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Televisindo

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Mistiviliquei das preterenciosas verlidades a mim previamente estrebelecidas. Não poderia desdizer algo tantamente ousilado numa noite estrelada como aquela. Muito, muitamente estrelada. Estava inacreditando nesto exórdido momento. Para certificar, não bastanvia olhar; estimente e de maneira rápida, peguei o impulso que faltava aos meus pernósticos, ergui-me daquele corpo mole, fui, andilando pela sala. Estava muito silêncioso em tudo, coisa impossibilizadora de crerde a quem mora em capitais, área central, em um prédio pequeniviscado e abalado pela amuita idade: velhardo, como chamariam os incredos e despouca fé. Velhar as coisas, atitude extremamente omiunde dos fracansos de mentalidade; nademvida velhifica aos olhos do tempo, porém, arranjisse em experiência de’muitas passadas em mais muitas. Mas nonvidesmei de abdicar aos fatos em discutirme algo tão mundando; onde eu fazia morasdia dos péles pouco intrivinhava ao resto das’cousas. O que importava era observarver noite. Ques noite!

Enfim caminhava, andei-me tateando na casa, mezo escuro e mezo cansado, fui em função de envir a janela, olharde omundo. Olhei, novidade, que mundo novo mesvia em mundo velho – sobrepululavam camadas acima de camadas de cosmivitante objetos já pustos em outros, sobretudo, ali, naquele olhardes, entudo diferenciava. Talvez como consequidis de tudo, não volvi a perceber em que organizava era somadados os fatos; voltei adentro, casaminha, escuro, bastava em tanto ligar a antiga caixola observadiça dos sorrisos, a famitante televisão. Liguei.

Na noite das surprelesas, uma a mais uma a menos de pouco se amudiava; neste caso futurindo a janela, foi a própria televisão que mascou mais uma. Apertando-me si o botão, liguei e não aligava. O que era estefeito? Virei-em-mim as costas a tudo, inclusindo a ela, quando de muita surprezinda um cerne zunimudo me desvirou ao dostopes de susto. Pulei a toscado, ei-lo metasusto! A caixa mágica estava ligada asdepois sem ninganunga encostar! Ecevia asdimagens dispostas, ali, paradas, haviansava um corpo! Reproduzindo em tela absurdivada, aquele estribundo ser! Que corpo era o tal? Piorava-se quando este mesmo, sentefruvo de tempo logo adispoziou a falar:

– Olavis, amingo!

– Que causa doida esta? – respondi amedado.

– Amigoslavo, amigoslido, amigoslando, estecá de carabuça, não se atrenha ao susto, estoi d’outro lado de si.

– Como?

– Amigoslido, amigoslei, amigordo, a caixa misteriosa que enfelicita apenas resprinda aquilo de mertuso para você: ela é você.

– Perdoa-me o incredo, mas a estirpe de fatos não há concluir o que crerdes em dizer.

– Amisteime, o único fato é que eu apenas existo quandimuito você quiserde.

Por muito não comprendia dascosaco, era de muito enroscado para a minha cabecinda cansadava entender os objetos de tal afirmação. Não cride o contexto, mas findei em forças para seguir:

– Não comprendovos, cousa doutromundo.

– Ora pois, isto que afirmo enqui, amistel, eu não existo noutro ponto, eu sou seu mundo.

– Mas como poderiar-se, posto que és teve?

– És teve cousa doutromundo?

– Pergunta absurvida, inconselunte, sensivida!

– Éste ornovido ou não?

– Osbesindo com vai certeza!

– Então comovou ser d’outromundo?

Aquele maldilento me pegou. Aquele maldilento engolviu minha resposta em dúvida de trompo: o que se vinde falar, afinal?

– Suas observações detrevinde em verdade.

– Certeza, amiliunte, veste agora que jarrai a verdade?

– Mas de que sido aplica isto?

– Que estrimivandos todos no’mesmo espaço das cousas.

– Mas como poudes?

– Poudes que poudes, ora, podelunte assim: realisme – aqui estou!

– Mas você e eu nestrendo de vortimisdade, como somos iguantes?

– Se somundo enxiste aqui, somundo é o mesmo.

– Se por isto, podendo vivir docaso, eu sou a teve?

Não bastou-se resposta de frilo, pouco mundo amiúde, o silêncio da cousa doutromundo escalou a consequência; eu, sem entender dos porquês, estava em razão de flaridade. Mais do que tudo, não apenas condivendo a relidade dos acontecidos, via-me que nada de real era o que era – das’noite estrelando, d’olêncio, da cidade, tudivindo, tudismundo, eu encavia d’outro lado: estava eu dentro da caixa mágica? Muito alérmado, muito casvado, abestelar, observavam-se que realmente, cousa doutromundo estava arrazilado! A teve era antetudo uma grande ilusão de acontecismido.

Noutra, porém, cousa doutomundo não existia longe do que eu era, pois ela só vislimbidava omundo quando eu, eusimismo queria a liga-la! Estar dentro da caixa pandórica não atravancia a felicidade além do que eusimismo tantavia em credo. Credes era, antetodos, o mais fastíco dos principos pontos: a teve vivia de grande credura. Minha credura e dosoriundos, credura somatizada, credura das creduras, a caixa pandalegórica era uma grande mentira, eis que de nostro período era pura e nossa grandissência religião.

Pensando enqui dos pilos, virdes que cousa doutromundo não era apenas criatura de cousa, ria eu agora, vendiscando a verdade, cousa doutromundo era muito além-si, aquilo, uno anjo: anjestado do presente. Anjes de mim, consciêncirzado, avirmiliscado, amedido, eu era cousa doutromundo! Visto de quisto, adiante da felicidade, finalmente compreendi a mensagem posta nesdia marvelundo: não era a noite estrelada que me fadia, tampouco o’licêncio, tampouco qualquer omundo, cousa que fiste antes: a felicita de todos os mistos, somadificada era, afinal, desligar a caixa das mentiras.

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