão frequentado por pessoas de havaianas e bermuda, comendo fritura e tomando cerveja de pé. Alguns blogs até dedicavam poucos posts a estes lugares, mas falavam de uma maneira tão distante, tão sem propriedade, que você via que estes caras não compreendiam a verdadeira função social do boteco: a preservação da cultura regional. Tratavam estas biroscas muito friamente, acostumados aos restaurantes cinco estrelas, pouco entendiam seu valor.

Quando eu comento sobre o argumento de “a preservação da cultura regional“, eu gostaria de ressaltar uma figura importante da televisão atual:

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Tutti Giorni”

Grandes feitos desprezados pt.2

Fala, galerinha. Estava passando pela internet hoje, dando uma olhada em uns vídeos inúteis, quando percebi que o ser humano continua saudavelmente aumentando a sua capacidade de fazer ou criar coisas aparentemente inúteis, mas completamente geniais em um olhar mais profundo.

Seguindo o mesmo padrão do primeiro post, vou mostrar algumas coisas que achei, por aí, que simplesmente não mereciam ficar esquecidas na história do homem. Segue:

Continuar a ler “Grandes feitos desprezados pt.2”

PEC da FNT encaminhada!

Em meio a mais uma noite de merda protagonizada pelo Grêmio, frustrando novamente a torcida e deixando aquele babaca do Odone pronunciar seus chavões clássicos, eu – enquanto torcedor e membro – recebi uma ótima notícia hoje, realmente muito animadora. Os deputados aprovaram por unanimidade a CLP (Comissão de Legislação Participativa) ao qual a Frente Nacional dos Torcedores tinha protocolado, pedindo a criação da PEC regulamentadora do esporte!

Para quem não entende qual a importância desta PEC, eu explico. Dentre tantos motivos, dois são os principais pontos a se debater e entender como muito positivos:

1 – O primeiro é justamente o fato de buscarmos a manutenção do futebol, enquanto esporte, um meio de integração social e popular. Através de uma regulamentação séria e pública, buscamos efetivamente preservar a raiz popular do esporte e tentar coibir a elitização desenfreada do atual futebol, que não corresponde à realidade do brasileiro e, desta forma, excluí o mesmo daquilo que já foi um dos maiores meios de integração social. O futebol, outrora “do povo“, passou a ser “dos empresários“.

2 – O segundo ponto é o controle público das ações realizadas pela auto-intitulada Confederação Brasileira de Futebol, que se auto-denominou o baluarte máximo da expansão e preservação do futebol nacional, mas na realidade nada faz. De fato, a confederação corresponde apenas aos interesses escusos de meia dúzia de cartolas que não tem nenhuma ligação com o esporte enquanto um meio de integração e suas repercussões na vida da sociedade. Visa exclusivamente defender os lucros não repassados à sociedade e que acabam indo apenas para as contas dos mesmos cartolas, sendo uma instituição privada que atua em cima de um bem público.

Continuar a ler “PEC da FNT encaminhada!”

Lapadas do Povo – Naval

Embora o nome sugestivo, não estou fazendo uma “maratona marítima” de bares que tenham a ver com a vida do oceâno. De fato, o Bar Naval não fica nem em Niterói e muito menos no Rio de Janeiro. Voltamos a Porto Alegre, sua região central – o coração da cidade – e um dos mais clássicos lugares para comer e beber na capital gaúcha.

Um ponto importante a se colocar é que, olhando assim, o Naval (depois de sua reforma) não entra naquele padrão iconográfico de bares que eu tento descrever aqui. Longe de ser um bar para o povão atualmente, mas clássico demais para ser esquecido, para passar em branco na história de Porto Alegre. Um bar tão tradicional, mas tão tradicional, que já possuí seus 105 anos de existência. Sofreu com as intempéries da grande enchente de 41, quase teve de ser fechado na época da guerra, mas continua lá como sempre.

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Naval”

Lapadas do Povo – Esposend

O meu segundo post sobre o Rio de Janeiro não é nem do Rio de Janeiro. Sim, falaremos de Niterói, a cidade com a vista mais bonita do mundo, assim como seu grande Mercado do Peixe São Pedro.

Piadas a parte, Niterói é uma grande cidade. Já foi, inclusive, a capital do que foi conhecido como Província do Rio de Janeiro. Foi (e ainda é) um dos grandes polos navais do país – tendo um porto enorme – assim como uma vida cultural riquíssima. É casa, por exemplo, do Museu de Arte Contemporânea (MAC), sendo esse uma enorme construção bolada por Oscar Niemeyer, em uma das melhores vistas da cidade.
Como uma cidade portuária, há uma concentração absurda de navios pesqueiros, pescadores locais, peixeis, mariscos, frutos do mar, tudo que se possa comer e venha de água salgada. Boa parte desta carga é diariamente despejada no Mercado do Peixe de São Pedro, localizado na área central da cidade. São kilos e kilos de todos os tipos de comida marinha que você possa imaginar: lula, siri, dourado, badejo, camarão, salmão, tudo. Lá, você acha o que quiser.

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Esposend”

Os 3 tenores do morro

Com a morte recente do último deles vivo, Dicró, fiquei devendo uma homenagem que se preze aos sujeitos que fizeram a música brasileira muito melhor.

Conhecidos como os 3 tenores do morro, Dicró, Bezerra da Silva e Moreira da Silva eram frequentemente associados à malandragem e ao samba oriundo do cotidiano das comunidades, falando dos pequenos problemas e/ou das situações frequentes nas favelas. Em 1995, se reuniram e gravaram o disco conhecido como 3 malandros in concert, satirizando os então 3 tenores italianos. Segue abaixo, fotos  e vídeos musicais deles:

Continuar a ler “Os 3 tenores do morro”

Não postarei esta semana

Esta semana estou numa correria braba e acho que não conseguirei postar. Volto aos trabalhos muito provavelmente na sexta ou sábado, apenas.

Neste meio tempo, aproveitem para pegar o arquivo e conferir o que já foi feito! Para dar um norte para vocês, cito aqui a lista dos meus 5 posts preferidos:

Continuar a ler “Não postarei esta semana”

Lapadas do Povo – Natalício

Quem frequenta a noite gaúcha, no mínimo, já deve ter ouvido falar do grande Natalício.

Atualmente, presente em 3 pontos distintos da cidade, com um boteco na Zona Sul, um na área Central e outro quase na Zona Norte, o bar nasceu em meados de 2006 e rapidamente conquistou o gosto do povo, justamente pelo seu caráter, misturando uma proposta inovadora à capital, mas preservando o caráter clássico de um botequim.

Quando eu comentei que, vez que outra, iria colocar um boteco mais “chique” aqui, este é um bom caso. Como bem lembro que disse, também, a moral de colocar um boteco mais “chique” era justamente para enfatizar aqueles bares que, embora mais caros, mantivessem as tradições dos bares em sua essência, com todo a mística e os elementos essenciais de um bom boteco que se preze. E este é o caso do Natalício. Talvez, até, o melhor exemplo disso.

Para quem talvez não conheça, ou nunca foi, a ideia do dono era justamente dar um clima mais descontraído, o clássico botequim informal, para uma cidade que carecia de bares neste aspecto. Como consta no próprio site, sobre o estabelecimento: Antes do Boteco Natalicio existiam excelentes bares em Porto Alegre, com bons petiscos e cerveja bem gelada. Mas faltava um “Boteco”. O Natalicio abriu as portas em abril de 2006 e trouxe um novo conceito para a cidade que era conhecida  pelos pubs, cafeterias e choperias. O Natalicio apresentou aos botequeiros porto-alegrenses petiscos ainda não saboreados na capital gaúcha como os escondidinhos, a autêntica coxa de galinha (eleita a melhor do Brasil pela Revista Seleções) e a premiada costelinha de porco com mel defumado,  eleita  o melhor petisco do Concurso Boteco Bohemia .

Pura verdade.

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Natalício”

The Wall, Teixeira e Rasen

Você vê quando a semana começou bem, quando recebe um turbilhão de notícias boas.

A começar com Teixeira, que não só caiu da CBF semana passada, mas renunciou no quadro da FIFA essa semana. Depois de tanto tempo, finalmente, as cobranças políticas à este ser desprezível deram certo. O cidadão em questão, nem quando morrer vai virar santo. Alias, não conheço ninguém com um pingo de consciência que goste do Teixeira. Quem gostava dele eram os amigo$$$$$$, aquele pessoal regado à dinheiro escuso dos patrocínios de politicagens da CBF/FIFA.

Por sinal, quem quiser saber mais, pode ler dois livros sobre o tema, Jogo Sujo (de Andrew Jennings) e CBF-Nike (do Aldo Rebelo). O Jogo Sujo, como já disse aqui, é fácil de encontrar; qualquer livraria vende, só ir numa Saraiva da vida e pegar. E nem é caro, deve estar na casa dos 30 reais. Já o CBF-Nike, acreditem, foi PROIBIDO no Brasil. O livro retratava toda CPI da bola, aonde desmascarava as falcatruas do Teixeira e dos contratos com a Nike, como ele fazia os esquemões e como lucrava. Só que daí, Teixeira and friends, conseguiram de uma maneira que ninguém sabe como, PROIBIR que o livro fosse publicado. Sim, meus amigos, existem dois tipos de publicações proibidas no Brasil:

– As que incitem preconceito

– As que desmascarem as falcatruas de Ricardo Teixeira

Continuar a ler “The Wall, Teixeira e Rasen”

Going to Cidade da Garoa

Pessoal, estou indo para São Paulo, a famosa Cidade da Garoa, megalópole do Brasil, lugar mais populoso das terras tupiniquins ou como preferir chamar. A cidade do céu cinza, do Tietê marrom e que não dorme nunca. A cidade que qualquer quadra é meia hora de carro e mais meia hora de trânsito. Aonde corta o Ipiranga, aquele do hino brasileiro, aonde tudo anda a mil e que abrigou nomes famosos, como de Senna e Oswald de Andrade. Dos arranha-céus, das grandes empresas e dos homens de terno de gravata. A cidade que gira a economia do Brasil e que dá samba aos Demônios da Garoa.

Como estou indo pra lá, nada melhor que homenageá-los! Segue aí, a minha lista com as preferidas deles, com suas grandes interpretações de outro mestre, Adoniran Barbosa, entre outros!

Continuar a ler “Going to Cidade da Garoa”

Lapadas do Povo – Tuim

Ta aí um dos lugares mais clássicos de Porto Alegre, também localizado (atualmente) no Centro da cidade (como o Comilão), o coração e reduto da boemia porto-alegrense  lugar dos mais antigos e melhores botecos da capital gaúcha.

Bar & Choperia Tuim, como nos mostra a placa, em pé ali, firme e forte desde 1941, o ano da grande enchente gaúcha, que abalou a capital e mudou o cenário da cidade até hoje. O bar é tão tradicional, cumpre tão bem os elementos clássicos que eu descrevi no segundo post, que eu acho que ele merece uma música para “personificar” a coisa da melhor maneira possível.

Ta aí uma canção de Noel Rosa, interpretada por Chico Buarque que, sabiamente, capta a essência do boteco de raiz, o bar clássico. Salve o poeta popular, sempre compreendendo a cidade:

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Tuim”

Os 5 blocos de Carnaval que eu fui

Como não era novidade e o post anterior já dizia, fui passar o Carnaval – a grande celebração à carne – no Rio de Janeiro.

É claro que eu passei mal, bruxaria pura, e fiquei todos os dias do carnem levare vergonhosamente doente, me sentindo mal pra caralho, sem poder encher a cara e/ou comer que nem um bicho faminto; qualquer petisco ou cervejinha e parecia que tinham me acertado um murro no estômago. Como não restou a mim fazer um belo levantamento das melhores bebidas da grande festa – como as caipirinhas de barraca – e tampouco dos melhores rangos gordos, restou apenas a doce missão de fazer uma lista sobre os blocos de rua que ocorreram na Cidade Maravilhosa.

Como ocorreram muitos simultaneamente, alguns inclusive quando eu nem estava lá, obviamente eu tive que selecionar os que eu queria presenciar, justamente para poder criar uma dinâmica e estar no momento certo na hora certa, pra não cagar no patê. Casualmente, acabei indo a 5 blocos mesmo. Isto me poupou tempo de escolher “os melhores” que eu fui, porque obviamente, fui só nos melhores. Sim, eu tenho bom gosto e isso me poupa horas e paciência. Ao invés de visitar 25 blocos pra escolher 5, cravei no ponto certo e fiz uma boa escolha, sem me arrepender do cronograma.

Então, sigam-me os bons e vejam:

Continuar a ler “Os 5 blocos de Carnaval que eu fui”

As melhores torcidas do futebol mundial

Seguindo na minha epopeia sobre o futebol, aonde já postei sobre as 5 melhores narrações e as 7 melhores propagandas, vai mais um artigo para a saga do nobre esporte bretão.

Resolvi postar, aqui, as torcidas pelo redor do mundo que considero as mais fodas. Deixei de fora as brasileiras, embora goste de algumas, para não criar polêmica barata, do tipo mimimimi…minha torcida é melhor que a sua…mimimimi. Outro detalhe é que não vou colocar o nome da torcida em si, mas sim do time, porque em alguns casos há tantas torcidas no mesmo time, que fica um saco listar a parada toda. Tentei ser o mais sucinto possível e ainda fiz uma breve análise sobre fatos interessantes; evitei colocar algumas ultras ou hinchadas que vão só pela briga, pra tentar valorizar a festa dentro do estádio.

Sem mais delongas, aí vai.

Continuar a ler “As melhores torcidas do futebol mundial”

As 7 melhores propagandas de futebol

Outro post sobre o mesmo tema.

agencia-brasil261011ant_9863 (1)

Qualquer um que acompanha o futebol por dentro, sabe que a hiper-comercialização cagou com o mesmo. Se hoje em dia temos um jogo elitista, caro, com proibições a qualquer tipo de manifestação popular (torcedora), muito se deu aos mandos e desmandos da FIFA, que não defende o interesse do esporte como um todo, mas sim o direito dela mesmo de ganhar uns trocados a mais.

Sugiro, para quem se interessar, a leitura do livro famoso (e que a FIFA tentou proibir), chamado JOGO SUJO, do jornalista inglês Andrew Jennings. No livro, ele argumenta sobre as falcatruas homéricas da FIFA, ISL, ADIDAS, entre outras, para constituir um império lucrativo de lavagem de dinheiro, compra de votos e, inclusive, ameaças pessoais; tudo com dinheiro originário do futebol. Mas não só estas empresas descritas no livro, há também maiores problemas com as outra marcas e escritórios comerciais que transformam clubes e jogadores “reféns” de tudo, através de acordos malucos e transações que só favorecem uma pequena parte. A exemplo, o famoso caso conspiratório da Nike e a Copa de 98, ou dos clubes brasileiros e suas categorias de bases, vendidas a poucos (e sempre os mesmos) empresários, que mandam e escalam os times como querem.

No entanto, nem sempre os caras fazem cagadas desproporcionais. As vezes eles acertam e sabem usar a essência do futebol para fazer algo de útil e bacana. Muitas vezes, na parte visual, com propagandas muito bem boladas. Então, resolvi aproveitar este espaço que é meu, para mostrar as 7 propagandas envolvendo futebol que eu julgo muito boas. Algumas sobre torcida, outras sobre o jogo, cada qual muito bem bolada, sem aquela frescurite excessivamente técnica e tentando tranformar o futebol em um circo de cabelos, chuteiras e acrobacias ridículas.

Continuar a ler “As 7 melhores propagandas de futebol”

Lapadas do Povo – Paz & Amor

pazeamor

Este aí nem fica em Porto Alegre, mas sim no Rio, no entanto merece ser comentado porque foi uma gratíssima surpresa, daquelas poucas que a gente tem por aí.

Eu estava ali na praia em Ipanema, neste final de ano, querendo descolar um rango maroto pro almoço. Queria comer aquela feijoada bem pesadona, pra passar a tarde inteira coçando e me sentindo obeso com aquele puta mal-estar de “carai, comi demais“; aquele feijãozinho com cachaça esperto no Sol infernal de duas da tarde, fritando os miolos e suando como um porco eram ideais para o meu objetivo. Alias, nada combina mais com um calor de 40 graus do que uma feijoada. Chico sabia disso:

Continuar a ler “Lapadas do Povo – Paz & Amor”

Social Vibe

Me inscrevi nesse negócio.

Tá lá embaixo, bem no final do blog. A cada clique que vocês derem naquele link colorido ali, a entidade “ganha” uma porcentagem. Conforme a entidade atingir determinada porcentagem, a meta é computada em dinheiro, que eles podem usar para fazer as ações deles. Escolhi o WWF, porque gosto das propagandas, das camisetas e porque o panda é simpático. Como não conhecia as outras entidades, isso pesou na minha escolha, também.

Continuar a ler “Social Vibe”

Homenagem às festas de final de ano

Hoje é véspera de Natal e logo mais, na semana que vem, é Reveillon.

Esta é aquela bonita época do ano aonde todo mundo se abraça, todo mundo se ama, todo mundo é legal. A época que rola amigo secreto, trocam-se presentes, elogios e todo mundo é feliz.

As ruas ficam enfeitadas, o clima está no ar. Até pelo cheiro você sabe reconhecer o Natal e o Reveillon. Tudo fica mais gostoso, parecendo aquelas propagandas do Zaffari/Bourbon.

Cada qual com seu jeito, todo mundo comemora o final de ano como achar melhor. Alguns têm manias, mandigas; outros reúnem a família; têm gente que vai pra festa… e também tem os malas que ficam pregando que “é tudo uma farsa, só hipocrisia“. Só uma coisa é universal: a bebedeira épica.

E é por isso que resolvi fazer uma compilação de vídeos e músicas sobre bebedeira e farra, o símbolo máximo de tudo. Embora, tanto vídeos quanto as músicas, não sejam propriamente deste período, simbolizam o que todos nós faremos nos próximos dias!

Continuar a ler “Homenagem às festas de final de ano”

Cervejas que você não merece

Como eu (não) tinha dito, este blog, embora o nome, não se propõe a seguir um padrão. E, neste post em especial, vocês entenderão ao que me refiro, pois não farei um top 5. Voltando ao que é bom…

Aegir, Ran e suas nove filhas fermentam cerveja no caldeirão.

Neste mundo existem milhares de tipos e fábricas de cerveja. Algumas industriais e mais famosas, como a renomada holandesa Heineken ou a belga Stella Artois; algumas artesanais, como as gaúchas Abadessa e Coruja. Algumas ainda na categoria de trapistas, como a belga Achel e a também belga Chimay. Há também uma variedade enorme de tipos de cerveja, passando pela popular (e mais consumida no mundo) Pilsen, assim como as cervejas de alta fermentação e com sabor acentuado, como as Porters e Ales. Eu me recordo de um episódio do saudoso Beakman em que ele nos informava que existiam mais de 3 mil tipos de arroz no mundo. Se você for contabilizar o número de cervejas, passa deste número tranquilamente. Com a popularização de produtos importados podemos perceber isto, principalmente no super-mercado, aonde agora encontramos uma variedade absurda de cervejas e, mesmo assim, em um nível mundial aquilo não representa nada.

Mas, voltando ao foco, você nunca parou para se questionar o fato da Pilsen ser o tipo de cerveja mais consumido no mundo? A Pilsen é uma cerveja de baixa fermentação, com baixo teor alcoólico e uma coloração amarela bem clara. A famosa cerveja dourada que você bebe no churrasco, na festa, em casa, em todo lugar. Estima-se que o mercado brasileiro seja composto com 98% de cervejas Pilsen. E o segredo da popularidade deste tipo em específico esta em um fato muito simples: a suavidade. A Cerveja Pilsen é uma mistura de tudo um pouco, de maneira MUITO leve, de modo que não ofenda o paladar de ninguém. Em alguns casos, quando gelada, fica quase sem gosto. E justamente por isso conquistou o mundo. É leve , tem um sabor delicado e é fácil de beber.

Continuar a ler “Cervejas que você não merece”