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5 sonhos muito loucos que eu tive

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voltando a plena forma, resolvi retomar o blog com um post maneiro, um hábito que eu faço e considero deveras interessante: anotar sonhos. este tipo de coisa não só ajuda a gente a dormir melhor, como também nos ajuda a rever aspectos da nossa criatividade subconsciente, ou porque nosso cérebro funciona estranhamente enquanto descansamos.
disso, resolvi separar 5 sonhos meus que eu anotei e seguramente dariam um filme; se alguém aí estiver lendo e for um diretor famoso – ou nem tanto – sinta-se a vontade para usar meus sonhos como uma história; apenas me adicione nos créditos. sem mais delongas, segue:

 

1 – quando eu enfrentei dinossauros e o AC-DC

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este foi um dos sonhos que somou mais fatores estranhos e divergentes na história; eu não me lembro bem como começou, mas desenrolou o fato de que eu estava andando num tipo de savana, ou selva com plantas não muito grandes, em um jipe com caçadores; nós iríamos caçar, sim, mas não animais comuns: ERAM DINOSSAUROS; eles eram agressivos e vinham de encontro ao jipe com ferocidade, nós tínhamos que afastar eles com um lança-chamas (sim, isso mesmo). caça vai, caça vem, um outro jipe aparece nos desafiando e, pior ainda, nele estavam os INTEGRANTES DO AC-DC. de uma forma geral, eles era bem legais – e falavam português, claro, era meu sonho – apenas o baterista era um escroto. lembro que após terminarmos a caça, sentamos todos juntos para conversar, mas o baterista queria desafiar todo mundo para uma briga: não deu outra, acabamos brigando com ele, cercados de plantas queimadas e dinossauros mortos. parecia cenário de video-game.

 

2 – o dia que eu entrei num tornado dimensional

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eu geralmente sonho com tornados, não sei exatamente o porquê, mas eles são constante nos meus sonhos. porém, há sempre um elemento de superação, no qual eu avisto o tornado, ele vem ao meu encontro e…voilá…eu escapo! apenas em um caso especial eu sonhei com o contrário. eu estava numa estrada, era algo como umas colinas no melhor estilo interior inglês, montanhas e verdes… quando bum! um tornado monster se forma na minha frente, vindo na direção do meu carro e não me resta outra solução senão encará-lo de frente; fui sugado pelo bicho e o que se desenrolou foi um momento tão estranho de lucidez e calmaria difícil de explicar: o carro subiu, subiu, subiu pelo miolo do tornado, como se eu estivesse indo para os céus, enquanto eu esperava a queda – que não aconteceu – eu acabei parando em outro lugar da terra, um vórtice do espaço-tempo que me levou a uma completude de emoções ao ser sugado naquela estrada. daí eu retorno em outro ponto do planeta… dirigindo, como se nada tivesse acontecido.

 

3 – o elevador infinito

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este talvez tenha sido o sonho mais recente que eu anotei e também um dos mais estranhos; o começo até parecia normal, porém, o desenrolar das situações foi surreal. o sonho começou comigo no saguão de um prédio, destes comerciais de muitos andares, tudo normal, eu havia de entregar um documento sabe-se lá para quem numa sala lá no alto e, por isso, tomar um elevador (se não me engano era o 15º andar). depois de muito tempo esperando – só estava eu na fila do elevador, um fato curioso pra um prédio daquele tamanho – eu consegui entrar no bicho. apertei o botão e fui, fui. acontece que o elevador não só era muito mais rápido para se locomover do que qualquer elevador convencional, como também simplesmente não parava; eu lembro de ficar muitos e muitos minutos subindo numa velocidade sem fim, até o momento que me deu um ‘estalo’ e pintou a solução: o elevador era infinito, tipo uma roleta, e só iria parar quando eu apertasse o botão do andar NO EXATO MOMENTO que ele estivesse passando por este mesmo andar; e neste exercício do acaso eu fiquei durante muito tempo, trancado no elevador que não parava de subir, tentando acertar o momento de apertar o botão para poder sair.

 

4 – o fim do mundo metafórico

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talvez um dos mais filosóficos dos meus sonhos, possuiu um caráter muito maneiro. eu estava novamente nos tempos do colégio, no último dia de aula e, coincidentemente, o último dia de aula era também o último dia do mundo; acontece que, além disso, o fim do mundo ocorria também no exato momento do fim da aula. sabe-se lá o porquê ninguém faltou a aula, mas estava a sala cheia de alunos e todos, lá, esperando o fim das aulas e do mundo, curiosos, felizes, era uma estranha sensação de que ninguém estava realmente triste, todo mundo parecia pleno, aceitado a ideia e estava até com um ar de satisfação sobre o fim de tudo. contagem regressiva, toca o sinal enquanto acompanhamos também o fim do mundo pela tv – o sol iria se apagar, ‘sumir do nada’ e a NASA transmitia diretamente do espaço. pois veio o fim do mundo, das aulas e simplesmente nada aconteceu; foi como se o fim fosse apenas ‘metafórico’, por assim dizer, porque com o apagar do sol tudo ficou plenamente normal, porém mais feliz, mais calmo, como se a humanidade tivesse entrado numa era de plenitude e aceitação e todo mundo fosse então mais sereno; daí, nos abraçamos, os colegas, desejamos boas férias para todo mundo e fomos embora, como se toda aquela situação tivesse sido normalzona.

 

5 – a escola das esculturas gigantes

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em um caso de maluquice feliz, eu sonhei com uma faculdade, universidade, sei lá, um local onde a formação era feita para treinar pessoas a realizar esculturas gigantes; a história em si deste sonho nem é tão emocionante quanto as outras, porém a beleza estava justamente na estética: a faculdade não só ensinava a fazer esculturas gigantes, como também lecionava suas aulas DENTRO de esculturas gigantes. por isso, todo o processo de aprendizado era como passear pelas mais bizarras criações de antigos alunos; tudo isso numa costa, tipo de uma praia, onde acontecia a faculdade e se via ao longo todas as construções possíveis – cada uma sendo um prédio, uma cadeira; não só isso, eu lembrei de tantos detalhes sobre este sonho que eu consegui no dia seguinte RECRIAR algumas das esculturas: uma língua gigante que imitava uma escada pro céu, uma estranha forma geométrica formada por outras formas geométricas menores – como numa molécula gigante – uma homenagem de guerra em um cavalo flutuante que, por efeito óptico parecia mágica e um navio interativo que imitava uma embarcação pirata, nas formas distorcidas dos quadros de Dalí.

e era isso galera; sonhar é maneiro e indico para todos anotarem seus sonhos; estte tipo de atividade desperta nossa criatividade de muitos jeitos. boa tarde e fui!

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