5 lugares que eu conheci e recomendo

Antes de viajar esta última vez eu estava pensando nisto. Porra, eu conheço lugares pra caralho. Sou novo, eu sei, mas já viajei um bocado e isto obviamente me faz um especialista sobre viagens e me dá aval para comentar, aqui, sobre o que eu quiser. Claro, meus caros leitores, tirando a brincadeira, eu não sou nenhum tipo de especialista nem porra nenhuma, mas gosto de fazer turismo. E turismo é maneiro e bom, do bem e todo mundo deveria fazer. Eu não me iludo, não, nem caio nestes contos do vigário de “viajar barato” nem porra nenhuma; eu sei, mesmo o mochilão mais em conta possível, ainda assim, é caro pra caralho. Viajar é uma coisa cara, não deveria ser – todos deveriam ter a oportunidade de conhecer o mundo – mas é. Nossa sociedade oportunista é assim e todo mundo sabe que todo mundo gosta de viajar, então metem a mão mesmo e cobram fortunas em passagem, hospedagem, comida, pontos turísticos, tudo. Você vai ser explorado. Pode consultar antes, calcular, tentar fazer planos e encontrar alguns benefícios saindo da “rota do turismo mainstream” mas, ainda assim, você vai ter que desembolsar grana. E, geralmente, grana em dólar, o que faz tudo ficar x 2.5.

Digo isto porque em nenhum momento ao longo do meu post vou tentar te enganar ou dizer “viajar pra cá vale a pena porque é bem baratinho!“, porque não é. O intuito de fazer este artigo não é o de prestar dicas de economia e tampouco dar dicas considerando o preço. Além disto, este post não foi feito para discutir o local para viver como um morador daquela região; veja bem, afirmo isto porque há cidades ótimas para viajar, conhecer turisticamente mas, vá lá, são totalmente diferentes entre tursimo x viver lá. Então, aqui, não estarei considerando fatores biopsicossociais da região com o intuito de avaliar como um morador local, apenas com o meu olhar turístico de quem chega lá, passa uns dias, uma semana e depois volta, cheio da pompa, dando pitacos de tudo com cara de Anthony Bourdain. Mas, como eu adoro me contradizer, sim, eu falarei dos locais não só pelo turismo, mas sim por tudo que me der na telha. Fim.

Seguindo estas instruções, você está preparado para acompanhar meu post. Este artigo, aliás, é o primeiro do blog que segue uma linha hierárquica. Ou seja, o primeiro item que você verá será o último da lista (quinto lugar, na hierarquia), e o último item REALMENTE será o mais importante e assim por diante. Valendo:

5° – Munique/Bavária

Munique é bonita pra caralho. Isto bastaria para argumentar sobre o fato de ir para lá mas, como o intuito do post é, justamente, analisar o porquê das minhas escolhas com minhas impressões sobre o local, ser sucinto assim não basta.

A Alemanha, no geral, é um roteiro turístico bem interessante. O pessoal tem preconceitos, prefere os points mais descoladinhos da Europa, como Barcelona, Londres, Amsterdam, enfim, acaba fugindo um pouco do solo germânico e, quando vai, passa só por Berlin, que é, digamos, a “cidade jovem” da Alemanha. A galera não percebe como a Bavária é um dos lugares culturalmente mais ricos e bonitos do mundo, sendo um berço foda de informações e histórias muito maneiras. E, digo aqui, “a Bavária” – como está no título – porque se você for viajar, tiver tempo e dinheiro, não fique apenas em Munique (capital da região), mas vá conhecer TODO o interior. Passe nas cidades menores, passe nas vilas, cruze tudo, é uma das regiões mais belas e preservadas do mundo. Mesmo nas partes mais modernas, parece que você entrou no túnel do tempo e caiu num conto dos irmãos Grimm, que você vai trombar uma esquina obscura e sair num beco com criaturas fantásticas te perseguindo em uma fábula bizarra. Tudo ainda é muito conservado, considerando a arquitetura histórica e a importância cultural da(s) cidade(s). Além disto, há locais famosíssimos, tipo o Castelo de Neuschwanstein, que serviu de padrão para os castelos da Disney, inclusive do seu principal logo.

Quando eu passei pelo Neuschwanstein nevava, ainda por cima, então você imagina a cena:

Parecia um história de Goethe, sei lá, que Mefistófeles subiria do inferno para tentar me comprar com uma proposta macabra. Caro leitor, eu estava no topo do mundo; me desculpe as palavras mas, naquele momento, sim, eu estava bem melhor do que vocês. A estrutura do local continua, até hoje, com toda pinta medieval, o cenário perfeito para imaginar mil e uma histórias e contos variados para se criar ali. É uma mistura perfeita para o turismo, você visita lugares fantásticos, ricos em história e informação, belíssimos mas, ainda assim, vai ter o conforto do turista moderno, que chega e vai embora de ônibus, tira foto e ouve explicação em português. Foda, não? Mas, voltando a Munique…

Como capital da Bavária, evidente, é a maior cidade (imagino eu, to chutando forte aqui), mais cosmopolita, moderna e com o que de melhor tem a se fazer. Toda, TODA rua parece um museu, TODA casa parece algum tipo de ponto turístico e ESTRITAMENTE TUDO é muito bonito. É o tipo de cidade que você, turista padrão, fica com sua câmera em punho, tirando fotos de absolutamente toda lajota que vê, pra depois mostrar pros parentes e ninguém querer dar atenção ao seu álbum com “as 1200 fotos de Munique“. Além disto, como cidade moderna, há uma boa variedade de comércio e, como alemão é um povo metódico e crítico (no bom sentido do termo), QUALQUER coisa que você for comprar lá possuí uma qualidade padrão. Digo isto porque eu descolei um puta casaco foda demais na C&A de lá, custando 10 euros; 30 e poucos reais aqui. Então, como uma metrópole classuda, claro, o turismo é bom não só pelo turismo histórico mas, também, para você que quer torrar a grana em bugiganga e voltar com a mala atrolhada de bobagem pra ser barrado na alfândega. Vale muito conhecer Munique.

A dica final é passar no melhor lugar do planeta, o templo dos ébrios, conhecido como HofBrauHaus:

Além de uma comida típica muito muito boa, há os canecões de 1 litro com o melhor da cerveja mundial e, não só isto…bandinhas! Sim, tudo feito pra você encher a cara e curtir a noite como um bom amigo germânico bebaço e dançando, que é o que mais ocorre lá. Você chega cedo e vai acompanhando a situação desenrolar: TODO mundo chega feliz e empolgado e reservado, aí senta naquelas mesas coletivas, vai bebendo cada vez mais e mais e, quando vê, está todo mundo doidão dançando ao som das músicas alemãs, rindo alto, falando alto, derrubando copo, fazendo merda, enfim, é o paraíso do álcool. Sabe aquelas cenas que você vê em filme da Idade Média? Pois é, aqui acontece até hoje.

Quando eu fui ainda tinha a torcida de algum time alemão que veste azul – não me perguntem qual, porque eu não sei qual é o time de Munique, além do Bayern, que traja vermelho – e que estava lá fazendo mó fuzuê e, pela felicidade dos torcedores, deveria estar comemorando vitória.

Vale muito a pena conhecer Munique. Deixe Berlin de lado, deixe outras cidades e vá para a Bavária. Beba um monte de cervejas por mim e me agradeça quando voltar.

4° – Florença

Dane-se Roma, dane-se Veneza, se você puder passar em apenas UM lugar da Itália, vá para Florença. Esta cidade foi o berço do Renascimento, uma das regiões mais ricas da Itália e, por isto, consegue reunir tudo que as outras oferecem e mais um pouco. Muitos museus, muita muita coisa pra ver, muitas peças, muitas esculturas, muita beleza, muita referência histórica, uma mistura perfeita entre a Itália Moderna (de Roma e outras metrópoles) e a Itália Rural (aquelas cidadezinhas do campo), da conversão entre o bucolismo que você vê em filme brega com a conveniência da metrópole cheia de estabelecimentos para visitar.

Florença lembra muito aquele clássico e famoso filme de comédia, conhecido como Mediterrâneo (quem não viu, veja) porque, embora muito importante, ainda reúne as peculiaridades de uma cidade pequena, de menor fluxo de moradores e que, claro, aproveita isto como uma forma de turismo muito bem. Vale muito explorar a mistura de metrópole e cidade do campo e aproveitar tudo, tanto o caos dos pontos turísticos famosos e dos restaurantes mainstream mas, além disso, ir para a “zona rural” da região e ver porque a Itália é um dos lugares mais bonitos do planeta e fonte de inspiração pra muita gente. Não à toa Nietzsche pagava tanto pau da região porque, sim, é linda e cheia de vida. Você tem a mistura da arquitetura megalomaníaca do Renascimento, com aqueles prédios imensos e gigantes, cheios de detalhes, inscrições, esculturas e mais esculturas mas, ainda assim, pode ir um pouco mais adiante e ver coisas como:

Eu sinceramente não consigo pensar em uma “dica especial” sobre a região porque, pra mim, é o tipo de cidade que tudo que você fizer valerá a pena; me marcou pelo conjunto da obra, no final. Talvez eu diga o padrão e que não pode faltar, caro leitor, afinal, você DEVE ir ver a escultura de Davi, feita por Michelangelo, que fica em um dos museus da cidade. O negócio é fazer um roteiro maneiro e sair explorando tudo como Indiana Jones tupiniquim, sem medo de errar, porque, assim como Munique, toda rua é um pedaço da história, então é difícil cair em algum ponto que não seja muito, muito interessante ou bonito. No final você vai acabar tirando foto de tudo, registrando tudo e gostando igual, mesmo se for além do roteiro mainstream e tentar explorar novos locais.

3° – Paris

Tinha como não estar na lista? Paris é foda pra caralho, sim, fodam-se os clichês, é uma das cidades mais bonitas do mundo. A cidade respira Art Nouveau até hoje e, com motivos, isto a faz um dos lugares mais bonitos do planeta. Além de ser geograficamente imensa, cosmopolita, aparentemente tudo que foi construído lá foi pensado para ser fantástico demais. E quando eu digo tudo, é TUDO em maiúsculo mesmo; qualquer beco, qualquer viela, sim, lá tem mais charme, mais beleza. Você cruza uma esquina e TCHAM!….fica extasiado com a quantidade de coisas que vê, que se faz, que se tem em Paris e que só Paris proporciona. O jeito parisiense.

Não só os clássicos turísticos, como Louvre, Eiffel, Champs Élysées, Arco do Triunfo, mas tudo, estritamente TUDO na cidade é feito para ser foda. E, claro, toda a redondeza, a região em volta da cidade, também, vale a pena de se conhecer. Se tiver tempo, vá a Versalhes, por exemplo, que é uma coisa de outro mundo. Lá, você subjuga a capacidade humana da compreensão; ao entrar naquele palácio e tentar entender como aquele treco tão majestoso existiu um dia, você percebe porque o ser humano é o animal mais incrível do universo: porque construiu Versalhes; simples assim. E isto que, quando eu fui, metade daquela porra estava fechada, porque os funcionários do turismo estavam em greve (malditos!):

Aparentemente os franceses não gostam de nada que não tenha uma pompa imperial gigantesca, nem mesmo os franceses mais pobres, todos parecem conspirar para que Paris pareça um grande cenário de filme do Woody Allen eterno. E, claro, mais ainda, vale conhece-la de noite, justificando o nome de Cidade Luz. Fica tudo iluminadissíssímo e parecendo um grande cenário de Natal o ano todo, com muita luz, muita boemia, muita gente na rua, todo mundo é feliz lá. Mesmo quem é triste.

A minha dica, para você, é dar uma volta na região da Sacre Coeur a noite. Vá lá ver a famosa igreja, que também é linda, mas depois de umas voltas ali. Há muitos bares, muitos restaurantes e, como eles ficam meio que numa colina, dão uma visão incrível da cidade e fazem você parecer o rei dos reis, conquistando o máximo da sua vida ao jantar num dos locais mais fantásticos do planeta Terra:

b_sacre_coeur

2° – Rio de Janeiro

A gente tem mania de se diminuir, brasileiro é assim, adora ser coitado, renegado, vítima, mas não dá. Não podemos renegar quando algo é bom demais até para gente e, por isto, eu SEMPRE faço campanha de que o Rio de Janeiro é, sim, um dos melhores lugares do mundo. Não à toa a alcunha conhecida internacionalmente, afinal, é a Cidade Maravilhosa mesmo. Fodam-se os problemas, óbvio, toda cidade tem – inclusive estas da Europa, que todo mundo pensa que são impecáveis e perfeitas – ainda assim, esta cidade é incrível demais. Eu não diminuo mesmo, boto lá em cima porque é um dos melhores lugares do planeta e tenho plena certeza disso. Nos deram a responsa de ter uma cidade geograficamente perfeita, rodeada de imperfeições que, claro, construíram o grande panteão carioca, um imaginário popular tão forte, cultural e vigoroso que supera todos os desníveis morais das mazelas do Rio.

Que cidade reúne tanta coisa, assim? Aliás, que cidade conseguiu se apropriar tão bem dos seus problemas e fazer deles uma das culturas mais ricas do mundo? O samba é a cultura do morro, do pobre, nascida justamente das mazelas do Rio. Tal qual o funk, tal qual tudo que surge aí é, sim, fruto da mistura, da solução e do caos, da paz e da guerra e de como o Rio de Janeiro vive, todo dia, em contraste eterno. Que cidade tem Cristo, tem Laranjeiras, tem Praia Vermelha, tem Colombo, tem Copacabana, Ipanema, Leblon, mas ao mesmo tempo tem Carnaval, Rocinha, Funk, Vidigal, Samba e Morro? É o Rio, meu amigo, do lado de cá da cidade e do lado de lá, engloba TUDO em um lugar. Contamos com uma – literalmente – selva urbana, com metrópole, com o pobre, com o rico, com a classe média, todos confinados no mesmo espaço pra criar esta sopa de informações que pululam todo dia na cidade e criam o caldo maravilhoso da Cidade Maravilhosa:

Ir para o Rio é, toda vez, encontrar alguma novidade. É uma cidade que se move, que vive, que se mexe, que cresce mas, ao mesmo tempo, não sai do lugar, do seu jeito carioca de ser. Sempre igual e diferente, enfim, é isto aí e não vai mudar. Vale a pena ir, conhecer, aproveitar e é isto. Ainda mais se você é turista com grana, disposto a gastar, ir nos pontos de turista como Cristo ou Pão de Açúcar, fazer programas de turista como ir em ensaio de escola de samba, ou comer nos restaurantes fantásticos que tem ao longo da cidade. É uma cidade que vive turismo e sabe agradar; viaje, conheça e volte sempre que puder. Eu agradeço porque, quanto mais voo pro Rio de Janeiro, mais barata a passagem fica.

A minha dica é uma coisa que não tem muito a ver com a cara do roteiro turístico, mas vale a pena conhecer: Meza Bar. É um restaurante em Botafogo/Humaitá que tem uma Fusion Food meio descolada mas, com toda certeza, foi A MELHOR comida que eu já comi na minha vida. Não é barato, eu sei, mas vale a pena experimentar:

1° – Buenos Aires

Quando eu fui para Paris, a guia da excursão do Louvre contou uma história que era meio lenda, mas é maneira de passar adiante:

Na época da Segunda Guerra, quando os nazistas invadiram Paris, o sujeito que comandou a invasão tinha apenas uma ordem: se desse alguma merda e os nazistas fossem acuados pelos Aliados, Paris inteira deveria ser explodida. Cercaram a cidade com bombas e ficaram esperando o pior, caso isto acontecesse um dia.

Quando os nazistas começaram a se foder na guerra e Hitler malucou de vez, o sujeito que coordenava a invasão de Paris recebeu a ordem e tinha que explodir tudo, botar a cidade inteira abaixo com as bombas. Mas, recusando a seguir a ordem, ele avisou que não explodiria Paris nunca, “porque era muito bela para deixar existir“.

Mas por que eu estou contando isto, aqui, no item de Buenos Aires? Porque Buenos Aires é, como dizem, a Paris Latina. E não é papo de hermano que se acha, não. Aliás, é melhor que Paris; bem melhor e mais maneira. Quando eu digo que brasileiro tem complexo de inferioridade, isto vale, de fato, para toda América Latina. Nos acostumamos a nos sujeitar a opinião positivista europeia de que eles são o “primeiro mundo” e a gente é a sobra; fodam-se eles, todos eles, bem grande, porque as duas melhores cidades do mundo estão aqui: Rio de Janeiro e Buenos Aires.

Se você não foi para Buenos Aires, ainda, trate de ir amanhã. Eu já fui 3 vezes e pretendo voltar o mais breve possível. Os caras tem estritamente TUDO de bom que as melhores cidades da Europa tem mas, diferente delas, eles tem um fator que nenhuma delas pode ter: o fator latino. Os hermanos são como nós, complexados, pobres, reclamões, infelizes com tudo, política, governo, cidade, implicam uns com os outros, nostálgicos, iludidos, discutem e, no final, isto não é uma coisa ruim, porque criamos um “tempero” que só nós daqui da América do Sul temos. Você vai pra lá e vê toda a beleza estética europeia, com toda a sublime arquitetura, os monumentos, as esculturas, os museus e aí, do nada, você passa na La Boca, vê malucos ouvindo Cumbia na rua, vê os caras apaixonados por futebol, vê os caras protestando – toda hora! – pelo básico dos básicos, como nós, neste fervo injusto que são as sociedades da América do Sul.

A segunda vez que eu fui lá, era época de Copa do Mundo, em 2006 e eu vi a Argentina meter o México, naquele jogo sofrido. Foi um dos momentos mais insanos da minha vida, a cidade parou, tipo nas propagandas da Quilmes que o cara acha que são meio que exageradas, não, a cidade fica EXATAMENTE assim em época de Copa:

É uma cidade fantástica mesmo, uma mistura de tudo ao mesmo tempo, de europeus, de índios, de negros, brancos e, embora o babaca escroto do Galvão Bueno adore mentir, eles adoram brasileiros. A gente torra uma grana lá e eles nos amam por causa disso, porque inflamos o turismo – e a economia deles – como ninguém. Eu vou pra lá e sempre sou bem recebido, sempre me tratam muito bem, sempre como bem pra caralho, sempre bebo bem e sempre acho algo maneiro pra fazer. É um lugar abençoado mesmo, uma puta cidade muito, muito maneira e culturalmente rica, com muita história, muita revolução, muita informação e que, diferente de nós brasileiros, faz QUESTÃO de preservar isto. E talvez esta seja a única (e maior) diferença pros hermanos: porque eles preservam absolutamente TUDO na cidade, que continua, ao longo do tempo, crescendo e crescendo em riqueza cultural e ficando cada vez mais espetacular. É uma cidade singular, que vale muito mais a pena de se conhecer do que muito roteiro padrão que fazem por aí, levando turistas em encrencas de cidades descoladas ao redor do mundo mas, aqui do nosso lado, ali na Argentina, temos um passeio muito mais daora e, muitas vezes, muito mais em conta e rápido.

A minha dica pra quem for é ir na Esquina Homero Manzi, o melhor tango da cidade. Ele foge do estereótipo do “show hollywoodiano“, como são algumas casas famosas como o Sr. Tango (que não é ruim, diga-se de passagem); é um lugar muito bonito, ótimo comida, tradicional e, além de tudo, muito barato. Um espetáculo verdadeiro e mantendo as raízes do tango clássico com muito esmero, num ótimo ambiente, regado a ótima comida e vinho ou cerveja. Vale muito a pena conhecer:

E é isto, galera. Aqui se encerra minha dica para lugares a se conhecer. Talvez faça um post destes no futuro com a segunda parte mas, por enquanto, é isto. Visitem estes lugares, usem minhas dicas e sejam felizes, porque viajar é bom pra caralho! Fui!

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