O mundo da música precisa de mais Bruces

Vá lá, foi incrível. Ninguém esperava nada demais. Tá certo, o cara é famoso pelo espetáculo, pelos shows grandiosos mas, mesmo assim, quem diria? Quem iria esperar que o cidadão com 63 anos subiria no palco e faria um dos shows mais incríveis de TODAS as edições do Rock in Rio? Isto que, se juntarmos todas as versões do evento desde sua primeira edição, tivemos shows antológicos como Queen, Stevie Wonder, Guns n’ Roses e Iron Maiden. Porra, o RiR é um destes grandes tributos da Terra que permite espetáculos memoráveis, é um dos megaeventos mais prestigiados de todos os tempos. Dane-se o “Rock” no título, todo mundo sabe que há muito tempo, ou talvez desde sempre, o Rock n’Rio nunca foi puramente Rock. É uma celebração à música, um puta evento de shows megalomaníacos, um dos mais cheios, com mais público, com mais procura de ingressos; um dos mais aguardados do mundo, não só do Brasil. Não à toa que um evento com dois nomes específicos – ROCK (oriundo de um estilo) e RIO (oriundo de uma cidade) – acabou indo para o resto do mundo, sem se importar muito em ser um espetáculo puramente DE ROCK ou puramente DO RIO. E, com sua pompa mundial, lá está ele, imponente, gigante, colossal, esperando pra alguém chegar e colocar o pau na mesa, dizer “eu mando nesta porra!” e fazer aquele show indiscutível. Toda edição, mesmo as mais contestadas, sempre tem alguém que sobe no palco e rouba a cena de tudo, sendo elogiado e lembrado para sempre.

Foi assim com Freddie e o Queen, na sua primeira versão, onde o próprio vocalista declarou que foi uma de suas melhores apresentações na vida; foi assim com Axl, em 91, com um dos shows mais marcantes do Guns n’Roses de todos os tempos; foi assim com o RHCP em 2001, tocando o terror na volta do RiR depois de anos sumido; foi assim com Metallica em 2011, fazendo uma das apresentações mais impactantes de um estilo que não é tão querido para o grande público, como o metal; foi assim com Stevie Wonder, também em 2011, transformando o show em uma grande celebração de hits e festa, com artistas convidados e muita, muita gente foda tocando; foi assim este ano, também, com Iron Maiden fazendo um puta show emblemático, lembrando todos os clássicos das antigas e uma apresentação impecável no palco. Isto sem contar as surpresas que toda edição também surgem, como a apresentação porrada Slayer roubando a cena com a potência do Thrash, ou a celebração de Pepeu Gomes & Morais Moreira, assim como a mistura bizarra – e que deu certo – do Zépultura. Sempre tem, toda edição uma galera vai lá pra fazer o seu melhor. Mas não como Bruce Springsteen, ninguém até hoje havia feito o que este cara fez nas suas mais de 2 horas de show, encerrando a noite do penúltimo dia de evento de maneira tão incrível.

Bruce nem era unanimidade para o Rock’n’Rio, como mostra uma reportagem recente, aliás, segundo pesquisas realizadas, o nome do cara não era bem visto pelos entrevistados, sendo uma incógnita o fato dele participar ser positivo ou negativo para a realização da edição deste ano do RiR. Mas Roberto Medina (idealizador do evento) decidiu apostar. Bancou e disse: “vou trazer este maluco para cá!“. E trouxe. E também, de fato, as pesquisas não estavam completamente erradas. Na mesma noite de John Mayer, Bruce Springsteen fechava o espetáculo. Mas, depois de John Mayer, uma galera debandou do Rock’n’Rio, deixando o show de Springsteen muito mais vazio do que o show do bluespopman Mayer, provando que a aceitação ao próprio The Boss (como é conhecido Bruce) não era lá estas coisas para aquelas pessoas que compraram o ingresso do megaevento.

O cara tem milhões de fãs na Europa, nos Estados Unidos, até na América Latina mas, vá lá, aqui no Brasil, a adoração por ele é muito menor. Aliás, quem aí, sinceramente, ainda ouvia Bruce Springsteen? Não precisa mentir não, é só constatar que, em maioria absoluta, ninguém nem lembrava muito do cara. Ele está lá figurando sempre listas de mais vendidos, lista de “álbuns mais importantes” mas, para o bem da realidade, aqui no Brasil ninguém liga muito pra ele. Nem eu, sinceramente, conhecia muito do trabalho do cidadão. Conhecia o famoso Born in U.S.A. e pronto, só, não sei citar mais de 3 músicas dele; nem de nome, muito menos cantando. E, assim como eu, a maioria também. Não à toa a debandada, afinal, pouca gente sabia o que ele iria fazer. Bruce é conhecido por shows emblemáticos, apresentações com muitas horas, grandes espetáculos e tudo mais mas, sinceramente, você esperaria algo de alguém encerrando a noite depois do tão badalado e ídolo das meninas John Mayer? Isto, sem contar, esperando algo de um senhor de 63 anos que tinha plena consciência de que não era atração principal nem da noite nem do evento em si, muito menos que precisava provar algo a alguém. Ele simplesmente poderia fazer o feijão com o arroz dele, pegar o cachê, virar as costas e ir embora, feliz da vida mais rico e sem cansar nem porra nenhuma. Mas não foi isto que fez. Bem longe disso, ele fez um show para cagar na cabeça de geral e provar todos os elogios que o resto do mundo faz a ele.

Bruce Springsteen é conhecido nos Estados Unidos justamente pelo seu carisma, como o cara do povo, o porta-voz dos trabalhadores, ou qualquer coisa do naipe. Engajado, apoiou veemente Obama e, não só isto, é um democrata convicto. Mas isto pouco importa, afinal, eu não estou nem aí para orientação política dele; só queria, antes de tudo, expor o que ele é. Além do músico famoso, um cara que está lá, sempre ligado ao povo, popular, da galera, carismático e simpático, não importa se o conheçam ou não, se o show esteja lotado ou não. Inclusive, usou a seguinte frase para descrever ele mesmo e seus próprios shows: Eu toquei diante de qualquer plateia que você pode encarar: públicos formados só por negros, só por brancos, feiras de bombeiros, bailes de policiais, em frente a supermercados, bar mitzvahs, casamentos, drive-ins. Eu vi tudo isso antes mesmo de entrar em um estúdio de gravação”. E é isto mesmo. O entusiasmo do cara não é derivado de um grande espetáculo, ou de grandes produções, ou de momentos caros e cheios de grana; mas sim, antes de tudo, de quem Bruce é. No primeiro dia no Rio de Janeiro, atendeu todos os fãs, com fotos e autógrafos. Saiu para rua e tocou violão, no meio da praia, com a galera que estava ali. Tirou foto de tudo, desceu para beber na Lapa, atendeu todo mundo, enfim, Bruce Springsteen confirmou o estereótipo que todo mundo já conhecia por aí, de ser um cara do povo, simpático e prestativo. E isto, claro, é parte essencial do artista, justamente para entender o carisma que o sujeito conseguiu passar no seu show de maneira honesta.

Quando subiu no palco, mais uma vez, agora neste Rock’n’Rio, ele não estava preocupado com o número total do público, quem era, foda-se, para ele, fazer aquilo é o que ele é. Bruce Springsteen não é um artista performático, não “se transforma” para criar um personagem, é o que estava no palco, velho, 63 anos, fazendo o – talvez – show mais marcante de TODA história do evento, disputando pau a pau esta briga de gigantes com a apresentação emblemática do Queen. A “fórmula”? Reconhecimento; só isso. Ou, como disse uma espectadora, algo como “ele parece estar se divertindo mais do que todo mundo e isto é empolgante!“. Pura verdade. Springsteen compensou o fato de não ser tão conhecido no Brasil com empolgação, muita empolgação. E, não só isto, com empolgação “honesta”, espontânea, aquele timming que só um frontman de qualidade sabe fazer. Não foi apenas subir no palco e puxar um coro, ou agradecer em português, ou cantar o refrão e empunhar o microfone pro público. Foi preciso ser Bruce, assim, para abrir o show cantando Sociedade Alternativa, de Paulo Coelho e Raul Seixas, ou pular no meio da galera com 63 anos, ou deixar o público tocar sua guitarra no final da música, ou chamar o povo pra dançar em Dancing in the Dark. É preciso sair do personagem para agir espontaneamente e, claro, como no caso de Bruce, não há personagem, mas apenas ele mesmo. Ali, naquelas 2 horas e 40 minutos de show (um dos mais “curtos” das recentes apresentações do cantor, que já chegou a tocar por 4 HORAS no Chile), realmente, ele parecia o mais feliz por estar ali. Embora as 85 mil pessoas que tivessem ficado para assistir ao espetáculo parecessem emocionadas ou extasiadas pela novidade, não importa, quem estava mais empolgado era o próprio Boss, aos 63 anos, pela milésima vez fazendo mais um show que, novamente, parecia único.

Não se trata de inovar, de criar pirotecnias ou mil mágicas, pois o show dele é simples: ele, sua banda, uns músicos convidados e só. Não se trata de criar ideias mirabolantes, porra nenhuma. Se trata de reconhecimento, dele com o público – que é o povo, afinal. Era preciso para ele, para um cidadão conhecido como “porta-voz dos trabalhadores”, que a sua alcunha fosse perfeitamente plausível. Tocar em mil lugares diferentes para mil públicos diferentes deu a ele uma casca grossa fodida, um reconhecimento singular de, literalmente, saber o que fazer e quando fazer. E ele faz por que gosta, visivelmente, o que torna tudo ainda mais sublime. Subir ao palco não é uma obrigação contratual, ou uma maneira de tirar um dindim dos outros mas, sim, antes de tudo, ter a possibilidade de fazer o que gosta e querer ser lembrado por isto. E o mundo da música precisa disso. De caras espontâneos e empolgantes como Bruce Springsteen, de grandes shows como o deste RiR.

Se Adorno (aquele teórico famoso) diz que “depois de Auschwitz é tudo lixo“, referindo-se a cultura, um pouco disto é razão. Óbvio, o extremismo de Adorno se refere, principalmente, a famosa Indústria Cultural, ou aquele mercado singular em transformar a “formação cultural” em algum produto cambiável e suscetível as regulações do mercado. Como o nosso maior e mais evidente símbolo cultural disso, temos a música que, atualmente, forma músicos por alguns padrões comerciais bizarros. O artista não é mais o que ele é, mas uma representação daquilo que o público necessita (comercialmente falando) acreditar: uma imagem pasteurizada e tosca vestida por alguém, que fala só o que o empresário manda falar, que possui todo um aparato imagético para criar um símbolo, um personagem para o público acreditar numa mentirinha de faz de contas; assim como o resultado de suas músicas que, entre outras coisas, passa por um incrível processo de seleção mercadológica, decidindo o que fica e o que sai em um álbum para ele ser “economicamente viável”, o artista atual é um produto. Não só pela sua criação (ou seja, a música), mas por todo significado que ele, enquanto imagem criada para agradar, deve ser. É a música por dinheiro; ou melhor ainda, música que é dinheiro.

Vemos este reflexo, inclusive, na agenda dos próprios eventos e, como tal, o próprio Rock’n’Rio. Cada ano mais criticado, o evento se tornou um mercado bizarro de escolhas feita por interesses puramente comerciais, cagando na cabeça de que, sim, embora muitos duvidem, há música ainda no mercado da música. E, prova cabal disto é, justamente, o fato de que as bandas escolhidas para o show são elencadas através de uma PESQUISA DE MERCADO. Que porra é esta, afinal? Como eu postei no início do texto, o próprio Bruce foi contestado pelas mesmas pesquisas e que, por isto, não seria “um fator importante pro RiR“, podendo nem elencar o plantel do evento. E isto evidencia um caráter extremamente comercial e preocupante no processo da indústria musical.

Não que a música não vise dinheiro e longe de mim acreditar em teorias pós-capitalistas de uma sociedade sem dinheiro; não, eu não acho que a música ou qualquer meio artístico tenha que se sustentar, apenas, na vontade do cara por fazer aquilo, no “amor à arte” nem porra nenhuma, como muito maluco ai tenta pregar. O artista deve receber bem e ponto, fim. Ele é responsável por conseguir, através da sua linguagem, falar aquilo que “todo mundo pensa” mas ninguém sabe expressar. O problema é que, justamente como exposto por Adorno, há uma relação delicada, tênue, um complexo processo entre a arte gerar dinheiro e não o dinheiro gerar arte. E é nesta vórtice perigosa que a música atual flerta, numa apropriação onde o dinheiro é a própria música e, claro, se a música não gerar dinheiro, não é importante enquanto meio artístico, descartando bons artistas e dando espaço a artistas medíocres, mas rentáveis. Através disso vemos coisas bizarras e genéricas surgindo dia após dia, as famosas “bandas de empresário” que, não importa o resultado da música que façam, mas sim quão rentável possam ser em forma de investimento de produtos comercializáveis. O próprio Rock’n’Rio é palco de casos do tipo, como o famoso caso da banda Glória (que ninguém conhece) tocando no palco principal na edição anterior. Ou, neste ano, o caso de uma banda de covers também tocando no palco principal; assim como elas, muitas outras. Mas aí veio Bruce para provar o contrário…

Ele não só fez um dos shows mais emblemáticos de todos RiR como, além disso, provou empiricamente que há um fator importante para qualquer grande produção: o fator humano. E, antes de tudo, o músico DEVE ser humano. The Boss não convenceu por ser um astro, justamente o contrário, mas por ser humilde, ter contato com as pessoas e parecer uma delas. Humildade que falta a, sem exceções, quase todos os artistas musicais do planeta, incumbidos em construir aquela pompa de rockstar fodelão para manter uma imagem tosca de ídolo intocável e inacessível; os artistas acabam montando um personagem estereotipado extremamente fake. E Bruce Springsteen foi o contrário disso. Desde sua chegada, em São Paulo, solícito e simpático, nunca deixou de mostrar que os fãs fazem a fama do músico e não o contrário. Antes de tudo, como essencial para sua fama, é DEVER a atenção e o carinho com o público. Evidenciou esta preocupação mais ainda ao subir no palco, depois de mil anos de carreira, ainda assim, preocupando-se em fazer um show marcante, um dos mais importantes de sua história. Não se importou em não ser a “atração” da noite, com a debandada de manés que, após John Mayer, resolveu ir para casa e perder o maior show do RiR. Não se preocupou tampouco com o tempo, nem com o próprio final do evento – já com os fogos no palco – voltando para tocar uma última música depois. Não se importou, também, com o fato de não precisar de pirotecnia memorável. Nem sequer forçou um ar de ser “distante” para criar uma imagem de ídolo inalcançável. Porra nenhuma, Bruce Springsteen é, até hoje, como aqueles fãs que estão ali do outro lado da grade: um cara simples, uma pessoa como eu e você. A felicidade dele de subir e fazer o show é a mesma do fã ali na frente se esgoelando para entonar um refrão, ou da galera surpresa por ele homenagear Raul Seixas. Bruce Springsteen prova que, justamente, não precisa de imagem previamente industrializada ou comercial para se construir um astro; o astro se constrói por si só, nas suas ações e que, claro, ficam evidentes na imponência de poder ter cacife de subir no palco e fazer um show deste calibre. Justamente porque ele, como parte do povo, SABE o que o povo quer ao pagar 200 reais ou mais e estar mais de 5 horas de pé, com fome e cansado, esmagado e esperando ali um único momento de contato entre artista e fã. Afinal, o artista um dia também foi um fã, embora muitos queiram esquecer disso.

E no final de tudo, o mundo da música seria muito mais maneiro se desconstruíssem os ídolos como The Boss aí está disposto a fazer. Seria muito mais maneiro com mais Bruces e menos babacas e seus shows plastificados. Imaginar a possibilidade de um evento do porte do Rock’n’Rio com 6 ou 7 caras dispostos a fazer um show que nem este seria algo insano demais. De ter bandas não só preocupadas com a visão pragmática e propagandista de fazer um espetáculo puramente tecnocrata, focado na imagem positiva para vender camisas e livrinhos bestas e outros souvenirs bagaceiros, mas bandas e músicos que estão dispostos a reconhecer que, afinal, um megaespectáculo ainda tem mais valor do que o personagem de rockstar estrelinha revoltado. De que, no final de tudo, a música ainda é música e você pode ser lembrado sendo o que você é; basta ter contato de fato com seu público, de almejar a superação do seu próprio trabalho em cada música feita, de subir no palco não apenas por obrigação, mas porque quem está lá pagou uma fortuna para te ver e dividir um momento marcante, não apenas um showzinho meia boca. Artista ou fã, no final, todos são pessoas. E Bruce sabe disso. E o mundo da música precisa de mais caras assim.

PS: Você pode entrar no site dele e ver todas as fotos das turnês dele. Mas não só as fotos do show, ele vem postando periodicamente TODAS fotos que ele tira nos lugares. É bacana ver as impressões dele sobre América Latina e as cidades brasileiras.

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5 pensamentos sobre “O mundo da música precisa de mais Bruces

  1. oi….na verdade eu fiz tipo perigrinacao. atrás do bruce springsteen sai do rio para são paulo fui ao show obeijo marquei sua buchecha de batom depois do show consegui seu autógrafo em meu nome minha camisa e ganhei um beijo dia seguinte já no rio de janeiro tb estava lá eu mo copa tomando drink no mesmo hotel e restaurante que bruce qd o vejo dou um thauzinho e ele retribui. tb com um thauzinho e mas continuo no lugar onde estava depois tomo coragem para ir até ele qd vejo ele veio em minha direção rindo eu o abraço e diz o meu nome minha..lembraram de mim tiramos fotos e autógrafo em meu livro …dia seguinte dia 20/09 vou de novo copa cabana entre lá como turista novamente mas o bruce havia saído antes de mim…por volta da seis e meia da noite o bruce chega..qd ele entra apressado por causa de um tumulto de um fã que pula acima dele fora do hotel e quase resgate sua camisa e ganhei, eu estando dentro do Copa não qui aborda-lo novamente por causa do tumulto…mas ele me ver e acho q não entende nada ..eu lá novamente? implante passo põe ele digo: hi Bruce e com sorriso no rosto responde hiii com um olhar de surpreso….nesse dia momentos antes tive problemas com a segurança e e constrangimento tb devido eu está no restaurante do hotel consumindo na mesa próxima a piscina por mais de 2 hs e meia mas antes entro pergunto se há reservas na recepção e eles reservam para mim ele me acomp anharam d até o bar da piscina….voltado constrangimento do segurança quando eu sai do restaurante ao saguao. do hotel e volto aí fui abordado e fui constrangido…..quando vi o bruce fui para casa alguém bate em meu carro na ponte voltando a niteroi. ..dia 21 penso voltar ao Copa mais alguém bate no meu carro carro aí resolve todos procedimentos e pego o outro carro esse carro dar pane largo mo meio da rua vou com o carro do meu esposo vou ao Copa encontro amigos lá por causa do ocorrido não encontro bruce lá por..ele saíra. 10 minutos antes tudo bem…partimos para cidade do rock famoso almoçar chegamos por volta das 18 hs tudo lotado a frente..não me dei como vencida ficamos durante mais 3 hs para chegar na grade..afinalqueria ver o bruce novamente de pertinho…consegui a grade e só sair de lá quando acabara o show ..ele manda para mim coração com as mãos e diz q sou eu..afirma q lembra de mim…sai do show eu 6 pessoas partimos p o hotel ficamos frente dentro do carro cds de manhã foram embora …eu e uma amiga ficamos sem dormir sem tomar banho sem comer….comprei um bolo de aniversário para o bruce springsteen eu e minha amiga esperamos por volta das 12 dia esperamos e contamos parabéns ..ele como sempre um cavalheiro veio até a mim recebe seu bolo apaga as velinhas e vem para tirar um retrato comigo …pede obrigado …foi um sonho….mas na hora da confusão. uma mulher pulou na minha frente e atrapalhou minha homenagem mas..algumas fotos…..na hora q ele entra no carro para partir quando estava indo pegar a pista com o vidro fechado pela metade ele me chama com a mão eu corro seguro sua mão e ele aperta com delicadeza ..ali vi que foi um pedido de obrigado e ele que dizer que ele sabe que sou a fã que o admira…..tenho fotos de todos os momentos…faceboock ..iarittiza @hotmail.com simone gonçalves tome. email.. syssaloren@hotmail.com

  2. fala, Lucas! pow! vi um post seu sobre uma séries de terror e entre elas estava o “Scream Test”! Tô procurando há tempos mas não encontrei nada! E você? Já conseguiu os capítulos da série? Valeu! Abraços!

    1. Cara, não consegui absolutamente nada até hoje!
      Já mandei até e-mail pro site que supostamente era da produtora e nunca me responderam.

      Mas tou na procura. Se achar um dia eu posto aqui informando!
      Abraços

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