A morte do Chorão me chocou

Mais do que eu imaginava.

Charlie Brown Jr. - Transpiração Contínua Prolongada (Capa Oficial do Album) CoverBrasil

Eu nunca fui grande fã dos caras e, de fato, desde o Bocas Ordinárias, eu não tinha ouvido mais porra nenhuma que a banda tinha feito. Achava os 3 primeiros cd’s muito bons, mas se você calcular, de uma banda que fez 9 álbuns, é relativamente pouco. Achava o Champignon um músico excepcional, gostava de umas paradas que o Marcão fazia em jam sessions que eu vi por aí, gostava muito da bateria do Pelado e, se você catar na internet, provavelmente vai ver que eu já escrevi que “o Chorão era o músico mais fraquinho da banda“; este foi um dos motivos que eu parei de acompanhar Charlie Brown, alias, depois que todo mundo começou a picar a mula e permanecer só ele. Mas, a morte dele me chocou igual.

Eu nem achava o cara um exemplo de nada, muitas das brigas que ele teve por aí eu achava birrinhas infantis. Tinha um comportamento que todo mundo alega ser sincero, mas que, pelo que eu via, não me agradava na totalidade. Era um cara polêmico por demais; desnecessariamente, as vezes. Mas a morte dele é um choque, não tanto enquanto artista (ao menos para mim), mas muito mais por todo simbolismo que se vem com o ato em si. Sei lá, estas bandas aí, principalmente Charlie Brown Jr., Raimundos e Planet Hemp, encabeçaram o resumo nacional de uma geração, os anos 90, aonde eu cresci. Poderia citar, também, Sepultura, Korzus, e até Replicantes; de outra época, sim, começando nos anos 80, mas que ainda corriam durante minha infância e, inclusive, participaram de muitos festivais famosos dos anos 90. Ainda de outros estilos, Racionais, RZO, ou das internacionais, como RATM ou Pearl Jam. Um somatório de personalidades que se distinguiam em estilos, mas não para a gente. Tudo tocava na rádio, ou o irmão mais velho escutava, alguém ouvia e repassava. Quem cresceu nos anos 90, ao menos de alguma forma, teve contato com toda esta galera.

Eu sou completamente contra aqueles textos nostálgicos que a gente vê se propagar aí de uma maneira quase simbiótica, com assuntos aleatórios do naipe “na minha época tinha o brinquedinho X, agora não tem mais…ah, como era bom na minha época!“. Relacionar uma geração a um produto, ou um comportamento definido por algo tão vago como um objeto, é beirar o estúpido. Foda-se se minha geração teve Super Nintendo, se há 20 anos atrás tinha rolimã, ou se há 30 anos atrás fulaninho brincava de esconde-esconde e agora jogam isto no Xbox 360 e não fazem na rua. Cada período faz o que achar melhor, com o que tiver a disposição e, nem por isto, nós deveríamos julgar uma época por causa disto. É babaca esta atitude, ponto, além de ser completamente vaga. O que eu quero dizer e, justamente explicar o porquê da morte do Chorão me chocar tanto, é uma relação muito mais pessoal com a nossa infância e adolescência, alheia ao fato de termos video-games de 16 bits ou de existir Comandos & Ação e Power Rangers. Porque me choca ver um cara assim morrer, do nada, em uma situação completamente aleatória?

Cada geração procura uma definição para si, ora pelo entendimento de algum termo comum, ou de alguma intelectual da época, mas é aquele ponto que, de alguma maneira, vai cruzar na maioria dos indivíduos daquele período. Muito se via falar antigamente sobre os “Baby Boom”, ou definir aquela época de transição entre os anos 60 e 70 como “geração Paz & Amor”, ou ainda os anos 80 como “a década perdida”, pela estagnação social que a América Latina vivia em grande parte. Mas, e os anos 90? Principalmente…e os anos 90 do Brasil? Como a gente define esta época? Ainda mais nós, que crescemos nele, o que pensamos sobre os anos 90? Eu odeio aqueles conceitos de sociologia completamente vagos que definem a geração por letrinhas ou termos babacas (embora o próprio “baby boom” citado aí faça parte disto), como por exemplo a galera que nos chama de “geração Y” ou ainda pros mais novos a “geração Z“, ou merdas deste tipo. Justamente, o termo aí se refere muito mais a um produto em específico do que ao que nós vivemos em si, nos catalogando como “a geração da internet” e no outro caso, pior ainda, como “os nativos digitais“. “Geração da internet“, cara pálida, é assim que se marca uma década inteira?

Vamos por partes, vamos falar do que interessa. E, se eu pudesse resumir a nossa geração em uma foto – mesmo não sendo do meu artista preferido, seria esta:

Picture_25_5Sim, o grunge. A “Geração Desleixada“, como você quiser, não estou dizendo que todos nós ÉRAMOS grunges (nem eu fui, por sinal), mas é, talvez, a melhor definição para o período. E, mesmo vendo o adjetivo “desleixado” como algo impositivo de alguma forma, sou completamente a favor de emprega-lo aqui. Crescemos em meio aos nossos prós e contras, em um mundo aonde não tínhamos a preocupação de guerras e Ditaduras, mesmo com o Collor e a troca de moedas fodendo o Brasil e a taxa de desempregos lá na puta que o pariu, ainda assim, fomos uma geração com um único intuito: auto-identificação. Éramos uma galera sem os problemas do passado, dos anos 60 e 70, sem nenhum “motivo maior” para ter com o que se importar mas que, como todo mundo, queríamos identificação, reconhecimento, ganhar espaço e mostrar que a gente definiria o futuro. Queríamos ser vistos, lembrados, mas para o bem da verdade, não tínhamos um porquê disto; enquanto outras épocas os jovens se uniram pela guerra, ou pela paz, ou seja lá pelo que for, olhávamos os anos 90 e, mesmo com todos os problemas, estávamos confortavelmente colocados ali, sem risco de morrer no Exército ou de ter que trabalhar 16 horas por dia numa fábrica de cana; na melhor das hipóteses, eramos o cunho grosso do termo “rebelde sem causa”, porque a nossa luta era muito mais subjetiva, interna, do que contra qualquer tipo de “inimigo comum” da sociedade. E foi aí que entrou o grunge que, mesmo não sendo o meu estilo favorito, justifica a minha explicação, aonde nos definimos pela falta de definição, a tosqueira exemplificada no clipe de Smells Like Teen Spirit, aonde todo mundo se vestia de qualquer jeito, se comportava de qualquer jeito, batia cabeça, quebrava coisas, quebrava tudo, mas sem um objetivo lógico aparente. Era aquilo ali, tosqueira pelo ato de ser, fim.

Nosso objetivo era tacar uma camisa tosca, deixar o cabelo todo desgrenhado, pegar uma guitarra velha e fazer merda nenhuma além de falar dos problemas pessoais que cada um vivia, muitas vezes até sem um motivo. Era o show pra fazer roda punk, a música pra não falar de nenhum bem maior, nós crescemos em meio a uma geração que curtia as paradas pelo ato de curtir, sem precisar de uma causa externa, apenas uma relação interna. E é aí que entra, no cenário nacional, bandas como Charlie Brown, Raimundos e Planet Hemp. Nos anos 90, surgiu a nossa identificação em artistas que eram gente como a gente, ou como definiu bem o UOL em sua matéria, ídolos possíveis“. O desapego da nossa geração não queria um rockstar megalomaníaco cheio de glitter rebolando no palco, também não queria a pirotecnia de mega-shows do passado, muito menos um carinha falando de fama e da vida foda de um rockeiro famoso. Nós estávamos vivendo um período aonde nos identificávamos com a tosqueira, de caras que faziam as mesmas besteiras que nós, vendo Rodolfo subir no Phillips Monsters of Rock com uma camiseta furada e falar de fumar maconha na Kombi, ou do Chorão repetindo sobre Skate a exaustão, ou do próprio Kurt Cobain falando sobre carbonato de lítio e do “espírito adolescente” com uma certa ironia. Era a gente, porra, nós mesmos no palco, tomando conta da rua, da rádio, da TV, com caras como nós mesmos, uma galera que não estava nem aí pra porra nenhuma e chegou lá, como qualquer um poderia chegar, despretensiosamente, sem ter que vender uma imagem altamente programada ou artificial. Se eu calçava um tênis furado, o Chorão também calçava; se eu andava todo rasgado, Kurt Cobain também andava; se o Rodolfo falava de maconha, era porque todo mundo falava; se eu andava de skate, todos eles andavam; se eu queria falar sobre bebedeira e fim de semana, todos eles também faziam isto. Você ia jogar bola, fazer merda no fim de tarde, enfim, você não estava muito preocupado com nada muito diferente, a não ser aproveitar aquele momento de uma maneira meio simples, sem obrigações maiores e cagando bonito para toda a luta das “gerações anteriores”; era o niilismo dos anos 90. E, claro, na rádio ou no cd player, o sangue corria pelas veias embalado a Nega Jurema, ou O coro vai comê.

O nosso simplismo despretensioso de situação, alias, permitia explorar uma porrada de coisas diferentes. Embora eu defina “o grunge” como uma imagem para os anos 90, de fato, não havia este apego estilístico por muita coisa; você dizia que curtia rock, mas você não se vestia emperequetadamente como um Axl Rose. Você se dizia do rap, mas não se vestia como um 50 Cent. Você se dizia do Metal, pronto, curtia o som, acabou. A falta de tino, inclusive da mídia, de não saber lidar com o adolescente que crescia e roubava o espaço na TV e na rádio, criou uma geração sem definição visual, mesmo com marcas famosas nos entupindo a cabeça de informações, ainda assim, não sabiam como falar com a gente direito. Todo mundo era igual: bermudão, camisa toda desgrenhada, tênis largado, tudo igual. E isto não foi ruim, aliás, usamos muito bem. No mesmo espaço aonde eu ouvia um cara falando sobre Korzus ou Sepultura, vinha um cara falar sobre RHCP, mas tinha um cara falando sobre RZO, aonde também tinha um cara que falava sobre Charlie Brown, que no final todo mundo trocava informações sobre diferentes paradas e todo mundo ficava de boa, sem encher o saco. A definição de “castas adolescentes” era muito mais ligada a “cena mainstream“, aonde tocava toda aquela galera que não ofendia o gosto das mães, na contraposição da “cena underground“, da porradaria, dos caras falando de drogas e putaria, que ganhou espaço na marra e dominou o mercado ofendendo os gostos conservadores. A falta de tato da mídia de saber lidar com a gente nos trouxe frutos, porque a gente mal e mal percebia os “grupinhos” bem definidos, que alias, hoje, nem interagem mais entre si. Não existia esta frescura de skatista anda com skatista, rapper anda com rapper, rockeiro anda com rockeiro. Você iria jogar uma bola, ou andar por aí, cada moleque escutava uma coisa e todo mundo trocava informação de tudo, agregando tudo num “estilo underground” único. Você tinha momento do rock, mas também prestava atenção na crítica social do Rap, ou curtia bater uma cabeça escutando Sepultura em alguma roda de metal. Tudo surgia como um turbilhão nos mesmos espaços urbanos. E não era atípico você ver nego do metal indo em baile funk para quebrar no lado A ou lado B, ou skatista que curtia Ratos de Porão divulgando os primeiros cds do Racionais; a gente fazia a nossa mídia, como no programa abaixo, que inclusive aparece o Chorão (o vídeo é do final dos anos 80, mas já engloba muito mais nossa forma de pensar dos anos 90):

Era todo mundo do skate, jogava bola, participava das mesmas merdas, ia nos mesmos lugares. Não a toa você vê, ontem, um Mano Brown vindo do Rap, um Raimundos vindo do Rock, todos comentando a morte do Chorão, aonde todos os 3 grupos nunca tiveram estilos parecidos, mas também não conflitavam entre si e, em algumas oportunidades, chegaram a fazer projetos musicais juntos. Porque nós crescemos neste meio, a “Geração Desleixada“, não era importante definir um estilo para cada um, mas ver que algum de nós tinha chegado lá e falava nossa língua, fosse ela mais crítica, como Racionais, fosse ela completamente sem noção, como Raimundos. A própria foto do Charlie Brown que abre (e fecha) este artigo mostra isto: Champignon, quase como um mano; Chorão, o malandro do skate; Pelado, cabeludo com maior pinta de rock; Marcão, careca e meio playboy; Thiago, parecendo um grunge; cada um no seu estilo, completamente heterogêneo, mas todos no mesmo significado, tocando na mesma banda.

A morte do Chorão, sim, me chocou muito. Pelo simbolismo da geração. Se nostalgicamente eu falo dos anos 90 como a “Geração Desleixada“, que nós vivenciamos ídolos como a gente, a galera despreocupada que chegou lá, de algum jeito, o Chorão era um deles; foi demais, batendo na mesma tecla desde o final dos anos 80 até 2013, sem mudar uma vírgula do seu comportamento e do seu discurso. Não me importa se ele falava A ou B, ele era um cara do skate, gordo, falando gírias e dando porrada aleatória em quem achava que tinha que dar. Era um de nós que mantinha as mesmas palavras há anos, exemplo do bem ou do mal, Charlie Brown Jr. foi uma das bandas que marcou nossa época, que eu vi na TV, que eu ouvi no rádio, que tocava na rua, que tocava aonde eu ia. É muito estranho e triste ver um cara que definiu a nossa geração acabar assim, de overdose, em depressão e em um apartamento parecendo abandonado. No final das contas, é o próprio simbolismo da morte dele que me choca, tal qual a geração que eu cresci, que se foi e vai virar história. É a maneira trágica como ele acaba e olhar que os anos 90, como todas gerações, acabou. Que os caras que eram como nós, estão aí, ou apanhando pra ter um espaço, ou morrendo de overdose, ou esquecidos pela própria mídia. Trágico, afinal, como tudo, um dia termina.

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E termino o texto, justamente com uma passagem de Mano Brown, que eu achei o melhor comentário até agora sobre a morte do cara, resumindo bem o pensamento da época de maneira simples, sem muito alongar. Coloco, também, um clipe da banda, a minha música preferida. Fica a mensagem que ele mesmo cantou, Chorão acabou engolido pelo mar:

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7 pensamentos sobre “A morte do Chorão me chocou

  1. Finalmente uma “crítica” que capta bastante o que rolou em relação a morte do Chorão. Não acho que ele era poeta, como a galera ficou exaltando, e também acho que muito do CBJR vem da junção de todos: de que adianta uma letra foda sem uma sonoridade massa? A pegada musical deles é demais tb!
    Foi um choque, justamente por toda essa representação que vc descreve no texto e juntando com a forma que foi, ainda me encontro digerindo a informação. O Chorão ter morrido sozinho, naquele apartamento manicômio particular, marca de sangue, etc, é mto triste. Morreu por algo que ao mesmo tempo que era o seu brilho , era o seu veneno: o excesso. O cara era o puro excesso em tudo que fazia, não existia números entre o famoso ’8 e 80′. Ou era um, ou era o outro. Gosto, e muito, de pessoas assim. Não gosto de rotina, daquela coisa quadrada, de pessoas que recebem a melhor notícias dos últimos tempos e continuam com a mesma cara. Do mais do mesmo, estou cheia, a intensidade (q dificilmente é encontrada) chega a ser algo afrodisíaco.
    Uma vez num show eles atrasaram mto, umas duas horas, entraram no palco e o Chorão: “A madruga ta começando, a gente teve um atraso na ponte aérea, queria pedir desculpas pra vcs e só por isso a gente vai cantar até de manhã!” E se foram 5 horas de show de um show que tava marcado para ter no máximo uma hora e meia.
    Enfim, escreveria aqui horas sobre o fato dele ser um marco pra uma geração, as músicas que querendo ou não fizeram parte da adolescência e tals.. por ai vai. Mas tenho que ir, é isso, massa teu blog!

  2. Finalmente encontrei alguém que expressou sentimentos parecidos com os meus. Afinal, fez parte de nossa vida e de um minuto pro outro BUM< BYE, BYE, tiraram de mim como se fosse uma parte do meu corpo, eu não me lembro que o meu pulmão ou o meu coração estão dentro de mim, fazem parte do meu organismo, mas com certeza se alguém tirasse de mim eu precisaria deles e me faria falta, Sou da geração Do Lanche Miriabel, da Guaraná Mirinda, me sinto uma velha quando vejo que aquilo que existia quando eu era criança não existe mais. Foi assim com os Mamonas, agora com o Chorão, só que agora não é um doce, um Kinder ovo, um Biscoito Sapeca da Filler, uma marca eu subistituo por outra ainda que não tenha o mesmo sabor eu não vivo de marcas eu vivo de sentimentos, me foi tirado alguém que fez parte da minha infancia e sempre vai fazer parte da minha vida, e o pior que eu não posso chegar na estante do super mercado e trocar por outro, Não tem mais Chorão e Chorão só tinha um, não era a marca de um produto mas marcou uma geração, E o que mais me magoa é as pessoas aceitar numa boa que foi uma overdose, como se ele tivesse culpa disso com a depressão e na situação de abandonamento que ele tava, solitário, isolado, largado, só pode ter dado nisso, gente, ele não tem culpa por isso ter acontecido com ele, isso foi reflexo duma vida dura, de alguém que tentava se fazer de forte o tempo todo, pra que ninguém vice o seu sofrimento por dentro, na verdade ele não conseguiu vencer suas fraquezas, e o tubarão que nadava junto com ele dentro da sua alma acabou o devorando. CHORÃO LEVE ESSA MSG E FIQUE EM PAZ….VC DEIXOU SAUDADE… ´´´´´´´´É ASSIM QUE É… NOS DIAS DE LUTA, NOS DIAS DE CHUVA, NOS DIAS DE GLORIA ME LEMBRO DE VC, E CHORO DE SAUDADE, VC MARCOU MINHA HISTÓRIA!!!!!!!!!!!!!! PRA POSTERIDADE, TÁ COM DEUS. AMÉM.

  3. CHAMPIGNON é um fungo ( PARASITA), que se criou e se notou a existência dele depois da morte do Chorão, quer plagiar as musicas dele, pois as letras são do Chorão, eu odeio hipocrisia, Champignon não usa as musicas pra fazer homenagem póstuma pro Chorão como ele quer que acreditem mas pra aparecer em cima do que outra pessoa criou, até a melodia tá estranha… Eu pra mim o champignom e a banca dele deviam vender pastel de vento na Praça da Sé, por que o áudio deles é péssimo, a voz do champignon não alcança nem de longe o Chorão, e eu conheço bandas de garagem que dão de 1000 a zero nessa banda A Banca (se dá pra chamar isso de banda), pra mim não passa de um plagio muito do mal feito e mal sincronizado, tem um áudio péssimo, só toca por causa das letras lindas do Chorão ( porque falava dos seus sentimentos), e como pode uma pessoa se apropriar dos sentimentos da outra????????????????????????????????????? Chorão cantava o que sentia e desde que era vivo suas musicas já eram alvos de plágios de outros músicos, músicos não, ladrões, e dos piores porque quem rouba objetos, objetos iguais tem nas lojas pra comprar, mas sentimentos pensamentos e ideias não se compram se encontram na alma de cada um. Se ele não sente o que ele canta como é que ele quer fazer sucesso em cima da trágica morte do amigo que caiu em desgraça?????????????????

  4. Bem falado nojento. Vai compor enfia a cara num caderno e pega uma caneta e escreve primeiro bagaceira, depois canta, eu não masco chiclete na frente do Pc, porque só pego internet quando dá por wi-fi, idiota quem fica mascando chiclete na frente do computador é vc, gozador pensa que eu não sei que vc é pior samsunga ,até um conhecido meu que tem retardo mental decora as musicas e canta bem melhor que vc que nem alfabetizado foi, não sabe nem ler, apelido bom pra vc, champignon fungo podre nojento, Ele disse “querem que a gente vai robar matar ou montar uma banda de axé”, tem certeza que vcs não tão fazendo isso, já robaram as musicas do Chorão, mataram o Charlie Brown e nem direito tenho de sentir por isso pq parece que tendo um” cover” mal feito eu tenho que ficar feliz pela perpetuação da espécie, e montaram uma banda de axé, cara a banda de vcx tá pior que isso. eu lixo o fogão a lenha e esfrego o pano no chão pensando que tó esfolando a tua cara Champignon. <e processa sei otário, não faça nada que não seja verdade, pq a sua verdade não convence, vai ser faxineiro na USP e canta as musicas que tu compor fazendo faxina, ainda bem que tu não me conhece senão 12+um 380 estora tua cara.

  5. Eta Bloguinho que pegou fogo!!!! Mas tá certo, ninguém é igual a ninguém. O próprio Chorão ( Que Deus o Tenha na Sua Santa glória) cantava “eu caminho no meio da multidão e me sinto a vontade pois partilhamos ruas e sonhos mesmo não sendo iguais e não somos”, se o Champignon quer ter uma banda que faça sucesso, tudo bem, sem oposição a isso, mas ele tem que começar do zero, sem copiar do Chorão o estilo, nem tentar alcançar o tom da voz dele. Ele tem que fazer por si mesmo, e não ofender os fãs que não aprovaram a idéia, pq uma banda sem fãs não existe. Champ, na Boa quer um conselho: seja autêntico, faça isso por vc, não tente imitar ninguém, pelo contrário, tente ser diferenciado. Deixe o seu legado, e não continue em cima de uma coisa que terminou e não tem mais volta, se não daqui um tempo vc vai ser lembrado como o ‘cara que tentava imitar o jeito do amigo que morreu’ e não pode ser lembrado pelas gerações futuras pelo que vc foi realmente. Faça um teste pra saber se as pessoas estão te escutando pq vc lembra alguma coisa do Chorão, ou se é por vc mesmo, tente ser diferente dele, se o que agrada as pessoas é a influência que vc tem dele então as pessoas vão mudar suas escolhas. Talvez seja disso que vc tem medo. Se deixar de ser parecido com ele vai afastar seus fãs.

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