Novos-baianos-completos1

Os meus 7 albuns preferidos

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Este é um post que eu vinha pensando faz um tempinho e chegou a hora de brilhar. Eu sempre me questiono quais são os albuns indispensáveis para mim mesmo e, difícil, toda hora mudando, tento elencar aqueles que são maiorais. Desta forma, quis separar aqueles que eu considero os meus preferidos, atualmente, com uma pequena explicação embaixo por seus motivos, sem muitas cerimônias ou porquê; eu simplesmente escuto estes álbuns mais que os outros e ponto final. Sem mais delongas, segue:

1 – Novos Baianos – Vamos pro Mundo

Acho Novos Baianos, talvez, a maior banda brasileira que já ouvi e este álbum é incrivelmente subestimado. Mistura os ritmos clássicos do Brasil com versões inéditas de experimentações musicais, além dos conhecidos neologismos nas letras, sambas, batidas muito interessantes. E, claro, a voz da Baby do Brasil que está fantástica demais, principalmente nas duas primeiras músicas.

2 – Pink Floyd – Meddle 

Outro que não é o mais conhecido da banda, mas também curto muito. Das baladinhas do Pink Floyd sem muita pretensão aos experimentalismos insanos como One of These Days e a indispensável Echoes, a mistura deste CD traz uma nova perspectiva à música e ao próprio Pink Floyd, que a partir dele criou toda aura em cima da banda.

3 – Invisible – Invisible

Este é um dos mais memorávies álbuns da música latina, do rock progressivo e da música mundial. Spinetta é genial e esta é sua melhor banda, tocando clássicos maravilhosos do rock progressivo latino, variando de grandes canções complicadíssimas em sua execução a umas maluquices completas que parecem, entre outras coisas, misturar elementos do tango argentino e outras músicas populares de lá. Foda demais.

4 – R.L. Burnside – Ass Pocket full of Whiskey

Eu sou fã do Delta Blues clássico, com violão e voz mas, incrivelmente, o meu álbum preferido do Blues em geral é este, já com guitarra elétrica e sonoridade mais moderna. R.L. Burnside é meu cantor favorito, gosto muito da voz dele e, aqui, está perfeita fazendo misturas com riffs pesados e um “fat sound” na medida, parecendo que foi diretamente gravado do fundo de um bar de beira de estrada.

5 – Jimi Hendrix – Blues

Nova escola, mas ainda no Blues, acho este o melhor álbum de Jimi que, para mim, é um dos guitarristas mais sublimes da música. A proposta de Jimi em homenagear os músicos antigos com a “sua cara” traz coisas tão inacreditáveis que fica difícil tentar explicar, como o caso de Born Under Bad Sign que, no som de Jimi, é a melhor versão possível para esta música.

6 – Cartola – Cartola II (1976)

Cartola é Cartola e um cd que abre com O Mundo é um Moinho não pode ser nada além de foda pra caralho. É o caso deste lindo álbum, contendo várias das minhas favoritas deste cantor, inclusive, Preciso me Encontrar – que na minha singela opinião é simplesmente a maior música que o ser humano já criou. Aqui, Cartola está absoluto, introspectivo, existencialista, alegre, feliz, o cara reune todos os sentimentos neste clássico.

7 – Death – Sound of Perseverance

Este é o álbum absoluto do metal e tudo que veio antes ou depois dele serve de paradigma para provar como Death foi único. Constantemente pegado em riffs interessantíssimos e intensos, porém mostrando já um lado mais técnico da banda, misturando uma parada meio Death Metal com viradas de Jazz e o vocal mais competente do Chuck, fechando a fórmula com perfeição.

E, post curto, por hoje é isto, galera. Espero que vocês ouçam os álbuns e gostem tanto quanto eu! Fui!

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