the very best of sinfronesio ou: como acabar com um natal sadio

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sinfronesio foras feito para falardes e alardares sobre coisas
não realizadas: mal feito feito, antes de tal, como tal, enfim –
nunca chegou.
para poderdes dizer que se vervinha ao findes anos, sinfronesio
odiavas natal. e por odiardes com tanta enfaticamente força,
fe-lo que poderia impedir-lhes com um conjunto de regras cantadas:
sinfronesio nosso artista de-e-destruidor, armoleou-se para,
como mágico ano, ao pequeno vilarejo cantarvalhe-ia-ais
em destemida voz:
‘ó, crianças, ho ho,
criancinha fedida não
ganha presente ho, ho’
assim sendo, sabido que já se imaginava-se: todas crianças fedem.
choravam-se nas gélidas esquinas, pequeninos e pequeninas,
achando terdes ouvido-lhes a voz do bhom velinho – que de facto –
era apenas sinfronesio des-farsado.
pais descolsolidados sem entender patavinas também, ao que se deu-lhe
com choque, choravam mágoas dos presentes:
– quem poder-lhe-ia receberdes os embrulhos?
a canção antecipou tragédia, mas sem solutos.
e sinfronesio, distante dentro de sua maloca oca, escondidinho e sorrindo,
sabotareia a sadia festança em silêncio fatídico,
como fora feito por infortúnio criador mágico,
cantarolando sua canção:
‘ó, crianças, ho ho,
criancinha fedida não
ganha presente ho, ho’
ecoou durante anos no vilarejo.
por séculos.
até ninguém mais exisir.
foram todos extintos por um meteoro.
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