1ª semana do anno

a primeira semana do ano, ninguém quer saber de nada, de porra nenhuma – e eu estabeleci minhas metas para este ano, são elas: 1 – aprender o mínimo de alemão 2 – aprender francês 3 – aprender uma língua … Continuar a ler 1ª semana do anno

há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

fui informado hoje de que forças contrárias à minha estimada pessoa resolveram, por motivos maiores – e sem a devida legalidade – me afastar do comando do meu blog! os motivos não estão claros, mas ajudam a esclarecer algumas coisas: pois … Continuar a ler há um golpe em curso – e não há nada que você possa fazer para detê-lo!

Do macaco ao burro: como construímos uma sociedade de escravos sem escravidão

Eu tive um pouco de receio em fazer este texto, principalmente pela coleta de informações necessárias (um vasto material), mas vamos lá. Tempos atrás eu li dois artigos com temas muito parecidos, ambos muito interessantes, que eu inclusive já postei … Continuar a ler Do macaco ao burro: como construímos uma sociedade de escravos sem escravidão

Meu gato bateu as botas

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Pois é, galera, quem acompanha o blog percebeu que eu não posto há um bom tempo. Faz sentido, porque meu gato de quase 16 anos morreu neste domingo que passou. Na quarta-feira, ele foi internado as pressas com um problema na bexiga, fez uma cirurgia, mas não resistiu ao pós-cirúrgico. Estava velho, não aguentou todo processo, bateu as botas no domingo pela manhã, antes do meio-dia. Calculando que eu tenho pouco mais de 25 anos e ele quase 16, eu convivia com o bicho desde uns 9 anos; pra falar a verdade, eu nem me lembro direito que idade eu tinha quando ele chegou aqui em casa, mas foda-se, foi muito tempo igual e este é o ponto principal de eu estar comentando a morte dele.

Era um gato persa gordo imenso, veio parar aqui em casa por um fato inusitado: tinha nariz. Quem bem sabe, o gato persa tem aquela cara bizarra achatada; e, todo mundo que compra/adota um gato desta raça, quer o bicho justamente por esta característica peculiar. Como meu gato tinha nariz, meu tio (que criava gatos) não conseguiu vende-lo enquanto filhote. E aí ele veio aqui pra minha casa, o reduto dos animais rejeitados.

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Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Postagem do dia 27 de julho de 2012 Marketing Multinível Tem coisa mais escrota no universo que essa merda? Isso chega a ser mais enganador que as próprias Igrejas Evangélicas, que na teoria são o maior sinônimo do mal. A lógica disso é tosca, a resolução é horrível e o argumento pior ainda. “Chega de patrão, venha você mesmo ser dono da sua vida. Fique rico logo!“. Meia dúzia de pilantras e atores vivendo as custas de muitos coitados que, na sua inocência, acreditam na promessa de vida fácil e de capitalizar suas pequenas finanças de uma maneira rápida. É … Continuar a ler Vida Sem Terno – Arquivos – 27 de julho de 2012

Ano novo, cara nova II – A missão

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Pois é, galerinha. Quem esperou ansioso ontem na madrugada, já conseguiu perceber que o blog teve mudanças radicais. Quem é cego ou desligado, pode conferir o post aqui explicando sobre os acontecimentos. Mas, para quem achava que esta seria a mudança mais extrema, errou feio. A segunda mudança é ainda maior: eu vou remodelar o Vida Sem Terno.

A real é que eu nunca dei a atenção devida aquele blog e me peguei pensando, “eu criei um blog só para reclamar…mas eu já reclamo aqui!“. Então, dado o trabalho de manter duas redes sobre o mesmo tema eu, basicamente, resolvi incorporar as postagens de lá, aqui, concentrando no ListadeLucas tudo que eu já faço: cultura inútil, música, reclamar, Lapadas do Povo etc.

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Ano novo, cara nova

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Alguns dizem que o ano só começa em Março, pois então. Nesta simbólica data resolvi dar uma cara nova ao blog e fazer grandes modificações. Todo mundo que aqui entrou já percebeu que o saudoso Tema Chunk foi embora e deu espaço ao novíssimo Hatch Theme:

Antes 

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Depois

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10 memes que eu não vi moral

Como evidenciei no post do dia 17 de fevereiro, a internet é um antro de malucos e maluquices. E é por isso que, neste mundo bizarro de descontrole total, há uma série de coisas que, não adianta você fazer forças, você nunca compreenderá. É o caso de determinados memes que surgem por aí.

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Para quem (ainda) não sabe, meme é um termo utilizado desde 1976, para catalogar uma informação que se passa de uma maneira quase simbiótica de uma pessoa (ou mente) para outra pessoa (ou mente). No mundo da internet, meme virou todo e qualquer tipo de porcaria que se “viraliza” de maneira rápida e sem muito critério. Basicamente, tudo aquilo que nós mostramos a alguém, que vai mostrar pra outra pessoa, que vai assim até todo mundo conhecer, como o caso famoso de Dramatic Chipmunk, ou o Keyboard Cat.

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Diário do Carnaval 2013 – O que aconteceu

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Como vocês já perceberam, eu voltei da minha maratona de Carnaval no Rio de Janeiro. Ficou na cara quando eu postei, logo abaixo, um novo artigo sobre os 20 vídeos que mudaram a minha concepção de vida. Eu iria fazer este artigo sobre a viagem antes, mas precisava de mais tempo, aí acabei deixando para posta-lo agora, com mais calma e informações extras.

Não quis manter o mesmo modelo do ano passado, comentando apenas sobre os blocos que eu mais gostei. Acho que, se fizesse isto, ficaria repetitivo demais e com poucas informações sobre outras coisas que eu acabei fazendo e se desvinculam do Carnaval em si. Desta forma, resolvi fazer quase um relatório de bolso – com muitas fotos – do que aconteceu enquanto eu estava lá.

Sem mais delongas, segue:

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Os 20 vídeos que mudaram a minha concepção de humanidade

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Schopenhauer, em uma entrevista a uma rádio acadêmica da universidade de Krasisbürg (no ano de 1992), questionado sobre o mundo virtual, emendou a seguinte frase: “A internet é a primeira coisa que o homem construiu que o homem não entende, o maior experimento anarquista que nós já vimos“.

Ok, Schopenhauer não disse isto, morreu uma caralhada de tempos antes de sequer surgir a internet. Eu vi isto em um episódio de Criminal Minds e, aparentemente, quem mandou esta frase foi Eric Schimdt, ex-CEO da Google Inc. E não importa muito quem disse esta afirmação, o que importa é o seu tom de realidade. Tão realidade que, se eu colocasse o mesmo primeiro parágrafo mentiroso que fiz num Facebook da vida, é bem provável que em pouco tempo esta frase seria repassada com um puta ar de verdade, levando vários inocentes a acreditar que, em algum momento da história, Schopenhauer tivesse dado uma de Nostradamus e feito uma afirmação real e futurista.

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As 10 coisas que eu acreditava quando moleque

O dia das crianças chegou e, como era de se esperar, a internet se contaminou. Quem percebeu, nos últimos dias, o Facebook virou um mar de fotos de crianças e de brinquedos antigos, paraíso perfeito para pedófilos e nostálgicos. Nesta época, a galera sempre se dedica a lembrar que está ficando velha e que a idade se aproxima galopante, independente de credo e cor. Para aproveitar o momento oportuno, resolvi entrar no clima e fazer a minha listinha sobre o tema em questão. Pensei (e até comecei a fazer) uma lista dos “10 brinquedos que eu mais gostava“, mas achei meio chavão demais, totalmente clichê. Resolvi, então, fazer a lista das 10 coisas que eu acreditava quando moleque e que, com o passar dos anos, se mostraram grandes fracassos e/ou completas inverdades. Sem mais delongas, segue abaixo:

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As 25 melhores fotos de Sidinei Brzuska

Estes tempos atrás eu estava lendo uma notícia no Globo.com, ao qual um presidiário tinha passado no Enem, mas devido as falhas burocráticas do sistema brasileiro, o mesmo não poderia estudar. E isto, pela lei, é direito dele. Quem quiser ver a tal notícia, está aqui. O cidadão aí da reportagem, foi um dos 3 presidiários que participou do seminário “O Presídio Central e a realidade prisional“, realizado no auditório da penitenciária de Porto Alegre. Justamente, o debate proposto era para discutir as condições carcerárias do sistema brasileiro.

Para quem não sabe, é cego, burro, tosco ou tudo junto, nosso sistema prisional está afundado na merda. Alias, desde 1964, com o Golpe Militar, nosso sistema prisional é uma grande merdona. Começou lá atrás, aonde os milicos resolveram “brilhantemente” misturar os presos políticos com “presos comuns”. O “preso comum”, vítima do sistema, sofria todo tipo de abuso sem nada reclamar; o preso político, por sua vez, letrado, informado, culto, repassava tudo aquilo que tinha aprendido aos companheiros de cela. Este fato reformulou a mentalidade do presidiário brasileiro, que antes disso não tinha conhecimento legal para se defender – apanhava, sofria e ficava quieto – mas, principalmente depois da década de 80, começou a pensar e agir sobre os seus direitos legais. Aprendeu sobre LEP (Lei de Execução Penal), sobre as obrigações do Estado com os apenados, sobre revolução armada, sobre direitos humanos etc. Entre outras coisas, graças a esta mistura ocorrida a partir da Ditadura Militar, foram criadas as facções mais famosas brasileiras – CV, PCC – que, na época, misturavam conceitos revolucionários com a realidade das cadeias, buscando dar dignidade aos presos. Não a toa, estas facções se utilizaram do lema “Paz, Justiça e Liberdade” ou seus semelhantes, para garantir o direito à civilidade de quem se encontrava atrás das grades. Com o tempo, claro, as facções acabaram virando verdadeiras organizações criminosas e dominaram, entre outras coisas, a própria “política interna” dos presídios, mudando radicalmente a mentalidade do apenado frente aos braços executores do Estado.

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Os 10 melhores episódios de South Park

Então, tive problemas com o outro post e não consegui termina-lo ainda. Para não deixar o blog terrivelmente vazio, resolvi deixar aqui um post meu do outro blog que eu participo. Segue, então, na íntegra:

“Ok, o South Park não é filme, nem cinema (embora já o tenham feito), mas merece sua menção. Dado o sucesso atual, parece que de uma hora pra outra South Park despontou como o melhor desenho da atualidade. Ficava ali entre um limbo, aonde todo mundo lembrava de Family Guy, Simpsons, mas deixava South Park passar em branco.

Do nada, a galera acordou pra vida e todo mundo passou a ver e gostar deles. O grande mérito da série está na evolução surpreendente. Diferente dos concorrentes, South Park amadureceu, ao longo dos anos, invocando mais sensibilidade e profundidade aos personagens, na medida que criava histórias cada vez mais mirabolantes e, mesmo assim, não precisava contar com um núcleo bem específico de personagens (carismáticos) principais, equilibrando bem todos os envolvidos na série.

Recentemente revi todas as temporadas – menos a primeira, que é muito ruim – e resolvi fazer este artigo. Como eles estão prestes a lançar a nova temporada e o canal VH1 vai passar um especial dos 15 melhores episódios escolhidos pelos próprios autores, resolvi fazer o meu top 10. Segue:

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10 nomes melhores para a Bola da Copa

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Quem é que viu esta merda que tá rolando? A Adidas disponibilizou para votação 3 opções para nome da bola da Copa, que rolará no Brasil em 2014. Segundo o que é dito na matéria, foi feita uma pesquisa ao longo de todo o território brasileiro, aonde definiram que, segundo o que próprio povo escolheu, estas seriam as 3 opções mais votadas:

1 – Bossa Nova

2 – Carnavalesca

3 – Brazuca

Que bela bosta, eim?

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100 artigos, ou 10 x 10

Sim, meus caros, demorei bastante mas retornei a postar. O centésimo post não é qualquer post, não poderia ser em vão. Justamente por isso, abdiquei um bom tempo para pensar em algo que, realmente, justificasse a colocação e ficasse com brilho aqui, como uma bela comemoração. Pensei, pensei, pensei, refleti e vi que o melhor a fazer era uma grande compilação.

Basicamente, como o blog é meu e, obviamente, fala de coisas que eu considero relevantes, resolvi neste centésimo post prestigiar diversas homenagens. Para não ficar desordenadamente babaca, ou complicado, resolvi dividir, então, essa bagaça toda em várias subcategorias. O nome do post, alias, já explica. Dividi tudo em 10 itens de 10 categorias, todos ícones que eu julgo importantes. Claro, com um bônus no final. Me comprometi a não explicar nenhuma das escolhas, justamente para deixar aos caros leitores a livre interpretação e opinião de cada um. Sem mais delongas, segue minha lista:

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10 tipos de babaca no trânsito

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Não, não é o futebol que é uma caixinha de surpresas. O trânsito sim, uma caixinha diária de surpresas e de muita paciência. Teste de humor que até Jesus, talvez, não aguentaria. Até ele seria capaz de esbravejar as mais puras e honestas palavras de ódio ao pegar um carro e dar uma volta em qualquer metrópole. O trânsito é foda.
Tal qual o político brasileiro que rouba bem pimpão e sabe que há uma blindagem burocrática extrema que o protege de ser condenado, o motorista sabe que aquela caixinha de metal e veloz também é um meio de fazer o que bem entender sem nunca ser punido; falamos deles, mas quando está ao nosso alcance, fazemos igual. Somos como nossos políticos, diariamente, cagando na cabeça das leis de trânsito porque sabemos que não vai dar em porra nenhuma.
Observando e participando diariamente do trânsito, resolvi elencar os 10 piores tipos de babaca que frequentam as ruas, com os motivos mais boçais para ser um mala atrapalhando o fluxo do tráfego. Segue:

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Viagem de tubo

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Vi isto, hoje, no TechTudo e achei muito bacana. Imagina cruzar o mundo em poucas horas, menos de um dia de viagem, com muito mais segurança e sem toda aquele cansaço que um avião proporciona? Será possível, sim!

Não, não viajaremos em gatos voadores como o da foto acima – embora ele seja a imagem perfeita do projeto -, mas este é o conceito da viagem em tubos a vácuo, que alcança velocidades incríveis e consegue fazer um trecho entre Nova Iorque e China em aproximadamente duas hora!

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A religião, o culto e a sua origem

Este é um assunto que sempre me intrigou. Aonde e porque começou tudo? “Tudo”, que eu me refiro, relativo a religião. É um ponto curioso, culturalmente muito interessante.

Veja bem, a primeira vista a resposta é simples – o clássico clichê – “começou porque o homem não sabia explicar a origem de determinadas coisas, aí se apegou a criação de seres superiores que agiam aonde ele não tinha conhecimento“. A resposta padrão que, inclusive, implica sobre o argumento de transição do politeísmo de várias sociedades a um único Deus. Conforme os povos conheciam e reconheciam a ciência, foi natural a migração de vários deuses ligados a eventos físicos e químicos para um só Ser, se valendo de situações mais subjetivas, como a vida após a morte ou a criação de tudo.

Até aí tudo bem, é quase consenso o conhecimento geral sobre esse “conceito social”, por assim dizer, de ordem cronológica dos fatos. Mas, há um grande problema…

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As 5 piores continuações que eu já vi

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Como disse que não teria tempo para postar esta semana, vou adaptar um artigo feito por mim, do outro blog que eu participo (cliquem e vejam)! Segue:

Seguindo o post sobre as continuações sem nenhuma lógica aparente, só para gerar uma renda extra para meia dúzia de exploradores, resolvi postar, então, as 5 continuações mais horríveis que eu já tive o desprazer de ver.

Vale lembrar que eu desconsiderei continuações puramente nonsense, como o caso dos Jasons da vida, porque perder o tempo comentando sobre elas seria demais.

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Não postarei esta semana

Esta semana estou numa correria braba e acho que não conseguirei postar. Volto aos trabalhos muito provavelmente na sexta ou sábado, apenas.

Neste meio tempo, aproveitem para pegar o arquivo e conferir o que já foi feito! Para dar um norte para vocês, cito aqui a lista dos meus 5 posts preferidos:

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Simon´s Cat

Seguindo o post dos gatos, alguém já viu este canal do Youtube? Este canal é baseado em um famoso vídeo:

Pois é. Alguém teve a grande ideia, pegou o vídeo aí de cima e criou uma série de curtas – muito bons – sobre gatos. Em especial, o gato de Simon.

São curtas pequenos, cerca de dois minutos, esboçando situações do cotidiano da vida de quem tem e/ou convive com gatos. Vale a pena ver porque, embora o desenho simples, a execução é muito bem feita! O artista soube captar a essência da coisa, fez um projeto muito legal e que ficou muito bom! Segue:

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20 vídeos legais com gatos

Seguindo a mesma lógica do post do Mastim Napolitano, resolvi fazer um artigo sobre vídeos com gatos.

Outro animal que nos proporciona vídeos sempre engraçados, os gatos são curiosos por natureza. Esta curiosidade deles faz com que, muitas vezes, se metam em situações insólitas. Graças a isso – e a donos desocupados – o Youtube nos disponibiliza uma leva enorme de vídeos com felinos nas mais diversas situações. Para não encher o tópico com muitos e muitos vídeos (porque tem VÁRIOS), dando margem para em um futuro poder postar de novo, resolvi limitar a 20 vídeos com gatos. Segue:

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Videos engraçados com Mastins Napolitanos

Mastim Napolitano é, possivelmente, o cachorro mais legal do mundo.

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Originário dos Molossos, aqueles famosos super-cães de guerra italianos/gregos – utilizados até por Alexandre, o grande – o Mastim Napolitano é o seu descendente mais próximo do que seria o original. Um cachorro gigante, forte, com uma mandíbula poderosíssima e muito fiel ao dono; um companheiro mas também um guerreiro. Alguns estudiosos (há controvérsias), inclusive, colocam a mandíbula do Mastim Napolitano como uma das mais fortes da natureza, perdendo apenas para a Hiena Africana e para o Tubarão Branco. É um colosso, um cachorro sobrenatural.

A raça quase desapareceu em meados de 80, começo de 90. Foi a primeira raça posta em rinhas, usada constantemente em brigas ilegais e, posteriormente, acabou estereotipada como “raça violenta“. O ser humano, como bom animal burro, adora repetir seus mantras ridículos para torna-los realidade. Quase colocaram a raça em extinção através de uma mentira repetida, por detalhe não sumiu da Terra.

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As 40 melhores aberturas dos anos 90

Sejamos sinceros, aberturas de séries, seriados e programas em geral, quando bem feitas, podem marcar mais que o programa em si.

Muitos são os casos daquela musiquinha que fica na cabeça, aquele 1 minuto ou menos, que a gente vai ver durante toda a existência do programa. É um trabalho quase de “lavagem cerebral”, condicionando o cérebro do espectador a criar uma identidade audiovisual que contextualize toda ideia da obra em si, em poucos segundos. A função da abertura, muito mais do que propriamente “abrir” o programa, passar créditos, ou qualquer coisa é, antes de tudo, nos pautar do que se seguirá na próxima meia-hora ou mais. Servir como um grande resumão.

Não a toa a grande maioria das aberturas consiste em uma ótima produção, tal qual o resto do episódio em si, justamente para que tudo seja atrativo desde o seu início. Antes mesmo da aventura começar.

A minha postagem, justamente, busca unir duas coisas que eu gosto: aberturas legais + anos 90. Fiz meio que um apanhado de séries, desenhos, seriados e programas que, na época, marcaram nossas tardes e/ou noites, em um período aonde a televisão ainda era, talvez, o maior expoente da comunicação e o computador era totalmente experimental. Resolvi separar em 4 categorias, 10 aberturas de cada. Segue, então:

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Social Vibe

Me inscrevi nesse negócio.

Tá lá embaixo, bem no final do blog. A cada clique que vocês derem naquele link colorido ali, a entidade “ganha” uma porcentagem. Conforme a entidade atingir determinada porcentagem, a meta é computada em dinheiro, que eles podem usar para fazer as ações deles. Escolhi o WWF, porque gosto das propagandas, das camisetas e porque o panda é simpático. Como não conhecia as outras entidades, isso pesou na minha escolha, também.

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Coisas dos anos 90 que você teve ou fez

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Voltando, ainda em ritmo de férias/festa. Vou postar menos nesses meses de verão. Mas, o que não falta é assunto. E um dos meus preferidos, sobre os anos 90.

É enorme a proporção de merdas e coisas incrivelmente toscas que os anos 90 criaram, mas todo mundo tinha e/ou fazia. Não faltaram clipes na TV com neguinho de cabelo asa-delta e calça colorida, propagandas da Coca-Cola e filmes do Spielberg para divulgar modinhas que hoje, qualquer um que viveu na época, olha e diz: puta merda, eu fazia isso! Que vergonha!

Lembrei disso graças ao tópico anterior, citando os VHS, porque foi gigante o número de filmes bizarros lançados para esta mídia e que, infelizmente, ficaram na memória. Mas, além do próprio VHS, surgiram uma gama de coisas que, ao olhar atual, soam apenas como uma leve lembrança cômica.

Resolvi fazer uma lista, então, de coisas dos anos 90 que todo mundo teve/fez:

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