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5 truques que eu uso para melhorar a memória

Rembrandt_-_The_Philosopher_in_Meditation

Considero, atualmente, uma boa memória o principal aspecto para a criatividade. Saber e ter boas referências, administra-las mentalmente, são passos importantes para pensar melhor. E pensar melhor é o grande meio para que possamos criar alternativas inovadoras em diferentes nichos da sociedade, sejam eles puramente intelectuais, como a arte, filosofia etc. ou universos mais factuais, como empresas, máquinas e tecnologia.

O acesso ao maior meio de campos mentais funciona como um grande banco de dados, que nos permite imaginar e utilizar o que já sabemos em novos mecanismos. E, para este banco de dados, precisamos constantemente exercitar nossa memória, não deixando-a parada ou em desuso, como fonte de consulta constante. Julgando a média das pessoas, considero minha memória bem boa; e isto, ente outras coisas, me ajuda a escrever e desenhar com uma facilidade relativa.

Neste sentido, resolvi compartilhar 5 pequenos truques que eu uso para manter minha memória sempre ativa; sem mais delongas, segue:

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1 – Anotar sonhos

Esta tática eu adotei faz um ano e meio, após ver numa palestra, e achei crucial. Anotar sonhos é um fato importante por dois principais motivos: 1) nos ajuda a passar para um registro do campo onírico, onde nosso cérebro exerce um grande poder criativo e 2) exercitar a memória quando está em REM, nos fazendo lembrar dos nossos pensamentos depois de acordar, é uma tarefa extremamente difícil para o cérebro; ao tornar hábito tentar relembrar os sonhos, consequentemente você acaba criando um método de exercício eficaz parar reativar sua memória de coisas que normalmente não entrariam na memória.

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2 – Fazer anotações mentais sobre seu dia

Sempre quando deito, antes de dormir, tento repassar todos os passos do meio dia, forçando o cérebro a entrar em contato – mais uma vez – com determinados acontecimentos, para que assim possa guardar o maior número de informações possíveis sobre estes mesmos acontecimentos, deixando mais e mais bancos de dados na memória.

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3 – Relembrar memórias específicas sobre o passado distante

Esta é difícil e interessante – eu utilizo direto. Tento, constantemente, ativar minha memória relembrando fatos passados ultra específicos, forçando o cérebro a trabalhar em bancos de dados antigos e já datados há muito tempo; como, por exemplo, a tentativa de lembrar em ordem cronológica os eventos de um dia específico que eu tive no colégio, ainda na primeira ou segunda série, montando uma imagem vívida dos fatos na minha cabeça. Isto ajuda o cérebro, além de manter uma memória afetiva/nostálgica sobre a própria vida, a exercitar capacidades, eventos e situações que ele mesmo não acreditaria que poderia utilizar um dia, constantemente se renovando e acostumado a guardar um grande número de informações sem perder detalhes.

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4 – Não usar o Google para lembrar das coisas

Eu me policio neste aspecto e acho útil demais; o Google é uma ferramenta maravilhosa, porém, apenas o utilizo para tentar adquirir informação nova/extra. Quando não lembro de algo (como o nome de um filme, ou livro), tento não utilizar o Google como forma de lembrança; forço meu cérebro, através de lembranças de outros fatos, a acessar exatamente o que necessitava saber. Claro, desta maneira você demora mais para encontrar determinadas informações mas, sejamos justos, se você deixar a memória sedentária, é bem possível que ela vire uma enorme e gorda velha folgada, limitando demais o uso do seu cérebro as mesmas atividades cada vez mais e mais repetitivas e inúteis.

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5 – Passar as coisas para o “papel”

Eu sou um aficionado por tecnologia e, embora alguns especialistas digam que há diferenças entre escrever no papel e no digital, aqui, eu não sou tão formal. Na tentativa de não esquecer das coisas que eu “crio” na cabeça e, visando poupar o tempo, minha dica é: tudo que você pensar e achar foda demais, sim, passe para o “papel”; uso entre aspas porque, com isto, não quero dizer exatamente para você escrever numa folhinha; você pode utilizar o computador, o Word, o que for, desde que escreva o que pensou e guarde em outros mecanismos. A ação visual – ou seja, ver o que você pensou externamente a seu pensamento – é tão importante quando a memória em si. Por isto, escrever ajuda a consolidar ainda mais a lembrança da ideia e, claro, alguma utilidade futura para ela.

E se vocês seguirem minhas dicas, ou tiverem outras, podem postar aqui. Quanto mais dicas interessantes para exercitar a memória, melhor para todos nós. Boa tarde e fui!

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